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Enfermería Global

On-line version ISSN 1695-6141

Enferm. glob. vol.18 n.56 Murcia Oct. 2019  Epub Dec 23, 2019

http://dx.doi.org/10.6018/eglobal.18.4.357381 

Revisões

Validação de instrumentos para o cuidado em pediatria: um estudo integrativo

Thalys Maynnard Costa Ferreira1  , Carla Lidiane Jácome dos Santos1  , Josefa Danielma Lopes Ferreira1  , Luana Rodrigues de Azevedo2  , Kenya de Lima Silva3  , Marta Miriam Lopes Costa4 

1Enfermeira/o. Mestre em Enfermagem pelo Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, Paraíba, Brasil. thalys_maynnard@hotmail.com

2Enfermeira. Especialista em Dermatologia. Paraiba, Brasil.

3Doutora em Enfermagem. Professora Titular da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

4Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

RESUMO

Objetivo

Trata-se de um estudo de revisão integrativa, onde se objetivou analisar a produção científica nacional e internacional sobre a validação de instrumentos utilizados como ferramentas para potencializar o cuidado em pediatria.

Material e Métodos

Realizou-se a busca nas bases SCIELO, LILACS, CINHAL, PUBMED e SCOPUS, usando os descritores em português, inglês e espanhol validação, instrumento, enfermagem. Foram identificados 1278 artigos. Após critérios de inclusão e exclusão, obtiveram-se 21 estudos que compuseram a amostra.

Resultados

A apresentação dos resultados e a discussão final foram feitos através da estatística descritiva, apresentados sob a forma de fluxograma e inter-relacionados através do conteúdo. Dos estudos incluídos na revisão, 42,8% foram publicados em 2017. Quanto ao tipo de pesquisa, 80,9% foram estudos metodológicos. Os tipos de validação mais retratados foram do conteúdo, adaptação transcultural e integral.

Conclusão

Após análise, foi possível identificar uma crescente produção frente a métodos considerados válidos para o cuidar em pediatria, almejando uma transformação da prática assistencial no tocante a inovações metodológicas dentro do processo de enfermagem.

Palavras-chave: Enfermagem Pediátrica; Hospitalização; Processo de Enfermagem

INTRODUÇÃO

O ser humano é vulnerável e está propenso a diversas eventualidades no que tange ao comprometimento do seu estado de saúde. Quando se trata de criança, mais precisamente hospitalizada, verifica-se que o processo de hospitalização proporciona a esta desestabilização de suas emoções, bem como sofrimentos de origem física, principalmente quando submetida a procedimentos1.

Por sua vez, a criança que vivencia a mudança promovida pela permanência no ambiente hospitalar, apresenta sinais de desequilíbrio e repercussões em diferentes funções e necessidades humanas, assim, o paciente pediátrico precisa de um cuidado diferenciado no que diz respeito à assistência de enfermagem. Nessa perspectiva, a utilização de instrumentos e outras ferramentas assistenciais que auxiliem a um cuidado sistematizado e coerente, devem ser associados e ou adaptados para fazer do cuidar à criança algo singular e minucioso no intuito de evitar erros1,2.

A utilização de instrumentos para o cuidar quando implementados a partir de uma prática sistematizada, que prima pela organização e coesão das informações para que estas sirvam de fundamento à assistência do profissional de saúde, deve promover o registro de informações, bem como, a oportunidade para uma análise de dados no intuito de conduzir o cuidado de modo mais ágil e direcionado à real necessidade do paciente pediátrico3,4.

Desse modo, a utilização de instrumentos validados na prática assistencial imprime uma certificação ao cuidado dispensado, pois a validade de um instrumento refere-se ao grau com que ele é capaz de medir, o quanto os resultados representam a verdade ou quanto se afastam dela. Validar diz respeito à concordância de resultados obtidos através de um determinado instrumento quanto à medição, ou seja, ao grau de consistência com que determinado instrumento está medindo o objeto que se propõe a avaliar, sendo este o foco para o qual ele tenha sido criado5.

Frente à necessidade de expansão do conhecimento sobre a temática, mais precisamente acerca da validação de instrumentos em pediatria, associados à difícil realidade encarada por enfermeiros que lidam com o cuidar de crianças hospitalizadas, os quais necessitam de instrumentos válidos que auxiliem a assistência e por conseguinte o enfrentamento das peculiaridades inerentes em cada faixa etária, surgiu a seguinte questão: O que vem sendo publicado na literatura nacional e internacional sobre a validação de instrumentos para a assistência em pediatria? Como esses instrumentos podem potencializar a implementação do processo de enfermagem? Nessa perspectiva, tem-se como objetivo: analisar a produção científica nacional e internacional sobre a validação de instrumentos utilizados como ferramentas para potencializar o cuidado em pediatria.

MATERIAL E MÉTODOS

Trata-se de uma revisão integrativa, referente a validação de instrumentos utilizados no cuidado em pediatria, desta feita, foram percorridas seis etapas para a elaboração dessa revisão, que segue: identificação do problema, definição da questão de pesquisa, estabelecimento de critérios de inclusão e exclusão com a busca na literatura, definição das informações a serem extraídas dos estudos, avaliação dos estudos incluídos, interpretação dos resultados e síntese dos dados e apresentação6.

Visando conferir o critério metodológico inerente ao tipo de estudo integrativo, foram acessadas às seguintes bases de dados: Scientific Electronic Library Online (SCIELO), SCOPUS, PubMed, CINHAL e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). A busca em diversas bases de dados teve como finalidade ampliar o número de publicações e minimizar vieses, sendo operacionalizada a partir da utilização de termos identificados no vocabulário na base dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e no Medical Subject Headings (MeSH). Assim, foram utilizados, os seguintes descritores para a seleção dos artigos: “Validação”, “Validation”, “Instrumento”, “Instrument”, “Enfermagem”, “Nursing” e “Pediatria”, “Pediatrics”. Foram combinados com o operador booleano “AND”, entre si, nos idiomas em português e inglês, com o objetivo de selecionar criteriosamente os estudos que abordassem a temática, dentro das bases de dados selecionadas, guiando-se a partir do seguinte percurso padronizado: SCIELO e LILACS: Validação AND Enfermagem AND Pediatria / Validação AND Instrumento AND Pediatria CINHAL, SCOPUS e PUBMED: Validation AND Nursing AND Pediatrics / Validation AND Instrument AND Pediatrics.

A coleta de dados ocorreu no período de janeiro a abril de 2018. Cumpre assinalar que foram adotados os seguintes critérios de inclusão: publicações na modalidade de artigo, texto completo, que abordassem como temática a Validação de Instrumentos para o Cuidado em Pediatria, publicados no período de 2007 a 2017, disponibilizados nos idiomas português, espanhol e inglês. Foram excluídas publicações como: teses, dissertações, monografias, trabalhos de conclusão de curso, relatos de caso, relatos de experiência, manuais, resenhas, notas prévias, artigos que não contivessem resumos disponíveis, que não tratassem da validação direta de instrumentos voltados à criança hospitalizada. A busca e seleção dos artigos foram realizadas por dois revisores de forma independente, no intuito de conferir maior rigor metodológico, sendo as discordâncias solucionadas no devido instante da detecção, a fim de não comprometer o prosseguimento metodológico. Seguiu-se com o procedimento de leitura de títulos, resumos e, posteriormente, artigos completos, para análise se estes contemplavam a questão norteadora do estudo.

Para análise e posterior síntese dos artigos que compuseram o corpo amostral, utilizou-se um instrumento, construído pelo pesquisador, preenchido para cada artigo. O instrumento permitiu a obtenção de informações sobre: ano de publicação; periódico e fator de impacto; qualis na enfermagem; país de origem; idioma em que foi publicado; modalidade de pesquisa; tipo de estudo/abordagem; nível de evidência; cenário do estudo e tipo de validação realizada.

Os artigos selecionados foram classificados em relação ao nível de evidência, sendo: Nível I - evidências oriundas de revisões sistemáticas ou meta-análise de relevantes ensaios clínicos; Nível II - evidências derivadas de, pelo menos, um ensaio clínico randomizado controlado bem delineado; Nível III - ensaios clínicos bem delineados sem randomização; Nível IV - estudos de coorte e de caso controle bem delineados; Nível V - revisão sistemática de estudos descritivos e qualitativos; Nível VI - evidências derivadas de um único estudo descritivo ou qualitativo e Nível VII - opinião de autoridades ou relatório de comitês de especialistas7.

RESULTADOS

Foram identificados 1278 artigos após busca nas bases de dados, sendo SCOPUS (420 artigos), SCIELO (360 artigos), LILACS (307 artigos), CINHAL (19 artigos), PUBMED (172 artigos). Após exclusão das duplicações e triagem adequada dos estudos, foram selecionados 21 artigos para compor a amostra desta revisão seguindo o fluxograma.

Fonte: SCIELO, SCOPUS, LILACS, PUBMED, CINHAL 2007-2017

 

Os estudos selecionados foram caracterizados de acordo com as informações de maior relevância científica pertinente à temática e, enumerados sob a identificação na Tabela 1 pelo termo “Artigo”, para melhor sistemática de análise. Conforme descritos a seguir, os estudos estão organizados de acordo com a autoria, título, periódico, ano de publicação, profissão dos autores, Qualis e fator de impacto.

Tabela 1. Distribuição dos artigos selecionados para revisão integrativa. João Pessoa (PB), Brasil, 2018 

Artigo Autor, Título, Periódico, Ano, Formação. Qualis Fator de Impacto
1 Freire MHS, Arreguy-Sena C, Müller PCS. Cross-cultural adaptation and content and semantic validation of the Difficult Intravenous Access Score for pediatric use in Brazil. Revista Latino-Americana de Enfermagem. 20178. Enfermeiros. A1 0,712
2 Brusckya DMV, Meloa ACCDB, Sarinhoa ESC. Adaptação transcultural e validação da escala de gravidade de prurido em crianças e adolescentes com dermatite atópica. Revista Paulista de Pediatria. 20179. Médicos. B2 0,463
3 Saraiva DCAS, Afonso WV, Pinho NB, Peres WAF, Padilha PC. Cross-cultural adaptation and content validation into Portuguese of the Subjective Global Nutritional Assessment for pediatric patients hospitalized with câncer. Revista de Nutrição. 201710. Nutricionistas. B1 0,365
4 Braccialli LMP, Almeida VS, Sankakoa AN, Silva MZ, Braccialli AC, Carvalho SMR, Magalhães AT. Translation and validation of the Brazilian version of the Cerebral Palsy Quality of Life Questionnaire for Children - child report. Jornal de Pediatria. 201611. Fisioterapeutas/Pedagogas. B1 1,690
5 Feldena EPG, Carniel JD, Andrade RD, Pelegrini A, Anacleto TS, Louzada FM. Translation and validation of the Pediatric Daytime Sleepiness Scale (PDSS) into Brazilian Portuguese. Jornal de Pediatria. 201612. Educadores Físicos. B1 1,690
6 Pires MPO, Pedreira MLG, Peterlini MAS. Cirurgia segura em pediatria: elaboração e validação de checklist de intervenções pré-operatórias. Revista Latino-Americana de Enfermagem. 201313. Enfermeiros. A1 0,712
7 Becker MM, Wagner MB, Bosa CA, Schmidt C, Longo D, Papaleo C, Riesgo RS. Translation and validation of Autism Diagnostic Interview-Revised (ADI-R) for autism diagnosis in Brazil. Arquivos de Neuro-psiquiatria. 201214. Psicólogos/Médicos/Pedagogos. B1 0,159
8 Maia ACAR, Pellegrino DMS, Blanes L, Diniz GM, Ferreira LM. Tradução para a língua portuguesa e validação da escala de Braden Q para avaliar o risco de úlcera por pressão em crianças. Revista Paulista de Pediatria. 201115. Médicos. B2 0,463
9 Marquesa DKA, Silva KL, Nóbrega MML. Escolares hospitalizados: proposta de um instrumento para coleta de dados à luz da teoria de Horta. Revista Gaúcha de Enfermagem. 201616. Enfermeiros. B1 0,500
10 Martins COA, Curado MAS. Escala de Observação do Risco de Lesão da Pele em Neonatos: validação estatística com recém-nascidos. Revista de Enfermagem Referência. 201717. Enfermeiros. B2 0,237
11 Curado MAS; Maroco JP, Vasconcellos T, Gouveia LM, Thoyre S. Validação para a população portuguesa da Escala de Observação de Competências Precoces na Alimentação Oral. Revista de Enfermagem Referência. 201718. Enfermeiros/Psicólogos. B2 0,237
12 Fernandes A, Batalha L, Perdigão A, Campos C, Nascimento L, Jacob E. Validação cultural do Adolescent Pediatric Pain Tool (APPT) em crianças portuguesas com cancro. Revista de Enfermagem Referência. 201519. Enfermeiros. B2 0,237
13 Schardosim JM, Ruschel LM, Motta GCP, Cunha MLC. Adaptação transcultural e validação clínica da Neonatal Skin Condition Score para o português do Brasil. Revista Latino-Americana de Enfermagem. 201420. Enfermeiros. A1 0,712
14 Santos NC, Fugulin FMT. Construção e validação de instrumento para identificação das atividades de enfermagem em unidades pediátricas: subsídio para determinação da carga de trabalho. Revista Escola de Enfermagem da USP. 201321. Enfermeiros. A2 0,743
15 Dini AP, Guirardello EB. Sistema de classificação de pacientes pediátricos: aperfeiçoamento de um instrumento. Revista Escola de Enfermagem da USP. 201422. Enfermeiros. A2 0,743
16 Fujinaga CI, Moraes SA, Amorim NEZ, Castral TC, Silva AA, Scochi CGS. Validação clínica do Instrumento de Avaliação da Prontidão do Prematuro para Início da Alimentação Oral. Revista Latino-Americana de Enfermagem. 201323. Enfermeiros. A1 0,712
17 Aftyka A, Walaszek IR, Wrobel A, Bednarek A, Katarzyna Dazbek K, Zarzycka D. Support provided by nurses to parents of hospitalized children - cultural adaptation and validation of Nurse Parent Support Tool and initial research results. Scandinavian Journal of Caring Sciences. 201724. Enfermeiros/Médicos. B2 1,318
18 Dini AP, Fugulin FMT, Veríssimo MLR, Guirardello EB. Sistema de Classificação de Pacientes Pediátricos: construção e validação de categorias de cuidados. Revista Escola de Enfermagem da USP. 201125. Enfermeiros. A2 0,743
19 Traube C, Silver G, Kearney J, Patel A, Atkinson TM, Yoon MJ, Halpert S, Augenstein J, Sickles LE, Li C, Greenwald B. Cornell Assessment of Pediatric Delirium: A Valid, Rapid, Observational Tool for Screening Delirium in the PICU. Critical Care Medicine. 201726. Médicos. A1 6,630
20 Cheng KKF, Ip WY, Lee V, Li CH, Yuen HL, Epstein JB. Measuring Oral Mucositis of Pediatric Patients with Cancer: A Psychometric Evaluation of Chinese Version of the Oral Mucositis Daily Questionnaire. Asia-Pacific Journal of Oncology Nursing. 201727. Enfermeiros/Médicos. - 1,959
21 Coelho AV, Molina RM, Labegalini MPC, Ichisato SMT, Pupulima JSL. Validação de um histórico de enfermagem para unidade de terapia intensiva pediátrica. Revista Gaúcha de Enfermagem. 201728. Enfermeiros. B1 0,500

Fonte: SCIELO, SCOPUS, LILACS, PUBMED, CINHAL 2007-2017.

Dos 21 artigos selecionados, no que diz respeito à média de publicação no período estabelecido, o ano de 2017 apresentou o maior número de publicações, com nove (42,8%). Em relação aos periódicos, a Revista Latino Americana de Enfermagem e a Revista de Enfermagem Referência lideraram as publicações, sendo quatro (19,0%) e três (14,2%), respectivamente. As 21 publicações selecionadas estão distribuídas em onze periódicos, dos quais três (27,3%) eram internacionais e oito (72,7%), nacionais. No que diz respeito à formação dos autores inseridos na produção dos artigos, o profissional que lidera a produção dos artigos dentro da temática é o enfermeiro, correspondendo à 14 (66,6%) estudos publicados. No tocante ao idioma, oito (38,0%) artigos publicados em inglês e, 13 (62,0%), em português. Com relação ao Qualis, os 10 periódicos apresentaram a seguinte distribuição em estratificação por Qualis: 2A1, 1A2, 4B1 e 3B2. Já com relação ao fator de impacto, foi atribuído o maior valor ao periódico Critical Care Medicine com 6,630.

Quando se refereon" aos locais onde os estudos foram realizados, seis (28,5%) foram realizados a nível internacional, os demais em número de 15 (71,5%), em diferentes regiões/estados do Brasil, sendo em um dos estudos a nível nacional de caráter multicêntrico. No que diz respeito ao tipo de estudo, 17 (80,9%) foram do tipo Metodológico e, quatro (19,1%), distribuídos como caso-controle, descritivo correlacional, transversal e coorte. Quanto aos cenários, 18 (85,7%) foram realizados em serviços de assistência à criança hospitalizada, permeando entre clínica, emergência e terapia intensiva. Dois (9,5%) não informaram o lugar de realização e, um (4,8%), foi executado em ambiente escolar, a inserção do mesmo na amostra se deve ao fato do instrumento apresentar alterações no padrão do sono, o que pode ser utilizado na criança hospitalizada12. Os tipos de validação mais mencionados foram do conteúdo, adaptação transcultural e integral, sendo esta última considerada um conjunto de métodos de validação voltados ao instrumento utilizado em estudo.

Tabela 2. Distribuição dos estudos acerca da validação de instrumentos de enfermagem em pediatria, segundo características dos artigos. João Pessoa, Brasil, 2018. 

Registro Origem Tipo de Estudo Nível de Evidência Cenário de Estudo Tipo de Validação
Artigo 1 Paraná, Brasil Metodológico III Unidade de Pediatria de um hospital público. Adaptação transcultural /validação integral
Artigo 2 Pernambuco, Brasil Metodológico III Ambulatório de Imunologia e Pediatria do HC/UFPE. Adaptação transcultural /validação integral
Artigo 3 Rio de Janeiro, Brasil Descritivo/Metodológico VI Instituto de Nutrição JC e INCA-JAGS. Adaptação transcultural e validação do conteúdo
Artigo 4 Não foram descritos Metodológico/ Multicêntrico III Centros Universitários que trabalham com Paralisia Cerebral Infantil. Adaptação transcultural /validação integral
Artigo 5 Santa Catarina/Paraná, Brasil Metodológico III Escolas particulares em SC e PR. Adaptação transcultural /validação integral
Artigo 6 São Paulo, Brasil Metodológico III Unidade de CIPE de um HU de SP. Validação do conteúdo e do construto
Artigo 7 Porto Alegre, Brasil Caso-controle IV Unidade Pediátrica do HC de Porto Alegre. Validação do critério e do conteúdo
Artigo 8 São Paulo, Brasil Descritivo/Metodológico VI UTI pediátrica do Hospital São Paulo. Adaptação transcultural e validação de face e do conteúdo
Artigo 9 Paraíba, Brasil Metodológico III Clínica Pediátrica do HULW. Validação do conteúdo e da aparência.
Artigo 10 Lisboa, Portugal Metodológico III Unidade de Neonatologia Adaptação transcultural/validação integral
Artigo 11 Lisboa, Portugal Metodológico III Unidades de Neonatologia Adaptação transcultural /validação integral
Artigo 12 Coimbra, Portugal Metodológico III CHC e Instituto Português de Oncologia. Adaptação transcultural/validação integral
Artigo 13 Rio Grande do Sul, Brasil Metodológico III Neonatologia do HC de Porto Alegre. Adaptação transcultural e validação clínica
Artigo 14 São Paulo, Brasil Metodológico III Unidades Pediátricas. Validação de conteúdo
Artigo 15 São Paulo, Brasil Descritivo/Exploratório/ Correlacional VI Não informado no estudo. Validação do conteúdo e do construto
Artigo 16 São Paulo, Brasil Metodológico III UCIN do HU de Ribeirão Preto. Validação clínica
Artigo 17 Lublin, Polônia Quantitativo/Transversal VI UTINs e Enfermaria Pediátrica Geral de um hospital Polonês. Adaptação transcultural/validação integral
Artigo 18 São Paulo, Brasil Metodológico III Não informado no estudo. Validação do conteúdo
Artigo 19 Nova York, EUA Metodológico III Clínica Pediátrica do CMU. Validação de conteúdo
Artigo 20 Hong Kong, China Coorte IV Centros de Oncologia Pediátrica. Validação de face e de conteúdo
Artigo 21 Paraná, Brasil Metodológico III UTI pediátrica de um HU no Paraná. Validação da aparência e do conteúdo

Fonte: SCIELO, SCOPUS, LILACS, PUBMED, CINHAL 2007-2017.

DISCUSSÃO

A síntese elaborada a partir dos artigos selecionados mostra que, a motivação para validação de instrumentos para o cuidado em pediatria é diversa e está ligada a fatos como: acesso intravenoso, dermatite atópica, pacientes pediátricos com câncer, qualidade de vida de crianças com paralisia cerebral, pré-operatório em pediatria, padrão do sono, diagnósticos de autismo, risco para lesão de pele em crianças e neonato, coleta de dados em adolescentes, competências para alimentação oral, dor em adolescentes, classificação de cuidados pediátricos; nos estados de São Paulo e na Paraíba, Brasil, autores em seus estudos criaram e validaram instrumentos utilizados para o levantamento de dados dos pacientes internados em setor pediátrico, bem como para análise de características pertinentes a tratamentos e condições diagnósticas13,16. Além de serem utilizados na assistência visando a condução do cuidado e formulação diagnóstica do enfermeiro para com a sua equipe, os instrumentos trabalhados em pediatria são alvos das pesquisas de validação desenvolvidas a partir da busca voltada à grande área de saúde da criança com foco na criança hospitalizada14,15,16.

Estrategicamente, com o processo de validação e construção de instrumentos, vislumbra-se facilitar o acesso do profissional enfermeiro ao paciente e, consequentemente, às informações inerentes a este e, por conseguinte, ao cuidado. A qualidade da assistência prestada torna-se evidente a partir do momento em que a validação e adaptação instrumental acontecem, tendo em vista a grande atuação e precisão na utilização, formulação, bem como estruturação da ferramenta instrumental. Tal fato é evidenciado quando nos estudos realizados em Curitiba/Paraná, Pernambuco/Paraíba e Hong Kong/China, os autores utilizam a estratégia de validação do conteúdo e adaptação transcultural de instrumentos para melhorias pertinentes à dificuldade de acesso venoso em pacientes pediátricos e evolução no processo de avaliação da dermatite atópica em crianças, além da verificação e mensuração da mucosite oral em pacientes pediátricos que vivenciam o câncer infantil8,9,11,27,28.

Devido à variedade de técnicas validatórias utilizadas pelos autores, bem como a precisão em trabalha-las a fim de contribuir com melhorias voltadas à assistência, mostrou-se salutar a discussão acerca dos tipos de validação prioritários utilizados nos estudos da amostra.

Validação do Conteúdo, sendo esta uma das mais utilizadas nos estudos pertinentes à área da enfermagem pediátrica, consiste em uma análise criteriosa dos itens que expressam algum conteúdo e que compõem um instrumento, sendo uma estratégia que permite o estabelecimento de uma sequência de tópicos a serem verificados cautelosamente por juízes elegidos sob critérios de inclusão, minuciosamente, elencados14,15,18,19. A validação do conteúdo trabalha, efetivamente, os requisitos obrigatórios que um instrumento apresenta para mensurar um fenômeno. Após análise dos peritos, a verificação da consistência das sugestões pode ocorrer de forma estatística, cabendo ao pesquisador o norteamento de tal etapa em busca da melhoria do instrumento. No que concerne à avaliação estatística, um dos testes mais utilizados em estudos de validação do conteúdo é o Alpha de Cronbach, que analisa a consistência interna do instrumento e dos itens que o compõem7,8,20,21.

Validação adaptativa, baseada na transculturalidade e validação integral, consistem no segundo tipo de validação mais presente nos estudos que compuseram a amostra. Metodologicamente contemplam os artigos que utilizaram um conjunto de formas validatórias que, por sua vez, tomam por base a análise estatística comprobatória dos resultados validamente satisfatórios, sendo assim descrita devido ao uso, sistematicamente, etapa por etapa, que são: tradução do instrumento original em inglês para a língua portuguesa; retro-tradução do instrumento em português para a língua inglesa; revisão técnica e avaliação da equivalência semântica; validação do conteúdo; avaliação do instrumento pelos especialistas e população-alvo e avaliação da consistência interna do instrumento3,8,10,12,13,17.

Validação da Aparência, destina-se à validação do instrumento utilizado com fins de avaliação da adequação dos itens, sua relação com os componentes estruturais do instrumento e, também, com todo o conteúdo presente nas entrelinhas. É um tipo de validação subjetiva e não muito sofisticada, mas bastante utilizada em estudos de fundo metodológico16,28.

Validação Clínica, consiste em uma verificação do instrumento utilizado como componente metodológico de um determinado meio de ação assistencial ou, até mesmo, de variáveis que compõem o processo de trabalho profissional (em enfermagem, a exemplo, os diagnósticos) a partir de um julgamento clínico, análise clínica, tendo como fundamentação a teoria pertinente aos aspectos clínicos refinados na ferramenta a ser validada, bem como os próprios métodos estatísticos que confundamentam a solidez validatória. Nesse tipo de validação, quando presente nos estudos em pediatria, verifica-se o uso do Alpha de Cronbach, Curva ROC e Índice de Kappa como subsídio estatístico para as análises clínicas da consistência e fidedignidade do perfil mensuratório do instrumento. No entanto, vale salientar a grande variabilidade de formas estatísticas para análise dos estudos de validação clínica20,23.

Validação de Face ou de Rosto, método utilizado a fim de validar, de forma coletiva com profissionais voltados à área de interesse do que está sendo validado, um instrumento e sua capacidade de mensurar o que se propõe, bem como se este em sua totalidade se adequa ao conteúdo que o compõe, tornando assim a validação de face um subtipo de validação do conteúdo15.

Validação de Critério, consiste em verificar o grau da relação entre o desempenho dos sujeitos pesquisados e o seu real comportamento no momento em que se utiliza a ferramenta de medição no transcorrer da análise dos dados. O critério, nesse tipo de validação, torna-se uma segunda medida que avalia o mesmo conceito estudado, pois o grau com que o instrumento discrimina, entre pessoas que diferem em determinada característica, será analisado de acordo com um critério padrão. Além disso, critérios externos à avaliação dos sujeitos podem ser estabelecidos a partir do processo de construção dos dados que se configuram base ao novo critérios que emergirão14.

Validação do Construto, tipo de validação que fundamenta-se em uma medida de verificação de um traço ou construto teórico. Em enfermagem, muito usada em estudos de construção de teorias como forma de consolidar o conteúdo de sustentação teórica, tendo em vista a importância da validação do corpo teórico que, por vezes, está subjacente às relações hipotéticas, ou não, intrinsecamente ligadas à realidade do cuidar13,22.

No que concerne à produção voltada à pediatria, verifica-se que os estudos que compuseram a amostra enfatizam a construção e validação de instrumentos que contemplam, de forma minuciosa, os aspectos dos fenômenos investigados na prática assistencial pediátrica, buscando melhorias no que concerne aos cuidados do enfermeiro no ambiente hospitalar, conforme deixa claro os autores que construíram instrumentos e os validaram29.

Além disso, mediante a análise dos estudos verificou-se que, os autores trabalham prioritariamente com a validação de instrumentos que podem ser utilizados para o norteamento do cuidado em seus mais variados aspectos, mais terminantemente dentro de cada etapa do processo de enfermagem29. Crescente é o empenho dos profissionais de enfermagem no intuito de firmarem práticas baseadas em evidências científicas. Cuidar da criança é um desafio, tendo em vista a grande variabilidade clínica inerente ao seu processo de desenvolvimento e crescimento, além da complexa relação existente entre o viver socialmente além do hospital e a permanência durante o processo de hospitalização e conturbação de suas necessidades biopsicossociais30. Estudos demonstram que, quanto maior é a preocupação do profissional enfermeiro em aprimorar a sua prática de cuidado à criança hospitalizada através de artifícios que primam por tornar o cuidado ágil e preciso, melhor se torna a relação intrínseca entre o saber, exercer e progredir terapêutico da condição de saúde do pequeno paciente12,30.

Sendo assim, é visível a grande importância da crescente produção voltada ao aprimoramento dos instrumentos de validação em pediatria, tendo em vista que o corpo profissional de enfermeiros busca, cotidianamente, promover a conceituação dos fenômenos os quais compõem os cuidados e os respectivos tratamentos realizados, tornando os estudos primordiais ao embasamento científico da profissão, afastando o enfermeiro que cuida da criança hospitalizada de metas assistenciais e diagnósticos dedutivos, empíricos. Logo, a visibilidade da prática profissional pediátrica torna-se crescente a partir da contribuição metodológica do enfermeiro ao cuidar, primordialmente quando este se implica em compreender as peculiaridades da criança evidenciadas em todo o seu processo de adoecer.

CONCLUSÃO

Nos artigos analisados, constatou-se que o cuidar assistencial à criança em processo de hospitalização se torna cada vez mais trabalhado, pois a busca por melhorias nos instrumentos utilizados no cotidiano assistencial, nacional e internacionalmente, fundamentados cientificamente a partir de métodos que os tornem válidos, vem sendo o ponto crucial desenvolvido por enfermeiros que atuam com o objetivo de transformar a prática frente a inovações metodológicas dentro do processo de enfermagem.

Com relação às limitações pertinentes à amostra do presente estudo, pode-se citar a falta de registros nas bases sobre a efetivação do uso dos instrumentos após a tríade de criação, validação e problematização, tendo em vista a grande contribuição aos profissionais que vivenciam o cuidado baseado, em algumas etapas, no instrumento estudado. Além disso, é importante explicitar a necessidade de publicações voltadas à temática, principalmente da efetiva publicação de estudos que se encontram ainda interpostos em trabalhos de conclusão dos cursos de pós-graduação stricto senso na área.

É exímio problematizar a realidade e modifica-la de acordo com a necessidade do público alvo, nesse caso, crianças hospitalizadas. Mesmo diante do empenho dos enfermeiros em produzirem estudos que demonstram formas de incrementar o cuidado e progredir nos requisitos diagnósticos voltados à criança, ressalta-se a importância de identificar e desenvolver pesquisas que buscam aprimorar os cuidados de enfermagem na vertente da saúde da criança, primordialmente se estas são desenvolvidas no tocante ao progresso metodológico do cuidar.

REFERENCIAS

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Recebido: 07 de Janeiro de 2019; Aceito: 18 de Fevereiro de 2019

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