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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The experiment was conducted at the UFRRJ and the seed laboratory of PESAGRORIO, Seropédica, RJ, Brazil, in order to evaluate the germination of seeds in bovine dung, in field. The legumes used were: Leucaena leucocephala, Clitorea ternatea, Calopogonium mucunoides, Neonotonia wightii and Macrotyloma axillare. Seed administration was carried out through esophagic sounding (200 seeds/animal) of only one specie. The droppings were collected at 6 hours intervals up to 48 hours after ingestion. Feces were placed in plots of 50 x 70 cm of Paspalum notatum. Germinated seeds were counted at 30, 60 and 90 days. The experimental design employed was completely randomised, being 5 treatments (species) with 4 repetitions. The highest germination rate was found in Clitorea ternatea, as approximately 19% from the ingested seeds germinated in the dung. The highest germinated seeds concentration was found at 18 to 24 hrs with 29.56% followed by 24 to 30 hrs with 20.44%, remembering what 100% is equal 102 plants. The results of this study suggests as the bovine can be used for practical and low cost introduction of legumes for improving or recuperation of pastures in Brazil.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Esterco bovino]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Germinação de sementes em placas fecais bovinas*</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Germination of seeds in bovine dung</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Deminicis, B.B.<sup>1A</sup>, J.C.C. Almeida<sup>2A</sup>, P.A.M. Malafaia<sup>2B</sup>, M.C. Blume<sup>1B</sup>, J.B.R. Abreu<sup>2C</sup> e H.D. Vieira<sup>1C</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. UENF. Av. Alberto Lamego, 2000. Campos dos Goytacazes, RJ. CEP 28013-600. Brasil. <sup>A</sup><a href="mailto:brunodeminicis@hotmail.com">brunodeminicis@hotmail.com</a>; <sup>B</sup><a href="mailto:marinablume@hotmail.com">marinablume@hotmail.com</a>;<sup> C</sup><a href="mailto:henrique@uenf.br">henrique@uenf.br</a>    <br><sup>2</sup>DNAP/IZ. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ. Brasil. <sup>A</sup><a href="mailto:jcarvalho@ufrrj.br">jcarvalho@ufrrj.br</a>; <sup>B</sup><a href="mailto:malafaia@ufrrj.br">malafaia@ufrrj.br</a>; <sup>C</sup><a href="mailto:jbrabreu@ufrrj.br">jbrabreu@ufrrj.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1">    <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O experimento foi conduzido na UFRRJ e no laborat&oacute;rio de produção e tecnologia de sementes da PESAGRORIO, Serop&eacute;dica, RJ, Brasil, com o objetivo de avaliar a germinação de sementes em placas bovinas fecais, à campo. Foram utilizadas as seguintes leguminosas: <i>Leucaena leucocephala, Clitorea ternatea, Calopogonium mucunoides, Neonotonia wightii</i> e <i>Macrotyloma axillare</i>. As sementes foram administradas aos animais por sonda esof&aacute;gica (200 sementes/animal) e as fezes foram recolhidas em intervalos de 6 horas at&eacute; completar 48 horas. As fezes foram alocadas em canteiros de 50 x 70 cm, num gramado de <i>Paspalum notatum</i>, permanecendo vedados. Foi contado o n&uacute;mero de plântulas germinadas, de cada esp&eacute;cie, aos 30, 60 e 90 dias ap&oacute;s alocação das placas nos canteiros. O delineamento experimental empregado foi inteiramente casualizado, 5 tratamentos (esp&eacute;cies) com 4 repetições. A esp&eacute;cie que apresentou maior porcentagem de plântulas nas fezes foi a <i>Clitorea ternatea</i>, pois aproximadamente 19% das sementes ingeridas germinaram nas fezes. O per&iacute;odo em que foram excretadas as fezes que apresentou maior porcentagem de plântulas foi o de 18 a 24 horas com 29,56%, seguido do per&iacute;odo de 24 a 30 horas com 20,44%, lembrando que 100% &eacute; igual a 102 plântulas. Os resultados deste estudo sugerem que os bovinos podem ser utilizados para a introdução/dispersão de leguminosas de modo pr&aacute;tico e barato para a melhora ou recuperação de pastagens degradadas no Brasil.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras chave:</b> Esterco bovino. Escarificação ruminal. Leguminosas. Pastagem.</font></p> <hr size="1">    <p><font face="Verdana" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">The experiment was conducted at the UFRRJ and the seed laboratory of PESAGRORIO, Serop&eacute;dica, RJ, Brazil, in order to evaluate the germination of seeds in bovine dung, in field. The legumes used were: <i>Leucaena leucocephala, Clitorea ternatea, Calopogonium mucunoides, Neonotonia wightii</i> and <i>Macrotyloma axillare.</i> Seed administration was carried out through esophagic sounding (200 seeds/animal) of only one specie. The droppings were collected at 6 hours intervals up to 48 hours after ingestion. Feces were placed in plots of 50 x 70 cm of <i>Paspalum notatum</i>. Germinated seeds were counted at 30, 60 and 90 days. The experimental design employed was completely randomised, being 5 treatments (species) with 4 repetitions. The highest germination rate was found in <i>Clitorea ternatea</i>, as approximately 19% from the ingested seeds germinated in the dung. The highest germinated seeds concentration was found at 18 to 24 hrs with 29.56% followed by 24 to 30 hrs with 20.44%, remembering what 100% is equal 102 plants. The results of this study suggests as the bovine can be used for practical and low cost introduction of legumes for improving or recuperation of pastures in Brazil.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Key words:</b> Bovine feces. Ruminal scarification. Legumes. Pasture.</font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Introdução</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A persistência de esp&eacute;cies forrageiras em pastagens depende de v&aacute;rios fatores, dentre os quais o manejo adequado &eacute; indispens&aacute;vel, dessa forma, numa pastagem bem manejada a ressemeadura natural &eacute; a forma de renovação e persistência mais importante (Machado <i>et al.</i>, 1997). Contudo &eacute; um processo extremamente dif&iacute;cil de se observar diretamente ou quantificar (Bruun e Poschlod, 2006). A propagação de plantas pela dispersão de sementes &eacute; reconhecida como um dos principais fatores que afetam o recrutamento das plantas e &eacute; um importante passo do ciclo reprodutivo da maioria delas (Wenny e Levey, 1998) e quando &eacute; realizado por animais torna-se um processo simbi&oacute;tico, no qual as plantas têm suas sementes dispersas e os dispersores, em troca, recebem retorno nutricional. A dispersão reduz os n&iacute;veis de predação nas proximidades dos adultos da mesma esp&eacute;cie, aumenta as chances de germinação das sementes, ap&oacute;s a passagem pelo trato digestivo dos animais que as ingere (Grelle e Garcia, 1999) e estabelece novos habitats favor&aacute;veis a colonização. Al&eacute;m disso, a dispersão de sementes tamb&eacute;m determina a distribuição espacial dos indiv&iacute;duos adultos da população (Wenny, 2000).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Ap&oacute;s a ingestão das sementes ocorrem danos por mastigação e digestão, assim, a porcentagem de sementes danificadas pelo animal est&aacute; relacionada à dureza do tegumento, ao formato das sementes e ainda a esp&eacute;cie animal que as ingeriu, à qualidade da dieta consumida e ao tempo de sua permanência no trato digestivo. Nos ruminantes, o tempo de passagem dos alimentos pelo trato digestivo &eacute; determinado pela qualidade da dieta (Simão Neto e Jones, 1987; Jones e Simão Neto, 1987). Desta forma, as sementes ingeridas pelos ruminantes, ap&oacute;s sofrerem processo digestivo, são defecadas na pastagem, sendo que as que sobrevivem em grande proporção são beneficiadas pela quantidade de nutrientes dispon&iacute;veis nas fezes e pelo per&iacute;odo de rejeição ao pastejo dos animais (Bruun e Poschlod, 2006). A presença das fezes em pontos do pasto normalmente causa rejeição ao consumo animal ficando essa porção não consumida at&eacute; que o efeito da rejeição diminua com o tempo ou novas &aacute;reas mais recentes recebam excretas passando a substitu&iacute;los. Essas &aacute;reas podem permanecer continuamente de 2 a 3 per&iacute;odos de pastejo sem serem consumidas (Hirata <i>et al.</i>, 1997) e podem variar de 6 à 12 vezes a &aacute;rea coberta pelo bolo fecal (Greenhalgh e Reid, 1968). A degradação ou desaparecimento das fezes no pasto pode estar compreendido em um per&iacute;odo de tempo que varia de 30 dias at&eacute; 17 meses, em função das condições clim&aacute;ticas. Essa porção rejeitada pode ocupar de 10 a 47% da &aacute;rea da pastagem (Ferreira <i>et al.</i>, 2004).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Embora seja reconhecida a importância da ressemeadura natural na renovação e persistência de esp&eacute;cies em pastagens, o papel desempenhado pelos bovinos nesse processo &eacute; um assunto pouco conhecido (Blackshaw e Rode, 1991). Portanto, faz-se necess&aacute;rio o conhecimento do desempenho de sementes excretadas por bovinos em pastagens, para que se possa avaliar a dinâmica de semeadura natural subseqüentemente a disseminação de sementes forrageiras (Machado <i>et al.</i>, 1997). Desta forma, este estudo teve como objetivo avaliar à campo, a germinação de sementes de 5 leguminosas forrageiras tropicais submetidas à passagem pelo trato digestivo de bovinos, no intuito auxiliar no desenvolvimento de uma metodologia de dispersão/ introdução de leguminosas, por meio da alocação de sementes na alimentação de bovinos para melhora ou recuperação de pastagens.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Material e m&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As sementes utilizadas neste estudo foram obtidas de populações de plantas, no painel forrageiro da UFFRJ/IZ/DNAP, coletadas em fase final de maturação, no munic&iacute;pio de Serop&eacute;dica, RJ, Brasil. Tamb&eacute;m foram coletadas sementes no munic&iacute;pio de Araruama, RJ, em &aacute;reas cultivadas com citros h&aacute; v&aacute;rios anos. Ap&oacute;s a coleta as vagens foram secas à temperatura ambiente (18 a 22<sup>o</sup>C), sendo então extra&iacute;das as sementes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Este estudo foi conduzido no Departamento de Nutrição Animal e Pastagens da UFRRJ, Serop&eacute;dica, RJ, Brasil. O clima da região &eacute; do tipo Aw, pela classificação de Köppen, apresentando duas estações distintas, uma seca, que se estende de abril a setembro e outra quente e chuvosa, que se estende de outubro a março. Levantamentos dos &uacute;ltimos dez anos mostram que a precipitação m&eacute;dia anual &eacute; de 1217 mm, onde as maiores precipitações ocorrem normalmente no per&iacute;odo verãooutono, concentrando-se entre dezembro (172 mm), janeiro (187 mm) e fevereiro (162 mm), com 42% da chuva total anual. As temperaturas m&eacute;dias anuais m&aacute;ximas e m&iacute;nimas são, respectivamente, 29,8 <sup>o</sup>C e 20,1<sup>o</sup>C. O experimento foi realizado entre dezembro de 2004 e março de 2005, foi avaliada a germinação de sementes das leguminosas forrageiras: <i>Leucaena leucocephala</i> (leucena), <i>Clitorea ternatea</i> (cunhã), <i>Calopogonium mucunoides</i> (calopogônio), <i>Neonotonia wightii</i> (soja perene) e <i>Macrotyloma axillare</i> (macrotiloma). O delineamento experimental empregado foi inteiramente casualizado, 5 tratamentos (leguminosas) com 4 repetições, sendo a unidade experimental uma novilha com grau de sangue variando entre 3/4 a 5/8 Holândes-Zebu. Os animais tinham idade variando entre 10 a 12 meses e pesavam em m&eacute;dia 150 kg de peso vivo e foram selecionados na Fazenda do Instituto de Zootecnia da UFRuralRJ, Serop&eacute;dica, RJ, adotando-se como crit&eacute;rio, no momento da seleção, a idade, o peso vivo e o grau de sangue dos animais. Os animais permaneceram em baias individuais de 5 x 5 m, consumindo &aacute;gua a vontade e uma dieta de capim-elefante, com 140 dias de crescimento, picado em part&iacute;culas de 2,5 a 5 cm. Cada animal recebeu em torno de 10% do seu peso vivo em mat&eacute;ria original de capim-elefante por dia. O oferecimento do alimento foi realizado às 09:00 horas da manhã. Ap&oacute;s um per&iacute;odo de adaptação de 7 dias, cada novilha recebeu 200 sementes intactas, ou seja, não escarificadas, de somente uma esp&eacute;cie e de uma s&oacute; vez, assim, as sementes foram submetidas à passagem pelo trato digestivo dos bovinos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A administração das sementes foi realizada no dia 11/12/2004 às 09:00 horas da manhã, por meio de uma cânula esof&aacute;gica (35 cm), em cartuchos de papel-toalha, a partir da&iacute; foram realizadas coletas totais de fezes a cada 6 horas at&eacute; o intervalo de 48 horas, a coleta de fezes se encerrou no dia 13/12/2004 às 09:00 horas da manhã. As fezes coletadas foram transportadas em bandejas pl&aacute;sticas de 50 x 40 cm at&eacute; o campo de observação. As fezes coletadas serviram para a confecção de bolos fecais artificiais, ou seja, das placas fecais, com o aux&iacute;lio de um recipiente pl&aacute;stico, <b><a href="#f1">figura 1</a></b>. O recipiente pl&aacute;stico utilizado para constituir artificialmente as placas fecais, possu&iacute;a a forma de corte de cone com as seguintes dimensões: R= 7 cm, r= 5,5 cm e h= 5,5 cm, ou seja, com o volume de 678 cm<sup>3</sup> e ocupando uma &aacute;rea de 153 cm<sup>2</sup> no canteiro. A formação das placas fecais artificiais, alocadas nos canteiros, foi a forma encontrada para resolver o problema ocasionado pelo pisoteio das fezes pelos animais dentro das baias, assim, procurou-se o m&aacute;ximo de aproximação com realidade em uma pastagem.</font></p>     <p align="center"><a name="f1"><img src="/img/revistas/azoo/v58n221/art8_1.jpg"></a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Durante 90 dias as fezes foram irrigadas diariamente com 6 mm de &aacute;gua, equivalendo a 6 litros de &aacute;gua por metro quadrado de &aacute;rea, de acordo com a precipitação m&eacute;dia di&aacute;ria do per&iacute;odo de verão-outono. As plântulas germinadas, de cada esp&eacute;cie, foram contadas aos 30, 60 e 90 dias ap&oacute;s terem sido ingeridas e defecadas. Os resultados foram transformados, para fins de an&aacute;lise de variância (Tukey a 5%) em arcoseno da raiz quadrada da porcentagem de plantas germinadas em relação à quantidade de sementes ingeridas, pois não seguiram distribuição normal, tamb&eacute;m foi realizado, em seguida, an&aacute;lise de regressão (Ferreira, 1999).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados e discussão</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">GERMINAÇÃO ATÉ OS 30 DIAS</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados de germinação aos 30 dias podem ser observados na <b> <a href="#t1">tabela I</a></b>. A an&aacute;lise da variância indicou diferença significativa para: esp&eacute;cies (p&lt;0,01), per&iacute;odo em que as fezes foram excretadas (p&lt;0,01) e interação entre esp&eacute;cie <i>vs</i> per&iacute;odo em que as fezes foram excretadas (p&lt;0,01) com relação à porcentagem de plântulas germinadas nas placas fecais em relação ao total de sementes ingeridas (100% igual a 200 sementes) na avaliação aos 30 dias ap&oacute;s a excreção das fezes. A esp&eacute;cie que apresentou maior porcentagem de sementes germinadas, no per&iacute;odo de avaliação at&eacute; 30 dias p&oacute;s-excreção das fezes, foi à soja perene seguido pela cunhã. Contudo, as esp&eacute;cies apresentaram baixa quantidade de plantas germinadas nas fezes (2,5-8,63% em relação ao total de sementes ingeridas). Estes resultados parecem estar de acordo com os relatados por Somarriba (1986) que estudando sementes de <i>Psidium guajava</i> L. observou baixa germinação nas fezes, todavia, notou que a passagem atrav&eacute;s do trato digestivo dos bovinos não afeta a germinação das sementes quando germinadas em laborat&oacute;rio. Janzen <i>et al.</i> (1985) em um estudo sobre a germinação de sementes de <i>Entero-lobium cyclocarpum</i> escarificadas e não escarificadas submetidas à fermentação <i>in vitro</i> usando l&iacute;quido ruminal (bovino) e in&oacute;culo cecal (eqüino), observaram que ap&oacute;s 24 horas de exposição à fermentação <i>in vitro</i>, 90% das sementes escarificadas morre e que todas as sementes não escarificadas germinaram no teste de germinação. Sugerindo que a escarificação parece ser um processo cr&iacute;tico que afeta a sobrevivência das sementes durante a passagem pelo trato digestivo dos grandes herb&iacute;voros. Al&eacute;m disso, dão a entender que as diferenças funcionais no estômago entre não ruminantes e ruminantes impõem testes padrões diferentes de mastigação e taxas de passagem nestes grupos, apontando estes fatores como os principais respons&aacute;veis pela porcentagem de germinação mais baixa em sementes encontradas nas fezes dos ruminantes.</font></p>     <p align="center"><a name="t1"><img src="/img/revistas/azoo/v58n221/art8_2.jpg"></a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">GERMINAÇÃO ENTRE 30 E 60 DIAS</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados podem ser observados na <b> <a href="#t2">tabela II</a></b>. A an&aacute;lise da variância indicou diferença significativa para: esp&eacute;cies (p&lt;0,01), per&iacute;odo p&oacute;s-ingestão das sementes (p&lt;0,01), e interação entre esp&eacute;cie <i>vs</i> per&iacute;odo p&oacute;s-ingestão das sementes em que as mesmas foram excretadas (p&lt;0,01) com relação à porcentagem de plântulas germinadas nas placas fecais em relação ao total de sementes ingeridas (100% igual a 200 sementes) na avaliação realizada entre 30 a 60 dias ap&oacute;s a excreção das fezes. A esp&eacute;cie, que apresentou maior porcentagem de sementes germinadas, no per&iacute;odo de avaliação dos 30 aos 60 dias p&oacute;s-excreção das sementes, foi a cunhã, seguida pelo calopogônio e a soja perene. Entretanto, os resultados encontrados mantiveram-se baixos e semelhantes aos observados na avaliação realizada aos 30 dias ap&oacute;s excreção das fezes. O que nos leva a crer que as sementes foram mortas durante a passagem pelo trato digestivo dos bovinos ou sobreviveram, mas permaneceram dormentes não germinando, concordando com Manhães <i>et al</i>. (2003) e Chang <i>et al.</i>(2005), entre outros autores.</font></p>     <p align="center"><a name="t2"><img src="/img/revistas/azoo/v58n221/art8_3.jpg"></a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">GERMINAÇÃO TOTAL ATÉ OS 90 DIAS</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A an&aacute;lise da variância indicou diferença para esp&eacute;cies (p&lt;0,01), per&iacute;odo p&oacute;s-ingestão das sementes (p&lt;0,01), e interação entre esp&eacute;cie <i>vs</i> per&iacute;odo p&oacute;s-ingestão das sementes (p&lt;0,01) com relação à porcentagem de plântulas germinadas nas placas fecais, lembrando que o n&uacute;mero total de sementes ingeridas &eacute; igual a 200 sementes ou 100%. A esp&eacute;cie que apresentou maior n&uacute;mero de plântulas germinadas nas placas fecais, conforme resultados apresentados na <b><a href="#t3">tabela III</a></b>, foi a cunha seguida pela soja perene, macrotiloma e calopogônio. Na <b><a href="#f2">figura 2</a></b> podemos observar plântulas de cunhã a germinar na placa ou escudo fecal. O per&iacute;odo p&oacute;s-ingestão das sementes em que foram excretadas as fezes que apresentou maior porcentagem de plântulas germinadas, em relação ao somat&oacute;rio total de plantas germinadas em todos os intervalos (102 igual a 100%), foi o de 18 a 24 horas seguido do per&iacute;odo de 24 a 30 horas, conforme <b><a href="#t3">tabela III</a></b>. Estes resultados estão de acordo com os encontrados por Ghassali <i>et al</i>. (1998) que avaliando a dispersão de sementes por ovinos para a recuperação de pastagens degradadas no norte da Syria, observaram taxa m&aacute;xima de recuperação at&eacute; 36 h ap&oacute;s a ingestão das sementes para todas as esp&eacute;cies estudadas, que todas as sementes foram recuperadas at&eacute; 120 h e que 90% das sementes foram recuperadas at&eacute; 72 h. No presente estudo, a taxa m&aacute;xima de recuperação tamb&eacute;m foi at&eacute; 36 h ap&oacute;s a ingestão das sementes (90% das sementes germinadas). Gardener <i>et al.</i> (1993) em um estudo sobre a germinação de sementes de 10 leguminosas e 8 gram&iacute;neas tropicais e subtropicais ap&oacute;s passagem atrav&eacute;s do trato digestivo dos bovinos at&eacute; o per&iacute;odo 160 h, onde a germinação foi acompanhada nas placas fecais sendo semelhante ao presente estudo, observaram que o total de sementes germinadas de leguminosas foi maior que o das gram&iacute;neas. Mostrando que as leguminosas resistem melhor à passagem pelo trato digestivo dos bovinos. Tamb&eacute;m observaram marcada variação entre as esp&eacute;cies de leguminosas (0-78%), variação explicada pelos mesmos por 3 fatores: gravidade espec&iacute;fica, proporção de sementes duras e tamanho das sementes.</font></p>     <p align="center"><a name="t3"><img src="/img/revistas/azoo/v58n221/art8_4.jpg"></a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="f2"><img src="/img/revistas/azoo/v58n221/art8_5.jpg"></a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados da interação entre esp&eacute;cie <i>vs</i> per&iacute;odo p&oacute;s-ingestão das sementes podem ser melhor visualizados na <b><a href="#f3">figura 3</a></b>, no entanto não nos permite explicar o comportamento germinativo das leguminosas nas fezes. Contudo &eacute; claramente vis&iacute;vel a grande diferença entre a esp&eacute;cie leucena e as demais, pois a mesma seguiu um comportamento totalmente diferente com respeito à demais. Por outro lado, os resultados obtidos no presente estudo estão dentro do patamar de 23% de germinação descrito por Harmor e Kein (1934) e com certeza estão relacionados à quantidade de sementes que resistiram intactas à passagem pelo trato digestivo dos bovinos. Por outro lado, o que pode ter afetado os resultados foi o tipo de alimentação oferecida, isso porque segundo Machado <i>et al.</i> (1997) o principal fator que afeta o tempo de passagem do alimento pelo trato digestivo &eacute; a qualidade da dieta.</font></p>     <p align="center"><a name="f3"><img src="/img/revistas/azoo/v58n221/art8_6.jpg"></a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Prasad <i>et al</i>. (2006) estudando o processo de dispersão de sementes de <i>Phyllanthus emblica</i> por ruminantes em florestas tropicais observou que o cervo Gamo Axiado (<i>Axis deer</i>) reguzgita sementes intatas ap&oacute;s têlas retido no r&uacute;men por 7 - 27 h e que uma fração consider&aacute;vel de sementes germina (22%), embora a porcentagem de germinação original das sementes consumidas seja de 72%. J&aacute; Michael <i>et al</i>. (2006) avaliando o efeito da digestão e mastigação de sementes de <i>Malva parviflora</i> L. por ovinos sobre a germinação observaram que ap&oacute;s 12 h de exposição à digestão ruminal a germinação das sementes previamente escarificadas decai de 99,2 para 1,4% e nos per&iacute;odos mais longos de exposição nenhuma semente germina. Al&eacute;m disso, observou que as sementes <i>não escarificadas</i> incubadas <i>in situ</i> apresentam elevada porcentagem de germinação, independente do per&iacute;odo de incubação. E no ensaio com sementes <i>não escarificadas</i> colocadas misturadas ao alimento concentrado, na qual as fezes foram coletadas posteriormente (entre 6 e 120 h ap&oacute;s a alimentação), observaram que a principal excreção de sementes nas fezes começou ap&oacute;s 12 h e continuou at&eacute; 144 h, com picos entre 36 e 72 h ap&oacute;s o consumo. E que embora a mastigação e a passagem pelo r&uacute;men afetem letalmente a maioria das sementes <i>não escarificadas</i>, aproximadamente 20% foram recuperadas intactas e 90% destas se mostraram vi&aacute;veis.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Pesquisando a germinação de sementes incubadas no r&uacute;men de ovinos e caprinos, Robles e Castro (2002) observaram elevada taxa de germinação se o revestimento for corro&iacute;do, o que ocorre quando as sementes são incubadas no r&uacute;men (32% at&eacute; 48 h de incubação ruminal contra 12% para o controle). Mouissie <i>et al</i>. (2005) estudando a sobrevivência de sementes de 25 esp&eacute;cies de plantas introduzidas na alimentação de cervos (<i>Dama dama</i> L), observaram que 24 das 25 esp&eacute;cies de plantas ingeridas pelos animais sobreviveram e germinaram nas fezes (0,5 - 42% das sementes ingeridas) e que 50% de todas as sementes foram recuperadas no per&iacute;odo de at&eacute; 25 h, variando de 13 a 38 h. Tamb&eacute;m foi observada correlação negativa entre sobrevivência das sementes e a massa das sementes (R= 0,65) e as dimensões das mesmas (R= 0,56). Robles <i>et al</i>. (2005) estudaram a germinação de sementes de <i>Adenocarpus decorticans</i> Boiss e <i>Retama sphaerocarpa</i> (L.) Boiss, ap&oacute;s incubação ruminal em caprinos durante 24, 48 e 72 h e atrav&eacute;s da passagem pelo trato digestivo de caprinos, testando a germinação das sementes nas fezes, e observaram que a recuperação de sementes ap&oacute;s passagem pelo trato digestivo foi de 7,4% para Adenocarpus e 17,4% para Retama, e que as sementes de <i>Retama</i> quebradas parcialmente pela mastigação, mas não destru&iacute;das, apresentaram uma elevada porcentagem de germinação (m&eacute;dia de 50%).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No presente estudo um alimento de baixa qualidade nutricional foi oferecido aos animais, assim se alimentos com maior qualidade tivessem sido oferecidos provavelmente os resultados teriam sido diferentes, justamente por causa da permanência no trato digestivo. Outros fatores podem ter sido determinantes para a observação dos resultados deste estudo, dentre eles destacamos: a fermentação das fezes no campo, a alta contaminação por fungos e bact&eacute;rias, o posicionamento das sementes no bolo fecal, a espessura do bolo fecal, a desidratação da superf&iacute;cie do bolo fecal e um fator de extrema importância, a dureza do tegumento. Segundo Simão Neto e Jones (1987) têm estreita relação com a composição do tegumento das sementes, desta forma o tegumento &eacute; considerado um dos principais condicionantes da germinação, do vigor e da longevidade de sementes. E a compreensão de sua estrutura e propriedades pode contribuir para explicar, antecipar ou alterar o comportamento de sementes sob determinadas condições ambientais. Grande parte das caracter&iacute;sticas do tegumento est&aacute; associada a problemas espec&iacute;ficos apresentados pelas sementes, assim, por exemplo, suceptibilidade a danos mecânicos est&aacute; associada ao seu teor de lignina, enquanto que longevidade e potencial de deterioração no campo têm sido relacionados ao grau de permeabilidade do tegumento (Souza e Marcos-Filho, 2001). As leguminosas apresentam latência f&iacute;sica das sementes devido à presença de um tegumento duro e imperme&aacute;vel, assim precisam ser escarificadas para germinar (Izhaki e Ne'eman, 1997). Em Salta, prov&iacute;ncia da região do Chaco da Argentina, Ortega <i>et al.</i> (2001) examinando a germinação de sementes <i>Caesalpinia paraguariensis</i> ap&oacute;s passagem pelo trato digestivo de bovinos, notaram baixa taxa de germinação das sementes e que a porcenagem de germinação não aumenta, isto porque as sementes vi&aacute;veis estão dormentes devido ao seu forte tegumento imperme&aacute;vel. Para Peco <i>et al</i>. (2006) esp&eacute;cies com tegumentos imperme&aacute;veis apresentam maiores porcentagens de germinação ap&oacute;s passagem pelo trato digestivo de bovinos, embora nenhuma diferença significativa possa ser notada na sobrevivência ou a velocidade de germi-nação. Essa id&eacute;ia, de que a latência se rompe quando as sementes passam as pelo trato digestivo de animais, &eacute; amplamente aceita, no entanto, existem resultados contradit&oacute;rios (Izhaki e Ne'eman, 1997; Campos e Ojeda, 1997; Ortega, 1999; Manhães <i>et al.</i>, 2003; Chang <i>et al.</i>, 2005).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As equações que descrevem o comportamento do n&uacute;mero de plântulas nas placas fecais, observadas no presente estudo, foram obtidas por meio de an&aacute;lise de regressão e estão dispostas na <b><a href="#f3">figura 3</a></b>. O comportamento observado pelas curvas j&aacute; era esperado, haja vista os resultados apresentados nas <b>tabelas <a href="#t1">I</a>, <a href="#t2">II</a> e <a href="#t3">III</a></b>, al&eacute;m da freqüência de evacuações por dia de 4 a 14 (Costa, 1988; MacDiarmid e Watkins, 1972; Simpson e Stobbs, 1979) e do total de mat&eacute;ria fresca produzida por um bovino adulto - 25 kg/dia (CNPGL, 1984). Com isso, a observação das curvas nos permite confirmar que a cunhã foi a que apresentou o maior n&uacute;mero de sementes germinadas nas fezes, e que a soja perene foi semelhante ao calopogônio e ao macrotiloma e que, al&eacute;m disso, o per&iacute;odo em que as sementes começam a ser excretadas, de forma consider&aacute;vel, foi de 12 at&eacute; 42 horas ap&oacute;s a ingestão, sendo essa faixa uma importante ferramenta a ser utilizada no manejo de sementes na pastagem. Estes resultados nos sugerem, inicialmente, que o tamanho das sementes não foi um fator limitante à germinação nas fezes bovinas. Isto porque, as esp&eacute;cies que apresentaram resultados mais expresivos diferenciam-se pelo tamanho de suas sementes, o que foi o caso da cunhã e da soja perene. Deminicis <i>et al.</i> (2005) estudando a influência do tamanho das sementes sobre a germinação de leguminosas tropicais observou que correlação positiva (R= 0,42) entre o tamanho e a porcentagem m&eacute;dia de germinação de sementes e tamb&eacute;m correlação positiva (R= 0,39) entre o tamanho e o &iacute;ndice de velocidade de emergência das sementes, discordando dos resultados observados no presente estudo. Peco <i>et al</i>. (2006) ponderaram sobre a importância do tamanho da semente, da forma e da impermeabilidade do tegumento no processo endozoocoria e dispersão de 20 esp&eacute;cies abundantes das pastagens centrais da pen&iacute;nsula ib&eacute;rica (Europa). Para isso estudaram a sobrevivência, a porcentagem de germinação e a velocidade de passagem de sementes pelo trato digestivo de ovinos e observaram que todas as esp&eacute;cies estudadas mostraram baixa sobrevivência ao tratamento de mastigação e incubação ruminal. Al&eacute;m disso, as esp&eacute;cies com sementes grandes apresentaram porcentagens mais elevadas de sobrevivência do que as esp&eacute;cies com sementes pequenas. Contudo, Ghassali <i>et al</i>. (1998) postulou que esp&eacute;cies que possuem sementes pequenas passam mais rapidamente atrav&eacute;s do trato digestivo de ovinos e em maior n&uacute;mero (58-72%) do que sementes das esp&eacute;cies com sementes grandes (10-40%), assim aumentam o estabelecimento de esp&eacute;cies à campo sob circunstâncias do estresse h&iacute;drico. Jones <i>et al</i>. (1991) avaliaram a germinação de sementes de diversas esp&eacute;cies por 11 anos no estado de Queensland, sudeste da Austr&aacute;lia, coletando fezes bovinas em 2 tipos de pastagem de <i>Setaria sphacelata</i> (consorciada com <i>Macroptilium atropurpureum</i> e não consorciada) sob diferentes taxas de lotação (alta e baixa), na primavera, verão, outono e inverno. E observaram que a porcentagem de sementes germinadas nas fezes foi mais elevada no verão-outono do que no inverno-primavera, e nos piquetes com altas taxa de lotação que nos com baixa taxa de lotação. Bråthen <i>et al</i>. (2007) em Finnmark, Noruega, estudaram a germinação de sementes em fezes de Alces (<i>Alces alces</i>) e a lotação animal sobre as mesmas e observaram que a composição botânica do pasto &eacute; composta, em sua maioria, pelas esp&eacute;cies que possuem o maior n&uacute;mero de plântulas emergidas nas fezes e al&eacute;m disso que as densidades animais mais elevadas proporcionaram maior abundância de fezes com estas contendo poucas esp&eacute;cies de plantas emergentes. Este fato demonstra que os ruminantes podem neutralizar o impacto negativo do pastejo pelo retorno de sementes vi&aacute;veis em suas fezes. Gardener <i>et al</i>. (1993) considera que h&aacute; um consider&aacute;vel potencial para a introdução de leguminosas com sementes duras semeadas por bovinos em pastagens, como por exemplo o <i>Stylosanthes</i> sp.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Conclusão</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A cunhã (18,38%) foi a esp&eacute;cie que apresentou maior porcentagem de plântulas germinadas nas placas fecais bovinas, seguida da soja perene (12,38%), macrotiloma (9,25%) e calopogônio (7,77%). O intervalo de horas, em que foram excretadas as fezes, que apresentou maior porcentagem de plântulas foi o de 18 a 24 horas com 29,56% das plântulas germinadas em relação ao somat&oacute;rio total de plântulas germinadas em todos os per&iacute;odos, seguido do per&iacute;odo de 24 a 30 horas com 20,44%. A taxa m&aacute;xima de recuperação de sementes germinadas ocorreu, at&eacute; 90 dias, no per&iacute;odo de at&eacute; 36 h ap&oacute;s a ingestão das sementes (90% das sementes germinadas). Os resultados deste estudo sugerem que os bovinos podem ser eficientes dispersores de esp&eacute;cies de leguminosas e que o seu uso &eacute; um modo pr&aacute;tico e barato de introdução de leguminosas para a melhora ou recuperação de pastagens degradadas no Brasil. Contudo, novos estudos se fazem necess&aacute;rios para aprimoramento da t&eacute;cnica com poss&iacute;veis recomendações de uso.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Agradecimentos</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Sinceros agradecimentos às seguintes instituições e as pessoas que as compõem, sem as quais o presente trabalho teria sido imposs&iacute;vel: À FAPERJ, UFRRJ, PESAGRORIO, EMBRAPA-AGROBIOLOGIA e UENF.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Bibliografia</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Blackshaw, R.E. and L.M. Rode. 1991. Effect of ensiling and rumen digestion by cattle on weed seed viability. <i>Weed Sci.</i>, 39: 104-108.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973474&pid=S0004-0592200900010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bråthen, K.A., V.T. Gonz&aacute;lez, M. Iversen, S. Killengreen, V.T. Ravolainen, R.A. Ims and N.G. Yoccoz. 2007. Endozoochory varies with ecological scale and context. <i>Ecography</i>, 30: 308-320.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973475&pid=S0004-0592200900010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bruun, H.H and P. Poschlod. 2006. Why are small seeds dispersed through animal guts: large numbers or seed size per se? <i>Oikos</i>, 11: 402-411.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973476&pid=S0004-0592200900010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Campos, M. and R. Ojeda. 1997. Dispersal and germination of <i>Prosopis flexuosa</i> (Fabaceae) seeds by desert mammals in Argentina. <i>J. Arid Environ.</i>, 35: 707-714.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973477&pid=S0004-0592200900010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Chang, E.R., E.L. Zozaya, D.P.J. Kuijper and J.P. Bakker. 2005. Seed dispersal by small herbivores and tidal water: are they important filters in the assembly of salt-marsh communities? <i>Funct. Ecol.</i>, 19: 665-673.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973478&pid=S0004-0592200900010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">CNPGL, 1984. Biog&aacute;s: Energia do meio rural para o meio rural. Centro Nacional de Pesquisa do Gado de Leite. Embrapa. Folheto.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973479&pid=S0004-0592200900010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Costa, M.J.R.P. 1988. Padrões de comportamento de defecação e micção de vacas holandesas em lactação. Em: <i>Anais…</i> IV Encontro Anual de Ecologia, Florian&oacute;polis, SC. p.152.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973480&pid=S0004-0592200900010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Deminicis, B.B., J.C. Almeida, M.C. Blume e M.F. Souza. 2005. Influência do tamanho das sementes sobre a germinação de oito leguminosas tropicais. Em: VII Congresso Internacional de Zootecnia, ZOOTEC'2005. Campo Grande. 2005. <i>Anais...</i> Campo Grande.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973481&pid=S0004-0592200900010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ferreira, D.F. 1999. SISVAR 4.3. Sistema de an&aacute;lises estat&iacute;sticas. CD-ROM. Universidade Federal de Lavras, UFLA. Lavras, MG.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973482&pid=S0004-0592200900010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ferreira, E., G.C. Rocha, S.P. Braz, J.C. Soares e F.A.A. Andrade. 2004. Modelos estat&iacute;sticos para o estudo da distribuição de excretas de bovinos em pastagens tropicais e sua importância na sustentabilidade desses sistemas. <i>Livest. Res. Rural Develop.</i>, 16. Art. 66. <a target="_blank" href="http://www.cipav.org.co/lrrd/lrrd16/9/ferr16066.htm">http://www.cipav.org.co/lrrd/lrrd16/9/ferr16066.htm</a>. Acceso em: 1 janeiro 2008.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973483&pid=S0004-0592200900010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gardener, C.J., J.G. McIvor and A. Jansen. 1993. Passage of legume and grass seeds through the digestive tract of cattle and their survival in faeces. <i>J. Appl. Ecol.</i>, 30: 63-74.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973484&pid=S0004-0592200900010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ghassali, F., A.E. Osman and P.S. Cocks. 1998. Rehabilitation of degraded grasslands in North Syria: the use of Awassi sheep to disperse the seeds of annual pasture legumes. <i>Exp. Agr.</i>, 34: 391-405.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973485&pid=S0004-0592200900010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenhalgh, J.F.D. and G.W. Reid. 1968. The effects of grazing intensity on herbage consumption and animal production. III Dairy cows grazed at two intensities on clean or contaminated pasture. <i>J. Agr. Sci.</i>, 71: 223-228.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973486&pid=S0004-0592200900010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Grelle, C.E.V. and Q.S. Garcia. 1999. Potential dispersal of <i>Cecropia hololeuca</i> by the common opossum (<i>Didelphis aurita</i>) in Atlantic Forest, Southeastern Brazil. <i>Rev. Ecologie</i> (Terre et Vie), 54: 327-332.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973487&pid=S0004-0592200900010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Harmor, G.W. and F.D. Kein. 1934. The percentage and viability of weed seeds recovered in feces of farm animals and their longevity when buried in manure. <i>J. Amer. Soc. Agron.</i>, 26: 762-767.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973488&pid=S0004-0592200900010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hirata, M., Y. Sugimoto and M. Ueno. 1997. Distribution of dung pats and ungrazed areas in bahiagrass (<i>Paspalum notatum</i> Flügge). <i>Grassland Sci.</i>, 33: 128-139.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973489&pid=S0004-0592200900010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Izhaki, I. and G. Ne'eman. 1997. Hares (<i>Lepus</i> spp.) as seed dispersers of <i>Retama raetam</i> (Fabaceae) in a sandy landscape. <i>J. Arid Environ.</i>, 37: 343-354.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973490&pid=S0004-0592200900010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Janzen D.H., M.W. Demment and J.B. Robertson. 1985. How fast and why do germinating guanacaste seeds (<i>Enterolobium cyclocarpum</i>) die inside cows and horses? <i>Biotropica</i>, 17: 322-325.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973491&pid=S0004-0592200900010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Jones, R. M., M. Noguchi, and G.A. Bunch. 1991. Levels of germinable seed in topsoil and cattle faeces in legume-grass and nitrogen-fertilized pastures in south-east Queensland. <i>Aust. J. Exp. Agr.</i>, 42: 953-968.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973492&pid=S0004-0592200900010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Jones, R.M. and M. Simão Neto. 1987. Recovery of pasture seed ingested by ruminants. 3. The effects of the amount of seed in the diet and of diet quality on seed recovery from sheep. <i>Aust. J. Exp. Agr.</i>, 27: 253-256.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973493&pid=S0004-0592200900010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">MacDiarmid, B.N. and B.R. Watkins. 1972. The cattle dung patch. 3: Distribution and rate of decay of dung patches their influence on grazing behaviour. <i>J. Brit. Grassland Soc.</i>, 27: 48-54.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973494&pid=S0004-0592200900010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Machado, L.A.Z., C.S. Nicoloso e A.V.A. Jacques. 1997. Percentagem e dureza do tegumento de sementes de três esp&eacute;cies forrageiras recuperadas em fezes ovinas. <i>Rev. Bras. Zootecn.</i>, 26: 42-45.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973495&pid=S0004-0592200900010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Manhães, M.A., L.C.S. Assis e R.M. Castro. 2003. Frugivoria e dispersão de sementes de <i>Miconia urophylla</i> (Melastomataceae) por aves em um fragmento de Mata Atlântica secund&aacute;ria em Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil. <i>Ararajuba</i>, 11: 173-180.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973496&pid=S0004-0592200900010000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Michael, P.J., K.J. Steadman, J.A. Plummer and P. Vercoe. 2006. Sheep rumen digestion and transmission of weedy <i>Malva parviflora</i> seeds. <i>Aust. J. Exp. Agric.</i>, 46: 1251-1256.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973497&pid=S0004-0592200900010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mouissie, A.M., C.E.J.V.D. Veen, G.F. Veen and R.V. Diggelen. 2005. Ecological correlates of seeds survival after ingestion by fallow deer. <i>Funct. Ecol.</i>, 19: 284-290.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973498&pid=S0004-0592200900010000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ortega, B.P. 1999. Emergencia y supervivencia de pl&aacute;ntulas de <i>Prosopis ferox</i> en el Parque Nacional Los Cardones (Salta, Argentina). Tesis de Licenciatura. Universidad Nacional de Salta, Salta, Argentina.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973499&pid=S0004-0592200900010000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ortega, B.P., M.L. Viana, G. Larenas y M. Saravia. 2001. Germinaci&oacute;n de semillas de <i>Caesalpinia paraguariensis</i> (Fabaceae): agentes escarificadores y efecto del ganado. <i>Rev. Biol. Trop.</i>, 49: 301-304.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973500&pid=S0004-0592200900010000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Peco, B., L. Lopez-Merino and M. Alvir. 2006. Survival and germination of Mediterranean grassland species after simulated sheep ingestion: ecological correlates with seed traits. <i>Acta Oecol.</i>, 30: 269-275.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973501&pid=S0004-0592200900010000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Prasad, S., J. Krishnaswamy, R. Chellam and S.P. Goyal. 2006. Ruminant-mediated seed dispersal of an economically valuable tree in Indian dry forest. <i>Biotropica</i>, 38: 679-682.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973502&pid=S0004-0592200900010000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Robles, A. and J. Castro. 2002. Effect of thermal shock and ruminal incubation on seed germination in <i>Helianthemum apenninum</i> (L.) Mill. (Cistaceae). <i>Acta Bot. Malacitana</i>, 27: 41-47</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973503&pid=S0004-0592200900010000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Robles, A., J. Castro, E. Gonz&aacute;lez-Miras and M.E. Ramos. 2005. Effects of ruminal incubation and goat's ingestion on seed germination of two legume shrubs: <i>Adenocarpus decorticans</i> Boiss. and <i>Retama sphaerocarpa</i> (L.) Boiss. <i>Options M&eacute;diterran&eacute;ennes</i>. Serie A: S&eacute;minaires M&eacute;diterran&eacute;ennes, 67: 111-115.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973504&pid=S0004-0592200900010000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Simão Neto, M. and R.M. Jones. 1987. Recovery of pasture seed ingested by ruminats.2. Digestion of seed <i>in sacco</i> and <i>in vitro</i>. Recovery of 1987. <i>Aust. J. Exp. Agric.</i>, 27: 247-251.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973505&pid=S0004-0592200900010000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Simpson, J. and T.H. Stobbs. 1979. Nitrogen supply and animal production from pastures. In: Morley F.H.W. (Editor). Grazing animal world animal science. b1, Chapter 14. Elsevier Scientific Publications. Amsterdam. p. 261-287.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973506&pid=S0004-0592200900010000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Somarriba, E. 1986. Effects of livestock on seed germination of guava (<i>Psidium guajava</i> L.). <i>Agroforest. Syst.</i>, 4: 233-238.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973507&pid=S0004-0592200900010000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Souza, F.H.D. and J. Marcos-Filho. 2001. The seed coat as a modulator of seed-environment relationships in Fabaceae. <i>Rev. Bras. Bot.</i>, 24: 365-375.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973508&pid=S0004-0592200900010000800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wenny, D.G. 2000. Seed dispersal, seed predation, and seedling recruitment of a neotropical montane tree. <i>Ecol. Monogr.</i>, 70: 331-351.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973509&pid=S0004-0592200900010000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wenny, D.G. and D.J Levey. 1998. Directed seed dispersal by bellbirds in a tropical cloud forest. <i>Proc. Natl. Acad. Sci</i>., 95: 6204-6207.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=973510&pid=S0004-0592200900010000800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Recibido: 12-2-07    <br>Aceptado: 21-2-08</font></p>      ]]></body><back>
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