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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aditivos fitogênicos e butirato de sódio como alternativas aos antibióticos para leitões desmamados]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this trial was to evaluate the effects of phytobiotic additives and sodium butyrate as alternatives to antimicrobial growth promoters based on organs morphometry and intestinal histology for piglets weaned at 21 days old. A 34-d randomized complete block design experiment was carried out, with sixty weanling pigs, to compare five treatments: control (T1) basal diet; antimicrobial (T2); phytobiotic (T3); sodium butyrate (T4) and phytobiotic + sodium butyrate (T5), three animals per pen (experimental unit) and four replications per treatment. Specific contrasts were tested. Organs morphometry showed that the average of treatments T2, T3, T4 e T5 for weight:length ratio of small intestine was lower (p= 0.02) than that of control treatment. The average of T3 and T4 treatments for caecum relative weight was lower (p= 0.09) and for DV of duodenum of weanling pigs was higher (p= 0.06) than that of the T5. Piglets of T3 showed higher DV (p= 0.02) than those of T4. Jejunum DV average of treatments T2, T3, T4 e T5 was higher (p= 0.03) than that of T1, and piglets of T4 showed higher DV (p= 0.08) than those of T3. The additives were effectives in keeping or improving villous number of jejunum. However, phytobiotic additives and sodium butyrate added individually in animal diets provided morphological and physiological integrity in the intestine of piglets weaned at 24 days old.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Aditivos fitog&ecirc;nicos e butirato de sódio como alternativas aos antibióticos para leit&otilde;es desmamados</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Phytobiotic additives and sodium butyrate as alternatives to antibiotics for weanling pigs</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Costa, L.B.<sup>*</sup>, Almeida, V.V., Berenchtein, B., Tse, M.L.P., Andrade, C. e Miyada, V.S.</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Departamento de Zootecnia. ESALQ/USP. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Universidade de S&atilde;o Paulo. Piracicaba, SP. Brasil. <sup>*</sup><a href="mailto:leandro_esalq@yahoo.com.br">leandro_esalq@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>#</sup>Parte da Tese de Doutorado do primeiro autor.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Objetivando-se estudar os efeitos de aditivos fitog&ecirc;nicos e butirato de sódio como alternativas aos antimicrobianos promotores de crescimento na morfometria e histologia intestinal de leit&otilde;es recém-desmamados aos 21 dias de idade foi realizado um experimento com 60 leit&otilde;es distribuídos em delineamento de blocos casualizados completos com cinco tratamentos: controle (T1) - ra&ccedil;&atilde;o basal; com antimicrobiano (T2); com aditivos fitog&ecirc;nicos (T3); com butirato de sódio (T4) e com aditivos fitog&ecirc;nicos mais butirato de sódio (T5) e quatro repeti&ccedil;&otilde;es com tr&ecirc;s animais por repeti&ccedil;&atilde;o. Os tratamentos foram comparados por contrastes entre médias. Os leit&otilde;es dos tratamentos T2, T3, T4 e T5 apresentaram menor média na rela&ccedil;&atilde;o peso:comprimento do intestino delgado (p= 0,02) do que os do tratamento controle (T1). A média dos tratamentos T3 e T4 para o peso relativo do ceco foi menor (p= 0,09) e para a densidade de vilosidades do duodeno (DV) dos leit&otilde;es foi maior (p= 0,06) em rela&ccedil;&atilde;o aos do T5. Constatou-se ainda que as DV do duodeno dos leit&otilde;es do T3 foram maiores (p= 0,02) que as dos leit&otilde;es do T4. No jejuno, a média das DV dos leit&otilde;es dos tratamentos T2, T3, T4 e T5 foi maior (p= 0,03) que a dos leit&otilde;es do tratamento T1 e os leit&otilde;es do T4 apresentaram maiores DV (p= 0,08) que os do tratamento T3. Os diferentes aditivos demonstraram eficácia na manuten&ccedil;&atilde;o ou no aumento do número de vilos no jejuno. Os aditivos fitog&ecirc;nicos e o butirato de sódio, adicionados individualmente às ra&ccedil;&otilde;es dos animais, proporcionaram integridade morfométrica e fisiológica no intestino de leit&otilde;es desmamados aos 24 dias de idade.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras chave:</b> Antimicrobianos. Nutri&ccedil;&atilde;o. Promotores de crescimento. Suínos.</font></p> <hr size="1">     <p><font face="Verdana" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">The purpose of this trial was to evaluate the effects of phytobiotic additives and sodium butyrate as alternatives to antimicrobial growth promoters based on organs morphometry and intestinal histology for piglets weaned at 21 days old. A 34-d randomized complete block design experiment was carried out, with sixty weanling pigs, to compare five treatments: control (T1) basal diet; antimicrobial (T2); phytobiotic (T3); sodium butyrate (T4) and phytobiotic + sodium butyrate (T5), three animals per pen (experimental unit) and four replications per treatment. Specific contrasts were tested. Organs morphometry showed that the average of treatments T2, T3, T4 e T5 for weight:length ratio of small intestine was lower (p= 0.02) than that of control treatment. The average of T3 and T4 treatments for caecum relative weight was lower (p= 0.09) and for DV of duodenum of weanling pigs was higher (p= 0.06) than that of the T5. Piglets of T3 showed higher DV (p= 0.02) than those of T4. Jejunum DV average of treatments T2, T3, T4 e T5 was higher (p= 0.03) than that of T1, and piglets of T4 showed higher DV (p= 0.08) than those of T3. The additives were effectives in keeping or improving villous number of jejunum. However, phytobiotic additives and sodium butyrate added individually in animal diets provided morphological and physiological integrity in the intestine of piglets weaned at 24 days old.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Key words:</b> Antimicrobials. Growth promoters. Nutrition. Swine.</font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Nos dias posteriores ao desmame precoce, o leit&atilde;o passa por vários desafios e diferentes situa&ccedil;&otilde;es que podem levá-lo ao estresse, dentre estes est&atilde;o incluídos os fatores psicológicos, nutricionais (adapta&ccedil;&atilde;o à dieta sólida), ambientais (diferentes temperaturas e instala&ccedil;&otilde;es), sanitários (presen&ccedil;a de microrganismos patog&ecirc;nicos) e imunológicos (a imunidade ativa está em desenvolvimento e a imunidade passiva é limitada) (Viola e Vieira, 2003). A imaturidade digestiva, a insuficiente secre&ccedil;&atilde;o ácida juntamente com os fatores estressantes ao desmame podem resultar em má absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes, distúrbio no balan&ccedil;o da microbiota intestinal, altos custos com medicamentos e baixo desempenho (Etheridge <i>et al</i>., 1984; Viola e Vieira, 2003).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O desmame precoce dos suínos pode causar redu&ccedil;&atilde;o no consumo de alimentos e em consequ&ecirc;ncia disto pode ocorrer redu&ccedil;&atilde;o no ganho de peso, diarréias, morbidez e morte. As desordens digestivas e consequentes comprometimentos no desempenho, observados nesse período, também podem refletir no desenvolvimento animal durante as fases de crescimento e termina&ccedil;&atilde;o (Viola e Vieira, 2003).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">No período de transi&ccedil;&atilde;o da dieta líquida pela sólida podem ser observadas altera&ccedil;&otilde;es histológicas e bioquímicas no intestino delgado dos leit&otilde;es. As vilosidades podem ser encurtadas (atrofiadas) e perderem sua forma normal. As criptas podem se tornar mais profundas (hiperplasia) com redu&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o altura de vilosidade/profundidade de cripta e, por conseguinte, acarretar em diminui&ccedil;&atilde;o da capacidade de digest&atilde;o e absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes (McCracken <i>et al</i>., 1999). Redu&ccedil;&otilde;es de até 59,0% na altura dos vilos e aumento de até 144,0% na profundidade das criptas t&ecirc;m sido observadas entre 3 a 7 dias pós-desmame em leit&otilde;es aos 24 dias de idade ou menos (Molly, 2001).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os antimicrobianos (antibióticos e quimioterápicos) v&ecirc;m sendo utilizados desde meados do século XX, visando-se a melhoria do desempenho animal via redu&ccedil;&atilde;o da propaga&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as (Costa <i>et al</i>., 2007). A utiliza&ccedil;&atilde;o dos antimicrobianos em baixas dosagens em ra&ccedil;&otilde;es animais pode inibir o metabolismo bacteriano e reduzir a competi&ccedil;&atilde;o direta pelos nutrientes entre a bactéria e o hospedeiro, além de diminuir a produ&ccedil;&atilde;o microbiana de metabólitos, como aminas, am&ocirc;nia e endotoxinas que podem ter efeito direto sobre o epitélio intestinal e com isso impedirem a absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes (Windisch <i>et al</i>., 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com a possibilidade da indu&ccedil;&atilde;o de resist&ecirc;ncia bacteriana e da presen&ccedil;a de resíduos de antimicrobianos na carne, leite e ovos, a opini&atilde;o pública tem for&ccedil;ado restri&ccedil;&otilde;es ao uso de antimicrobianos como promotores de crescimento em vários países e o continente europeu tem liderado estas proibi&ccedil;&otilde;es. Com isso, surgiram restri&ccedil;&otilde;es e novas regulamenta&ccedil;&otilde;es quanto ao uso de antibióticos e quimioterápicos como aditivos de ra&ccedil;&otilde;es. Na Uni&atilde;o Européia, a partir de 2006 foi banido o uso de qualquer antimicrobiano promotor de crescimento na produ&ccedil;&atilde;o animal, sendo permitido o uso de antibióticos e quimioterápicos somente com finalidade curativa. A press&atilde;o para a remo&ccedil;&atilde;o de antimicrobianos das ra&ccedil;&otilde;es tem aumentado a busca por produtos alternativos que garantam máximo crescimento dos animais sem afetar a qualidade do produto final (Oetting <i>et al</i>., 2006b). Entre essas alternativas, podem ser destacadas as enzimas, os probióticos, os prebióticos, os aditivos fitog&ecirc;nicos e os ácidos org&acirc;nicos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Assim, constata-se a necessidade de avaliar a a&ccedil;&atilde;o de aditivos fitog&ecirc;nicos e do butirato de sódio, como alternativas aos antibióticos, e seus efeitos sobre a morfometira e a histologia do epitélio intestinal de leit&otilde;es recém-desmamados aos 24 dias de idade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Material e métodos</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Um experimento foi realizado na creche experimental do setor de suinocultura do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz-ESALQ/USP. Foram utilizados 60 leit&otilde;es híbridos comerciais, no período de 24 a 58 dias de idade, distribuídos em delineamento em blocos casualizados completos com cinco tratamentos, quatro repeti&ccedil;&otilde;es por tratamento e tr&ecirc;s animais por baia (dois machos e uma f&ecirc;mea ou duas f&ecirc;meas e um macho por baia).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os tratamentos consistiram de: tratamento controle (T1) ra&ccedil;&atilde;o basal; tratamento com antimicrobiano (T2) ra&ccedil;&atilde;o basal com 40 ppm de sulfato de colistina; tratamento com fitog&ecirc;nico (T3) ra&ccedil;&atilde;o basal com 500 ppm de aditivos fitog&ecirc;nicos microencapsulado (óleo essencial de tomilho, canela, eucalipto, <i>Melaleuca alternifolia</i>, <i>Echinaceae angustifolia</i>, extrato de gengibre e pimenta); tratamento com butirato de sódio (T4) ra&ccedil;&atilde;o basal com 1500 ppm de butirato de sódio microencapsulado; tratamento com fitog&ecirc;nico + butirato de sódio (T5) ra&ccedil;&atilde;o basal com 500 ppm de aditivos fitog&ecirc;nicos + 1500 ppm de butirato de sódio microencapsulados.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Durante o experimento, foram utilizadas ra&ccedil;&otilde;es pré-inicial, fornecida do 1<sup>o</sup> ao 14<sup>o</sup>dia e a inicial do 14<sup>o</sup> ao 34<sup>o</sup> dia de experimento. Os níveis nutricionais foram aqueles recomendados por Rostagno <i>et al</i>. (2005). As composi&ccedil;&otilde;es percentuais das dietas basais, assim como os valores nutricionais analisados ou calculados, podem ser encontrados na <b><a href="#t1">tabela I</a></b>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align=center><a name="t1"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art61_1_t1.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ao 34<sup>o</sup>dia de experimento, foi abatido um animal por unidade experimental. O animal escolhido foi aquele que apresentava o peso mais próximo da média dos animais de cada bloco, independente do sexo. Este critério foi adotado, admitindo-se n&atilde;o haver diferen&ccedil;a entre sexo nessa fase para as variáveis de histologia e morfometria dos órg&atilde;os. Imediatamente após o abate, segmentos de cerca de 3 cm de comprimento do duodeno (até 15 cm do esfíncter estomacal) e jejuno (1,5 m da jun&ccedil;&atilde;o do íleo com o intestino grosso) foram retirados, lavados com solu&ccedil;&atilde;o salina (0,9%) e fixados em solu&ccedil;&atilde;o formol tamponado.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As amostras foram transportadas para o Laboratório de Patologia do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Lavras (UFLA), onde foram preparados os cortes histológicos. As análises micrométricas dos cortes histológicos foram realizadas no Laboratório de Citologia do Departamento de Biologia da UFLA, utilizando um microscópio óptico com aumento de 32 vezes e medindo, em média, 12 vilosidades e suas respectivas criptas por amostra.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Simultaneamente à retirada de amostras para análise de microscopia óptica, foram retiradas amostras de 0,25cm<sup>2</sup> (0,50 x 0,50 cm) do duodeno e jejuno para análise de microscopia eletr&ocirc;nica de varredura. No momento da coleta, as amostras foram lavadas com solu&ccedil;&atilde;o salina (0,9%), mergulhadas em solu&ccedil;&atilde;o fixadora de Karnovisk por duas horas, e após este tempo foram cortadas e armazenadas na mesma solu&ccedil;&atilde;o. Posteriormente, elas foram transportadas para o Laboratório de Microscopia Eletr&ocirc;nica e Análise Ultra Estrutural do Departamento de Fitopatologia da UFLA, onde foram processadas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As amostras foram observadas em microscópio eletr&ocirc;nico de varredura. As imagens foram registradas digitalmente e as mais representativas gravadas em softwares próprios e as melhores imagens de cada amostra foram escolhidas para análise visual das vilosidades. Além desta avalia&ccedil;&atilde;o, foram feitas mensura&ccedil;&otilde;es do número de vilos em campos distintos de cada amostra. Após verificar a escala da fotografia, foi mensurado o campo de observa&ccedil;&atilde;o, feita a determina&ccedil;&atilde;o da área e calculada a densidade de vilos por área (vilos/1250000&mu;m<sup>2</sup>).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Após a retirada das amostras para as análises de histologia do epitélio intestinal, foram retirados e pesados os órg&atilde;os digestórios (est&ocirc;mago vazio, p&acirc;ncreas, fígado e intestino delgado e ceco vazios). Também foi feita a medi&ccedil;&atilde;o do comprimento do intestino delgado dos animais. De posse dos dados, foram calculados os pesos relativos dos órg&atilde;os, o comprimento relativo do intestino delgado e a rela&ccedil;&atilde;o peso: comprimento do intestino delgado considerando o peso vivo dos animais ao 34<sup>o</sup>dia de experimenta&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Foram feitas análises de vari&acirc;ncias pelo PROC GLM (General Linear Models) do SAS (2001). Foram testados contrastes ortogonais, utilizando o teste F (p&lt;0,10), para facilitar a interpreta&ccedil;&atilde;o e a aplicabilidade. Os contrates testados foram os seguintes:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">C1: T1 x média de T2, T3, T4 e T5;    <br>C2: T2 x média de T3, T4 e T5;    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>C3: média de T3 e T4 x T5;    <br>C4: T3 x T4.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As médias dos pesos dos animais aos 34 dias (P34) de experimenta&ccedil;&atilde;o, dos pesos relativos (em porcentagem do peso vivo) dos órg&atilde;os digestórios (est&ocirc;mago vazio, p&acirc;ncreas, fígado, intestino delgado e ceco vazios), assim como do comprimento, do comprimento relativo e da rela&ccedil;&atilde;o peso: comprimento do intestino delgado em fun&ccedil;&atilde;o dos tratamentos est&atilde;o apresentadas na <b><a href="#t2">tabela II</a></b>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t2"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art61_2_t2.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os leit&otilde;es dos tratamentos com aditivos (T2, T3, T4 e T5) apresentaram menor média na rela&ccedil;&atilde;o peso:comprimento do intestino delgado (p= 0,02), quando comparado com os leit&otilde;es do tratamento controle (T1). Este resultado pode ter sido consequ&ecirc;ncia do elevado consumo de ra&ccedil;&atilde;o dos leit&otilde;es que receberam o tratamento controle (706 g/dia) em rela&ccedil;&atilde;o aos demais tratamentos (T2: 694, T3: 684, T4: 715 e T5: 669 g/dia), uma vez que a ingest&atilde;o de alimentos pode interferir na altura das vilosidades e na profundidade das criptas (Pluske <i>et al</i>., 1997). Estes autores constataram que leit&otilde;es desmamados aos 21 dias de idade que consumiram menores quantidades de ra&ccedil;&atilde;o apresentaram altura de vilosidades e profundidades de cripta menores que os que consumiram maiores quantidades de ra&ccedil;&atilde;o. O maior consumo de ra&ccedil;&atilde;o pode, também, aumentar a massa intestinal e consequentemente a rela&ccedil;&atilde;o peso:comprimento do intestino delgado (Burrin <i>et al</i>., 2001).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os animais do tratamento butirato (T4) apresentaram uma rela&ccedil;&atilde;o peso:comprimento do intestino delgado 7,8% menor que os do tratamento controle (T1), apesar do elevado CDR (715 g/dia). O butirato pode ter diminuído a quantidade de microrganismos produtores de toxinas aderidos ao epitélio intestinal. Este modo de a&ccedil;&atilde;o mantém a integridade dos enterócitos, n&atilde;o promovendo irrita&ccedil;&otilde;es no epitélio e, consequentemente, n&atilde;o aumentando sua espessura e massa (Anderson <i>et al</i>., 1999).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os leit&otilde;es dos tratamentos fitog&ecirc;nico (T3) e butirato (T4) apresentaram menor média no peso relativo do ceco (p= 0,09) quando comparado com os leit&otilde;es do tratamento fitog&ecirc;nico + butirato (T5). O butirato e o fitog&ecirc;nico individualmente adicionados às dietas animais podem ter agido sobre os microrganismos presentes neste órg&atilde;o, diminuindo a produ&ccedil;&atilde;o de ácidos graxos voláteis, os quais fornecem energia para desenvolvimento dos enterócitos (Lin e Visek, 1991). Assim, a menor produ&ccedil;&atilde;o destes ácidos pode ter acarretado em menor taxa de replica&ccedil;&atilde;o celular no epitélio intestinal dos leit&otilde;es, levando à redu&ccedil;&atilde;o no peso relativo do ceco. Segundo Mellor (2000), podem ser observados efeitos antag&ocirc;nicos entre os princípios ativos presentes nos compostos fitog&ecirc;nicos, assim como entre os diferentes aditivos promotores de crescimento animal. No presente experimento, pode ter ocorrido um efeito antag&ocirc;nico quando o fitog&ecirc;nico e o butirato foram misturados (T5) prejudicando sua a&ccedil;&atilde;o sobre os animais.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os demais órg&atilde;os digestórios, assim como o comprimento e o comprimento relativo do intestino delgado dos animais, n&atilde;o foram influenciados (p&gt;0,10) pelos trata-mentos, mesmo quando comparados os contrastes de interesse. Estes resultados est&atilde;o de acordo com outros trabalhos, em que a adi&ccedil;&atilde;o de extratos vegetais e ácidos org&acirc;nicos n&atilde;o alterou os pesos relativos do intestino delgado e do cólon de suínos (Namkung <i>et al</i>., 2004) e os pesos relativos do fígado, p&acirc;ncreas, intestino delgado e intestino grosso de frangos (Hernández <i>et al</i>., 2004).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os animais que receberam o tratamento antimicrobiano apresentaram, numericamente, maior peso relativo do p&acirc;ncreas e do fígado em rela&ccedil;&atilde;o aos animais que receberam os demais tratamentos. Os antimicrobianos podem apresentar efeito direto sobre o metabolismo do animal, aumentando a atividade das enzimas citosólicas, ativando aminoácidos e incorporando-os às proteínas do fígado, influenciando diretamente no desempenho animal (Utiyama <i>et al</i>., 2006). No entanto, no presente estudo, os animais que receberam o tratamento antimicrobiano apresentaram, numericamente, menor desempenho (GDP: 428 g/dia) ao dos animais que receberam o tratamento controle (GDP: 434 g/dia), talvez, pela aus&ecirc;ncia de desafio nas instala&ccedil;&otilde;es experimentais ou pelas dietas altamente digestíveis fornecidas aos leit&otilde;es, n&atilde;o possibilitando ao antimicrobiano demonstrar seus mecanismos de a&ccedil;&atilde;o e, assim, n&atilde;o promover melhora na produ&ccedil;&atilde;o animal.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As médias de altura das vilosidades (AV), de profundidade das criptas (PC), da rela&ccedil;&atilde;o altura de vilosidade/profundidade de cripta (AV/PC) e da densidade de vilosidades (DV) do duodeno e do jejuno dos leit&otilde;es em fun&ccedil;&atilde;o dos tratamentos s&atilde;o apresentadas na <b><a href="#t3">tabela III</a></b>. As <b>figuras <a href="#f1">1</a> e <a href="#f2">2</a></b> apresentam, respectivamente, eletronmicrografias de varredura do duodeno e do jejuno dos leit&otilde;es, em fun&ccedil;&atilde;o dos tratamentos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t3"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art61_3_t3.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="f1"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art61_4_f1.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="f2"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art61_5_f2.jpg"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Houve diferen&ccedil;a entre os tratamentos (p&lt;0,10) apenas para a variável densidade de vilosidades (DV), tanto no duodeno quanto no jejuno. Para os contrastes estudados, no duodeno, a média da DV dos leit&otilde;es dos tratamentos fitog&ecirc;nico (T3) e butirato (T4) foi maior (p= 0,06) do que a do tratamento fitog&ecirc;nico + butirato (T5). Foi observado, também, maior DV (p= 0,02) para os animais do tratamento fitog&ecirc;nico (T3) em rela&ccedil;&atilde;o a dos animais do tratamento butirato (T4). No jejuno, a média da DV dos leit&otilde;es dos tratamentos com aditivos (T2, T3, T4 e T5) foi maior (p= 0,03) do que a dos leit&otilde;es do tratamento controle (T1). Os animais do tratamento butirato (T4) apresentaram maior DV (p= 0,08) do que os animais do tratamento fitog&ecirc;nico (T3). Com base nesses resultados pode-se sugerir que a presen&ccedil;a dos aditivos na dieta manteve ou até mesmo aumentou o número de vilos/área nas regi&otilde;es de maior absor&ccedil;&atilde;o intestinal.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Apesar de n&atilde;o significativo, o duodeno dos animais do tratamento fitog&ecirc;nico (T3) apresentou menor PC e maior rela&ccedil;&atilde;o AV/ PC do que os animais dos demais trata-mentos. É importante ressaltar, ainda, que a DV do duodeno dos leit&otilde;es que receberam o tratamento fitog&ecirc;nico (T3) também foi superior (p&lt;0,10) a dos demais tratamentos. Uma maior rela&ccedil;&atilde;o AV/PC e uma maior DV podem proporcionar maior digest&atilde;o e absor&ccedil;&atilde;o dos nutrientes da dieta, refletindo em melhor desempenho, porém, n&atilde;o foi observado melhor desempenho para os animais que receberam o tratamento fitog&ecirc;nico (T3) (GDP:410 g/dia), quando comparado com os dos demais tratamentos (T1 - GDP:434 g/ dia; T2 - GDP:428 g/dia; T4 - GDP:450 g/dia e T5 - GDP:415 g/dia). Criptas menos profundas podem ser decorrentes de menor prolifera&ccedil;&atilde;o celular devido ao menor turnover das células epiteliais e, consequentemente, menor reposi&ccedil;&atilde;o celular. Manzanilla <i>et al</i>. (2006) e Utiyama (2004) também n&atilde;o observaram efeitos dos aditivos fitog&ecirc;nicos na histologia intestinal de leit&otilde;es, porém encontraram efeitos numericamente positivos dos aditivos fitog&ecirc;nicos na rela&ccedil;&atilde;o AV/PC do jejuno e do íleo (Manzanilla <i>et al</i>., 2006) e na AV e na rela&ccedil;&atilde;o AV/ PC do duodeno e do jejuno (Utiyama, 2004). Viola e Vieira (2007), estudando a substitui&ccedil;&atilde;o de antibiótico por ácidos org&acirc;nicos ou inorg&acirc;nicos na dieta de leit&otilde;es, também n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as significativas na AV e na PC dos animais que receberam ácidos org&acirc;nicos e inorg&acirc;nicos ou antibiótico em suas ra&ccedil;&otilde;es comparado aos que receberam o tratamento isento de promotores de crescimento. Por outro lado, Oetting <i>et al</i>. (2006a) observou menor rela&ccedil;&atilde;o AV/ PC no íleo dos leit&otilde;es que receberam extratos vegetais nas suas ra&ccedil;&otilde;es quando comparado com os leit&otilde;es que receberam a ra&ccedil;&atilde;o controle negativo. Em frangos, Demir <i>et al</i>. (2003), estudando a substitui&ccedil;&atilde;o de antibióticos por diferentes aditivos fitog&ecirc;nicos observaram menor profundidade de cripta no íleo (p&lt;0,05) dos animais que receberam timol (princípio ativo do tomilho) ou alho em rela&ccedil;&atilde;o aos animais que receberam o tratamento com antibiótico. Na realidade, cada segmento do intestino delgado e grosso apresenta fun&ccedil;&otilde;es específicas, devendo ser estudados e comparados separadamente, uma vez que as respostas dos aditivos podem ser completamente diferentes, porém, o número de trabalhos com estes aditivos e avaliando a histologia intestinal de leit&otilde;es é escasso e os resultados contraditórios.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O duodeno dos animais do tratamento butirato (T4) apresentou maior AV e, o jejuno, maior densidade de vilos. A maior DV observada no segmento de maior digest&atilde;o e absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes, juntamente com a maior AV no duodeno, podem ter contribuído para o bom desempenho dos animais, conforme dados citados acima.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Viola e Vieira (2007) também observaram maior AV no duodeno dos animais que receberam ácidos org&acirc;nicos e inorg&acirc;nicos em suas ra&ccedil;&otilde;es quando comparado com os animais que receberam uma ra&ccedil;&atilde;o isenta de qualquer promotor de crescimento.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Uma menor contagem de vilos/área n&atilde;o significa, necessariamente, menor capacidade absortiva, pois pode haver uma compensa&ccedil;&atilde;o na altura dos mesmos. Assim, a capacidade absortiva pode ser considerada dependente da densidade e altura dos vilos e microvilos e n&atilde;o somente de uma única variável (Macari, 1995 citado por Kindlein, 2006). No desmame, o intestino delgado dos leit&otilde;es geralmente sofre uma redu&ccedil;&atilde;o na altura das vilosidades e um aumento na profundidade das criptas, mudan&ccedil;as estas associadas com uma diminui&ccedil;&atilde;o na capacidade absortiva (Pluske <i>et al</i>., 1996), comprometendo o crescimento e, consequentemente, prolongando o tempo para os animais atingirem o peso de abate. O ganho de peso e o consumo de ra&ccedil;&atilde;o de leit&otilde;es recém-desmamados est&atilde;o positivamente correlacionados com a altura das vilosidades intestinais (Pluske <i>et al</i>., 1996; Pluske <i>et al</i>., 2003). Os dados do presente experimento corroboram com esta afirma&ccedil;&atilde;o, em que os animais que receberam butirato de sódio em suas dietas tenderam a apresentar maior CDR, GDP (dados apresentados acima) e maior altura das vilosidades. Gálfi e Bokori (1990) citado por Partanen e Mroz (1999) observaram maior altura das vilosidades no íleo de animais em crescimento quando estes receberam 1,7 gde butirato de sódio por kg de ra&ccedil;&atilde;o. É conhecido que ácidos graxos de cadeia curta, principalmente o ácido butírico, estimulam a prolifera&ccedil;&atilde;o das células epiteliais, promovendo, assim, maior altura das vilosidades.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No jejuno, os leit&otilde;es que receberam o tratamento controle apresentaram vilos mais irregulares, em formas de folha ou língua, mais espa&ccedil;ados, largos e difusos, conforme apresentado na <b><a href="#f2">figura 2</a></b>. Isto pode explicar a menor DV encontrada para os animais deste tratamento em compara&ccedil;&atilde;o a média dos animais dos demais tratamentos (p= 0,03).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Mesmo sem diferen&ccedil;as (p&gt;0,10), é importante ressaltar que os animais que receberam o tratamento antimicrobiano (T2) apresentaram menor AV tanto no duodeno quanto no jejuno em rela&ccedil;&atilde;o aos animais que receberam o tratamento controle (T1). No duodeno, o antimicrobiano (T2) acarretou queda de 8,6% na AV e, no jejuno, de 16,3% quando comparado ao tratamento controle (T1). O consumo e a presen&ccedil;a de alimento no trato gastrintestinal s&atilde;o fundamentais para um bom funcionamento da mucosa intestinal, uma vez que a queda no consumo de ra&ccedil;&atilde;o resulta em vilos atrofiados (Pluske <i>et al</i>., 1996, 2003). Portanto, o baixo consumo de ra&ccedil;&atilde;o observado para os animais do tratamento antimicrobiano (T2) (694 g/dia) pode ter sido decisivo para o menor tamanho das vilosidades intestinais, quando comparado ao tratamento controle (T1) (706 g/dia).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os diferentes aditivos demonstraram eficácia na manuten&ccedil;&atilde;o ou no aumento do número de vilos no jejuno, porém, no duodeno, a combina&ccedil;&atilde;o do fitog&ecirc;nico e do butirato de sódio tanto para a variável DV, quanto para o peso relativo do ceco, n&atilde;o foi favorável, em rela&ccedil;&atilde;o ao aditivo fitog&ecirc;nico e ao butirato de sódio adicionado individualmente às ra&ccedil;&otilde;es dos animais.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Há evid&ecirc;ncias, de acordo com os dados apresentados, que os aditivos fitog&ecirc;nicos e o butirato de sódio, individualmente adicionados às ra&ccedil;&otilde;es animais, possam melhorar alguns aspectos intestinais e morfométricos de leit&otilde;es recém-desmamados.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Bibliografia</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Anderson, D.B., McCracken, V.J., Aminov, R.I., and Gaskins, H.R. 1999. Gut microbiology and Simpson, J.M., Mackie, R.I., Vestergen, M.W.A. growth-promoting antibiotics in swine. Pigs News Inf., 20: 115-122.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005866&pid=S0004-0592201100030006100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Burrin, D.G., Stoll, B., Van Goudoever, J.B. and Reeds, P.J. 2001. Nutrition requirements for intestinal growth and metabolism in the developing pig. In: Digestive physiology of pigs. CABI. Wallingford. 19: 75-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005868&pid=S0004-0592201100030006100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Costa, L.B., Tse, M.L.P. e Miyada, V.S. 2007. Extratos vegetais como alternativas aos antimicrobianos promotores de crescimento para leit&otilde;es recém-desmamados. Rev. Bras. Zootecn., 36: 589-595.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005870&pid=S0004-0592201100030006100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Demir, E., Sarica, S., Özcan, M.A. and Sui&ccedil;mez, M. 2003. The use of natural feed additives as alternatives for antibiotic growth promoter in broiler diets. Brit. Poultry Sci., 44: 44-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005872&pid=S0004-0592201100030006100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Etheridge, R.D., Seerley, R.W. and Huber, T.L. 1984. The effect of diet on fecal moisture, osmolarity of fecal extracts, products of bacterial fermentation and loss of minerals in feces of weaned pigs. J. Anim. Sci., 58: 1403-1411.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005874&pid=S0004-0592201100030006100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hernández, F., Madrid, J., García, V., Orengo, J. and Megías, M.D. 2004. Influence of two plant extracts on broilers performance, digestibility, and digestive organ size. Poultry Sci., 83: 169-174.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005876&pid=S0004-0592201100030006100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kindlein, L. 2006. Efeito de IgG e IGF-I das primeiras refei&ccedil;&otilde;es lácteas sobre a flutua&ccedil;&atilde;o sérica e características do epitélio intestinal em bezerros recém-nascidos. Tese (Doutorado em Ci&ecirc;ncia Animal e Pastagens). Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Universidade de S&atilde;o Paulo. Piracicaba, SP. 100 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005878&pid=S0004-0592201100030006100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lin, H.C. and Visek, W.J. 1991. Colon mucosal cell damage by ammonia in rats. J. Nutr., 121: 887-893.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005880&pid=S0004-0592201100030006100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McCracken, B.A., Spurlock, M.E., Roos, M.A., Zuckermann, F.A. and Gaskins, H.R. 1999. Weaning anorexia may contribute to local inflammation in the piglet small intestine. J. Nutr., 129: 613-619.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005882&pid=S0004-0592201100030006100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Manzanilla, E.G., Nofrarías, N., Anguita, M., Castilho, M., Perez, J.F., Martín-Orúe, S.M., Kamel, C. and Gasa, J. 2006. Effects of butyrate, avilamycin, and a plant extract combination on the intestinal equilibrium of early-weaned pigs. J. Anim. Sci., 84: 2743-2751.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005884&pid=S0004-0592201100030006100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mellor, S. 2000. Alternatives to antibiotic. Pig Progress., 16: 18-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005886&pid=S0004-0592201100030006100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Molly, K. 2001. Formulation to solve the intestinal puzzle. Pig Progress., 17: 20-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005888&pid=S0004-0592201100030006100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Namkung, H., Li, M., Gong, J., Yu, H., Cottrill, M. and De Lange, C.F.M. 2004. Impact of feeding blends of organic acids and herbal extracts on growth performance, gut microbiota and digestive function in newly weaned pigs. Can. J. Anim. Sci., 84: 697-704.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005890&pid=S0004-0592201100030006100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Oetting, L.L., Utiyama, C.E., Giani, P.A., Ruiz, U.S. e Miyada, V.S. 2006a. Efeitos de extratos vegetais e antimicrobianos sobre a digestibilidade aparente, o desempenho, a morfometria dos órg&atilde;os e a histologia intestinal de leit&otilde;es recémdesmamados. Rev. Bras. Zootecn., 35: 1389-1397.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005892&pid=S0004-0592201100030006100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Oetting, L.L., Utiyama, C.E., Giani, P.A., Ruiz, U.S. e Miyada, V.S. 2006b. Efeitos de antimicrobianos e extratos vegetais sobre a microbiota intestinal e a frequ&ecirc;ncia de diarréia em leit&otilde;es recémdesmamados. Rev. Bras. Zootecn., 35: 2013-2017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005894&pid=S0004-0592201100030006100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Partanen, K.H. and Mroz, Z. 1999. Organic acids for performance enhancement in pig diets. Nutr. Res. Rev., 12: 117-145.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005896&pid=S0004-0592201100030006100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pluske, J.R., Kerton, D.J., Cranwell, P.D., Campbell, R.G., Mullan, B.P., King, R.H., Power, G.N., Pierzynowski, S.G., Westrom, B., Rippe, C., Peulen, O. and Dunshea, F.R. 2003. Age, sex, and weight at weaning influence organ weight and gastrointestinal development of weanling pigs. Austral. J. Agric. Res., 54: 515-527.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005898&pid=S0004-0592201100030006100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pluske, J.R., Hampson, D.J. and Williams, I.H. 1997. Factors influencing the structure and function of the small intestine in the weaned pig. Rev. Livest. Prod. Sci., 51: 215-236.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005900&pid=S0004-0592201100030006100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pluske, J.R., Williams, I.H. and Aherne, F.X. 1996. Maintenance of villous height and crypt depth in piglets by providing continuous nutrition after weaning. Anim. Sci., 62: 131-144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005902&pid=S0004-0592201100030006100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rostagno, H.S., Albino, L.F.T., Donzele, J.L, Gomes, P.C., Oliveira, R.F., Lopes, D.C., Ferreira, A.S., Barreto, S.L.T. e Euclides, R.F. 2005. Composi&ccedil;&atilde;o de alimentos e exig&ecirc;ncias nutricionais. Tabelas brasileiras para aves e suínos; 2<sup>a</sup>ed. Editora UFV. Vi&ccedil;osa. 186 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005904&pid=S0004-0592201100030006100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">SAS. 2001. SAS user's guide: statistics. Statistical Analysis System Institute. Cary NC. 155 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005906&pid=S0004-0592201100030006100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Utiyama, C.E., Oetting, L.L., Giani, P.A., Ruiz, U.S. e Miyada, V.S. 2006. Efeitos de antimicrobianos, prebióticos, probióticos e extratos vegetais sobre a microbiota intestinal, a freq&uuml;&ecirc;ncia de diarréia e o desempenho de leit&otilde;es recém-desmamados. Rev. Bras. Zootecn., 36: 2359-2367.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005908&pid=S0004-0592201100030006100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Utiyama, C.E. 2004. Utiliza&ccedil;&atilde;o de agentes antimicrobianos, probióticos, prebióticos e extratos vegetais como promotores do crescimento de leit&otilde;es recém-desmamados. Tese (Doutorado em Ci&ecirc;ncia Animal e Pastagens). Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Universidade de S&atilde;o Paulo. Piracicaba, SP. 94 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005910&pid=S0004-0592201100030006100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Viola, E.S. e Vieira, S.L. 2003. Ácidos org&acirc;nicos e suas misturas em dietas de suínos. Em: Simpósio sobre Manejo e Nutri&ccedil;&atilde;o de Aves e Suínos. Anais... CBNA. Campinas SP. pp. 255-284.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005912&pid=S0004-0592201100030006100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Viola, E.S. e Vieira, S.L. 2007. Suplementa&ccedil;&atilde;o de acidificantes org&acirc;nicos e inorg&acirc;nicos em dietas para frangos de corte: desempenho zootécnico e morfologia intestinal. Rev. Bras. Zootecn., 36: 1097-1104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005914&pid=S0004-0592201100030006100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Windisch, W.M., Schedle, K., Plitzner, C. and Kroismayr, A. 2007. Use of phytogenic products as feed additives for swine and poultry. J. Anim. Sci., 86: 140-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1005916&pid=S0004-0592201100030006100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Recibido: 2-7-09    <br>Aceptado: 29-3-10</font></p>      ]]></body><back>
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