<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0004-0592</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Archivos de Zootecnia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Arch. zootec.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0004-0592</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Universidad de Córdoba]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0004-05922011000300062</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.4321/S0004-05922011000300062</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Acidificantes como alternativa aos antimicrobianos promotores do crescimento de leitões]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Acidifiers as alternatives to antimicrobial growth promoter of weanling pigs]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Braz]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.B.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.B.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Berenchtein]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tse]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.L.P.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.V.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Miyada]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.S.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo (USP) Escola Superior de Agricultura Lluiz de Queiroz (ESALQ) Departamento de Zootecnia]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Piracicaba SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<volume>60</volume>
<numero>231</numero>
<fpage>745</fpage>
<lpage>756</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.isciii.es/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-05922011000300062&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.isciii.es/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0004-05922011000300062&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.isciii.es/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0004-05922011000300062&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo do trabalho foi avaliar combinações de acidificantes como alternativas aos antimicrobianos melhoradores do desempenho de leitões na fase de creche. O experimento foi em blocos casualizados, com 34 dias de duração e cinco tratamentos. Foram utilizados 160 leitões Topigs recém-desmamados, em torno de 24 dias e peso inicial de 6,69±1,82 kg. Para o período de 1 a 14 dias de experimento (24 a 38 dias de idade), os tratamentos foram: Am - dieta pré-inicial com 0,004% de sulfato de colistina; A1 - pré-inicial com 0,5% do mistura 1 (contendo ácido fórmico, 145000 ppm; ácido fosfórico, 85 000 ppm); A2 - pré-inicial com 0,15% do mistura 2 (butirato de sódio, 64 000 ppm) e 0,4% do mistura 3 (ácido láctico, 620000 ppm; ácido fórmico, 40000 ppm); A3 - pré-inicial com 0,8% do mistura 4 (ácido propiônico, 198000 ppm; ácido acético, 196000 ppm; ácido fórmico, 196000 ppm; ácido fosfórico, 21000 ppm; ácido cítrico, 8500 ppm); A4 - dieta basal com 0,6% do mistura 4 e 0,15% do mistura 5 (ácido benzóico, 590000 ppm; ácido fórmico, 70000 ppm; ácido fosfórico, 50000 ppm; ácido cítrico, 40000 ppm). Para o período de 14 a 34 dias, os tratamentos foram: Am - dieta inicial com 0,004% de sulfato de colistina; A1 - inicial com 0,3% do mistura 1; A2 inicial com 0,1% do mistura 2 e 0,3% do mistura 3; A3 - inicial com 0,6% do mistura 4; A4 - inicial com 0,5% do mistura 4 e 0,1% do mistura 5. Foram alocados quatro leitões por unidade experimental. Na fase pré-inicial, o tratamento A2 proporcionou melhor peso aos 14 dias (P14) e ganho diário de peso (GDP) que o A3, e melhor conversão alimentar (CA) que o Am. Para o período total, o A4 determinou melhor CA que o Am. Os tratamentos não afetaram a freqüência de diarréia e o pH estomacal. O A4 resultou em menor valor de pH cecal que o Am. Para morfologia intestinal o A2 proporcionou menores valores de profundidade de cripta (PC) do jejuno que o A3 e o Am e maior relação altura de vilosidade:profundidade de cripta do jejuno que o A1 e o A3. Os acidificantes são uma alternativa promissora aos antimicrobianos promotores do crescimento de leitões na fase de creche.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this work was to evaluate several acidifier blens as alternatives to antimicrobial growth promoters of weanling pigs. A 34-d randomized complete block design experiment was carried out to compare five treatments using one hundred and sixty Topigs 24d-weaned pigs, with 6.69±1.82 kg live weight. For 1-14 d experimental period (24 to 38 days old), the treatments were: Am - pre-starter diet with 0.004% of colistin sulfate; A1 - pre-starter diet with 0.5% of blend 1 (containing formic acid, 145000 ppm; phosphoric acid, 85000 ppm); A2 - pre-starter diet with 0.15% of blend 2 (butyric acid, 64000 ppm) and 0.4% of blend 3 (lactic acid, 620000 ppm; formic acid, 40 000 ppm); A3 - pre-starter diet with 0.8% of blend 4 (propionic acid, 198000 ppm; acetic acid, 196000 ppm; formic acid, 196000 ppm; phosphoric acid, 21000 ppm; citric acid, 8500 ppm); and A4 - pre-starter diet with 0.6% of blend 4 and 0.15% of blend 5 (benzoic acid, 590000 ppm; formic acid, 70000 ppm; phosphoric acid, 50000 ppm; citric acid, 40000 ppm). For 1434 d experimental period, the treatments were: Am - starter diet with 0.004% of colistin sulfate; A1 starter diet with 0.3% of blend 1; A2 - starter diet with 0.1% of blend 2 and 0.3% of blend 3; A3 starter diet with 0.6% of blend 4; and A4 - starter diet with 0.5% of blend 4 and 0.1% of blend 5. The pigs were allotted to 20 suspended pens, with four pigs per experimental unit. For 1-14 d experimental period, treatment A2 gave better body weight at 14th day (BW14) and average daily gain (ADG) than A3, and better feed conversion (FC) than Am. For total experimental period (1-34 d), A4 gave better FC than Am. Treatments did not affect diarrhea frequency and stomach pH. Treatment A4 gave lower pH value than Am. For intestinal morphology, A2 provided smaller jejunum crypt depth (CD) than A3 and Am, and bigger ratio of jejunum villus height:crypt depth than A1 and A3. The acidifiers are a potential alternative to antimicrobial growth promoter for weanling piglets.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Ácidos orgânicos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Aditivos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Desempenho]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Suínos]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Organic acids]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Additives]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Performance]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Piglets]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Acidificantes como alternativa aos antimicrobianos promotores do crescimento de leit&otilde;es<sup>#</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Acidifiers as alternatives to antimicrobial growth promoter of weanling pigs</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Braz, D.B.<sup>*</sup>, Costa, L.B., Berenchtein, B., Tse, M.L.P., Almeida, V.V. e Miyada, V.S.</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Departamento de Zootecnia. ESALQ/USP. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Universidade de S&atilde;o Paulo. Piracicaba, SP. Brasil. <sup>*</sup><a href="mailto:dbbraz@yahoo.com.br">dbbraz@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>#</sup>Parte da Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado do primeiro autor.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O objetivo do trabalho foi avaliar combina&ccedil;&otilde;es de acidificantes como alternativas aos antimicrobianos melhoradores do desempenho de leit&otilde;es na fase de creche. O experimento foi em blocos casualizados, com 34 dias de dura&ccedil;&atilde;o e cinco tratamentos. Foram utilizados 160 leit&otilde;es Topigs recém-desmamados, em torno de 24 dias e peso inicial de 6,69&plusmn;1,82 kg. Para o período de 1 a 14 dias de experimento (24 a 38 dias de idade), os tratamentos foram: Am - dieta pré-inicial com 0,004% de sulfato de colistina; A1 - pré-inicial com 0,5% do mistura 1 (contendo ácido fórmico, 145000 ppm; ácido fosfórico, 85 000 ppm); A2 - pré-inicial com 0,15% do mistura 2 (butirato de sódio, 64 000 ppm) e 0,4% do mistura 3 (ácido láctico, 620000 ppm; ácido fórmico, 40000 ppm); A3 - pré-inicial com 0,8% do mistura 4 (ácido propi&ocirc;nico, 198000 ppm; ácido acético, 196000 ppm; ácido fórmico, 196000 ppm; ácido fosfórico, 21000 ppm; ácido cítrico, 8500 ppm); A4 - dieta basal com 0,6% do mistura 4 e 0,15% do mistura 5 (ácido benzóico, 590000 ppm; ácido fórmico, 70000 ppm; ácido fosfórico, 50000 ppm; ácido cítrico, 40000 ppm). Para o período de 14 a 34 dias, os tratamentos foram: Am - dieta inicial com 0,004% de sulfato de colistina; A1 - inicial com 0,3% do mistura 1; A2 inicial com 0,1% do mistura 2 e 0,3% do mistura 3; A3 - inicial com 0,6% do mistura 4; A4 - inicial com 0,5% do mistura 4 e 0,1% do mistura 5. Foram alocados quatro leit&otilde;es por unidade experimental.    <br>Na fase pré-inicial, o tratamento A2 proporcionou melhor peso aos 14 dias (P14) e ganho diário de peso (GDP) que o A3, e melhor convers&atilde;o alimentar (CA) que o Am. Para o período total, o A4 determinou melhor CA que o Am. Os tratamentos n&atilde;o afetaram a freq&uuml;&ecirc;ncia de diarréia e o pH estomacal. O A4 resultou em menor valor de pH cecal que o Am. Para morfologia intestinal o A2 proporcionou menores valores de profundidade de cripta (PC) do jejuno que o A3 e o Am e maior rela&ccedil;&atilde;o altura de vilosidade:profundidade de cripta do jejuno que o A1 e o A3. Os acidificantes s&atilde;o uma alternativa promissora aos antimicrobianos promotores do crescimento de leit&otilde;es na fase de creche.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras chave:</b> Ácidos org&acirc;nicos. Aditivos. Desempenho. Suínos.</font></p> <hr size="1">     <p><font face="Verdana" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">The purpose of this work was to evaluate several acidifier blens as alternatives to antimicrobial growth promoters of weanling pigs. A 34-d randomized complete block design experiment was carried out to compare five treatments using one hundred and sixty Topigs 24d-weaned pigs, with 6.69&plusmn;1.82 kg live weight. For 1-14 d experimental period (24 to 38 days old), the treatments were: Am - pre-starter diet with 0.004% of colistin sulfate; A1 - pre-starter diet with 0.5% of blend 1 (containing formic acid, 145000 ppm; phosphoric acid, 85000 ppm); A2 - pre-starter diet with 0.15% of blend 2 (butyric acid, 64000 ppm) and 0.4% of blend 3 (lactic acid, 620000 ppm; formic acid, 40 000 ppm); A3 - pre-starter diet with 0.8% of blend 4 (propionic acid, 198000 ppm; acetic acid, 196000 ppm; formic acid, 196000 ppm; phosphoric acid, 21000 ppm; citric acid, 8500 ppm); and A4 - pre-starter diet with 0.6% of blend 4 and 0.15% of blend 5 (benzoic acid, 590000 ppm; formic acid, 70000 ppm; phosphoric acid, 50000 ppm; citric acid, 40000 ppm). For 1434 d experimental period, the treatments were: Am - starter diet with 0.004% of colistin sulfate; A1 starter diet with 0.3% of blend 1; A2 - starter diet with 0.1% of blend 2 and 0.3% of blend 3; A3 starter diet with 0.6% of blend 4; and A4 - starter diet with 0.5% of blend 4 and 0.1% of blend 5. The pigs were allotted to 20 suspended pens, with four pigs per experimental unit. For 1-14 d experimental period, treatment A2 gave better body weight at 14th day (BW14) and average daily gain (ADG) than A3, and better feed conversion (FC) than Am. For total experimental period (1-34 d), A4 gave better FC than Am. Treatments did not affect diarrhea frequency and stomach pH. Treatment A4 gave lower pH value than Am. For intestinal morphology, A2 provided smaller jejunum crypt depth (CD) than A3 and Am, and bigger ratio of jejunum villus height:crypt depth than A1 and A3. The acidifiers are a potential alternative to antimicrobial growth promoter for weanling piglets.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Key words:</b> Organic acids. Additives. Performance. Piglets.</font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na suinocultura o desmame precoce utilizado atualmente representa a prática de manejo mais crítica devido ao estresse sofrido pelo animal.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Por essa raz&atilde;o, o uso de antibióticos melhoradores de desempenho na alimenta&ccedil;&atilde;o de suínos recém-desmamados tem sido utilizado para diminuir a incid&ecirc;ncia de diarréia pós-desmame e promover melhora na performance dos animais (Partanen, 2002). Entretanto, a crescente press&atilde;o por parte dos consumidores por produtos de origem animal mais saudáveis imp&otilde;e a necessidade de pesquisar alternativas aos antibióticos. Os acidificantes possuem efeito antibacteriano semelhante aos antibióticos assim, eles t&ecirc;m merecido aten&ccedil;&atilde;o por parte dos pesquisadores como possíveis substitutos dos antimicrobianos (Namkung <i>et al</i>., 2004).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Dessa maneira, o objetivo do trabalho foi avaliar diferentes misturas de acidificantes como alternativas aos antimicrobianos melhoradores do desempenho de leit&otilde;es na fase de creche, por meio do desempenho dos animais, freq&uuml;&ecirc;ncia de diarréia, pH da dieta, do est&ocirc;mago e do ceco e morfologia do epitélio intestinal.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Material e métodos</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Foram utilizados 160 leit&otilde;es Topigs recém-desmamados no período de 24 a 58 dias de idade, alimentados com duas dietas basais, sendo a pré-inicial fornecida do 1<sup>o</sup>ao 14<sup>o</sup> dia e a inicial do 14<sup>o</sup>ao 34<sup>o</sup>dia de experimento. Níveis nutricionais das ra&ccedil;&otilde;es recomendados por Rostagno <i>et al</i>. (2005).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com 5 tratamentos, 8 repeti&ccedil;&otilde;es por tratamento (repeti&ccedil;&otilde;es no tempo) e 4 animais por baia.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Composi&ccedil;&atilde;o das combina&ccedil;&otilde;es utilizadas: mistura 1: ácido fosfórico, 14000 ppm e ácido fórmico, 85000 ppm; mistura 2: butirato de sódio, 64000 ppm; mistura 3: ácido láctico, 620000 ppm e ácido fórmico, 40000 ppm; mistura 4: ácido propi&ocirc;nico, 198000 ppm; ácido acético, 196000 ppm; ácido fórmico, 196000 ppm; ácido fosfórico, 21 000 ppm; ácido cítrico, 8500 ppm e cálcio, 250000 ppm e mistura 5: ácido benzóico, 590 000 ppm; ácido fosfórico, 50000 ppm; ácido fórmico, 70 000 ppm e ácido cítrico, 40 000 ppm. Os tratamentos na fase pré-inicial foram: antimicrobiano - dieta basal com 0,004% de sulfato de colistina (Am); acidificante 1 dieta basal com 0,5% do mistura 1(A1); acidificante 2 - dieta basal com 0,15% do mistura 2 e 0,4% do mistura 3 (A2); acidificante 3 - dieta basal com 0,8% do mistura 4 (A3); acidificante 4 - dieta basal com 0,6% do mistura 4 e 0,15% do mistura 5 (A4). Para a fase inicial os tratamentos foram: antimicrobiano - dieta basal com 0,004% de sulfato de colistina (Am); acidificante 1 dieta basal com 0,3% do mistura 1 (A1); acidificante 2 - dieta basal com 0,1% do mistura 2 e 0,3% do mistura 3 (A2); acidificante 3 - dieta basal com 0,6% do mistura 4 (A3); acidificante 4 - dieta basal com 0,5% do mistura 4 e 0,1% do mistura 5 (A4). As composi&ccedil;&otilde;es percentuais das ra&ccedil;&otilde;es basais pré-inicial e inicial encontramse nas <b>tabelas <a href="#t1">I</a> e <a href="#t2">II</a></b>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t1"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art62_1_t1.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align=center><a name="t2"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art62_2_t2.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">A avalia&ccedil;&atilde;o visual das fezes foi feita diariamente, com escores de 1 a 3, sendo: 1= fezes sólidas, 2= fezes pastosas e 3= fezes líquidas. Os dados de freq&uuml;&ecirc;ncia de diarréia, em %, foram transformados pela fun&ccedil;&atilde;o y= arcsen v (p/100), sendo p, a porcentagem de dias com diarréia, de acordo com o recomendado por Barbin (2003). A leitura do pH das dietas foi realizada por um peag&acirc;metro. Para análise do pH do est&ocirc;mago e do ceco e análise de morfologia intestinal foi abatido um animal por unidade experimental no 34<sup>o</sup>dia de experimento, dos quatro primeiros blocos. Imediatamente após o abate, para verifica&ccedil;&atilde;o do pH do est&ocirc;mago e do ceco, foi utilizado um peag&acirc;metro, de acordo com a metodologia descrita por Alvarenga <i>et al</i>. (2006).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Segmentos de cerca de 3 cm de comprimento do duodeno e do jejuno foram retirados para análise das medidas de altura de vilosidade e profundidade de cripta, feitas através de imagens geradas em um microscópio leica DMR, sendo analisadas 10 criptas e 10 vilos a cada 01 cm de campo microscópico.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os dados foram analisados através da vari&acirc;ncia pelo PROC GLM (General Linear Models) do SAS (2001) e compara&ccedil;&atilde;o de médias pelo teste Tukey.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para o período de 1 a 14 dias, os resultados médios de peso vivo aos 14 dias (P14), CDR, GDP e CA s&atilde;o apresentados na <b><a href="#t3">tabela III</a></b>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t3"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art62_3_t3.jpg"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os leit&otilde;es que receberam ra&ccedil;&atilde;o com acidificante apresentaram P14 e GDP semelhante aos leit&otilde;es que receberam ra&ccedil;&atilde;o com antimicrobiano, sendo que o P14 e o GDP foram maiores (p= 0,03 e p= 0,04) para o tratamento A2, quando comparado ao A3. Os leit&otilde;es do A2 apresentaram melhor (p= 0,004) CA em rela&ccedil;&atilde;o ao Am, e valores semelhantes aos demais tratamentos com acidificantes. N&atilde;o houve influ&ecirc;ncia (p&gt;0,05) sobre o CDR.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados de P14 e GDP est&atilde;o de acordo com os dados obtidos por Partanen e Mroz (1999), que verificaram que os acidificantes ajudam a contornar os problemas de baixo desempenho no pós-desmame.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O melhor resultado do A2 em rela&ccedil;&atilde;o ao A3 talvez possa ser justificado pela presen&ccedil;a de ácido láctico na ra&ccedil;&atilde;o. Durante o aleitamento, a presen&ccedil;a de ácido láctico formado pela a&ccedil;&atilde;o dos <i>Lactobacillus</i> sobre a lactose é responsável pela acidifica&ccedil;&atilde;o no est&ocirc;mago dos leit&otilde;es (Rostagno e Pupa, 1998). De acordo com Partanen e Mroz. (1999), o ácido láctico pode ter estimulado o funcionamento do intestino, atuando de maneira positiva na microbiota intestinal.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Nas condi&ccedil;&otilde;es de baixo desafio em que foi realizado o trabalho, os dados do estudo confirmam que, de 1 a 14 dias após o desmame, dietas com ácido láctico (ácido predominante do A2), promovem maior GP e melhor CA.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A melhora na CA dos animais com a utiliza&ccedil;&atilde;o de acidificantes na dieta corrobora os resultados obtidos por Manzanilla <i>et al</i>. (2006), em que a acidifica&ccedil;&atilde;o da dieta com 0,03% de butirato promoveu melhora significativa na CA para o período de duas semanas após o desmame. Por outro lado, os dados do presente estudo diferem daqueles obtidos por Krause <i>et al</i>. (1994), que n&atilde;o observaram diferen&ccedil;as significativas na CA dos animais com a adi&ccedil;&atilde;o de ácidos org&acirc;nicos às dietas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O bom desempenho dos animais com a utiliza&ccedil;&atilde;o de ácidos org&acirc;nicos pode ter ocorrido pelo maior aproveitamento da proteína da dieta. Outra hipótese é a a&ccedil;&atilde;o antimicrobiana dos ácidos org&acirc;nicos, especialmente contra <i>Escherichia coli</i>, responsável pela redu&ccedil;&atilde;o do crescimento e mortalidade dos animais no período do pósdesmame (Kirchgessner e Roth, 1982).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Avaliando a acidifica&ccedil;&atilde;o de dietas para leit&otilde;es, outros pesquisadores também n&atilde;o observaram efeito no CR dos animais no período pós-desmame (Risley <i>et al</i>., 1991), como neste estudo. Em outras pesquisas, porém, a inclus&atilde;o de 2,0% de ácido propi&ocirc;nico na dieta promoveu uma diminui&ccedil;&atilde;o significativa no CR (Giesting e Easter, 1985), enquanto a inclus&atilde;o dos ácidos propi&ocirc;nico, láctico, fórmico, málico, cítrico e fumárico (Tsiloyiannis <i>et al</i>., 2001) e de uma mistura acidificantes (Kirchgessner e Roth, 1982) promoveram aumento significativo no CR para todos os ácidos testados. Os autores concluíram que o aumento do consumo deve estar relacionado com a melhora na palatabilidade das ra&ccedil;&otilde;es acidificadas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para o período de 1 a 34 dias, os resultados médios de peso vivo aos 34 dias (P34), CDR, GDP e CA s&atilde;o apresentados na <b><a href="#t4">tabela IV</a></b>. De 1 a 34 dias, embora n&atilde;o tenha sido detectada qualquer diferen&ccedil;a significativa (p&gt;0,05) para as variáveis P34, CDR e GDP, observaram-se diferen&ccedil;as (p= 0,0006) na CA, de modo que o A4 apresentou melhor CA, comparado ao AM e ao A1.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align=center><a name="t4"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art62_4_t4.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados de CA de 1 a 34 dias est&atilde;o de acordo com aqueles encontrados na literatura, em que a adi&ccedil;&atilde;o de até 3,0% de ácido fumárico (Giesting <i>et al</i>., 1991), e a adi&ccedil;&atilde;o de 1,5% de ácido cítrico (Risley <i>et al</i>., 1991) à dieta de leit&otilde;es no período de quatro semanas após o desmame promoveu melhora significativa na CA. Os resultados de desempenho de 14 a 34 dias n&atilde;o foram analisados isoladamente em fun&ccedil;&atilde;o do efeito residual dos tratamentos. No entanto, os resultados numéricos desse período mostram que o A1 e o A2 continuaram apresentando os maiores valores de CDR, como de 1 a 14 dias. Os maiores resultados numéricos de GDP e os menores resultados de CA foram do A4, diferente do período de 1 a 14 dias.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Como observado em outras pesquisas (Silva, 2002), a acidifica&ccedil;&atilde;o da dieta de 1 a 34 dias n&atilde;o promoveu diferen&ccedil;a significativa para o CR, demonstrando que a utiliza&ccedil;&atilde;o de acidificantes em dietas para suínos n&atilde;o afeta de maneira negativa o CR.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">N&atilde;o foi observada qualquer diferen&ccedil;a (p&gt;0,05) para a freq&uuml;&ecirc;ncia de diarréia com a utiliza&ccedil;&atilde;o de acidificantes. A <b><a href="#t5">tabela V</a></b> apresenta as médias de freq&uuml;&ecirc;ncia de diarréia (MFD, %) e média transformada (MT) para os períodos de 1 a 14 dias e de1 a 34 dias.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t5"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art62_5_t5.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">A diarréia é um dos principais problemas relacionados ao comprometimento no desempenho de leit&otilde;es após o desmame e observando os valores numéricos do presente estudo, nota-se que os animais do Am e do A1 apresentaram menor freq&uuml;&ecirc;ncia de diarréia com rela&ccedil;&atilde;o aos demais tratamentos, de 1 a 14 dias.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">De 1 a 34 dias, os valores numéricos demonstram que o A2 apresentou maior freq&uuml;&ecirc;ncia de diarréia que os demais tratamentos. A microbiota intestinal, porém, n&atilde;o foi avaliada, n&atilde;o sendo possível confirmar se a diferen&ccedil;a numérica entre os tratamentos está relacionada com a redu&ccedil;&atilde;o de patógenos, como <i>Escherichia coli</i>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Outro fator que deve ser considerado para explicar os resultados de freq&uuml;&ecirc;ncia de diarréia nos animais é o reduzido desafio sanitário nas instala&ccedil;&otilde;es do teste. Os dados do presente estudo corroboram aqueles obtidos por Tsiloyiannis <i>et al</i>. (2001), que afirmam que os ácidos org&acirc;nicos podem ser utilizados como uma alternativa aos antibióticos, controlando de maneira eficaz a diarréia. A acidifica&ccedil;&atilde;o das dietas também promove melhor consist&ecirc;ncia de fezes e previne a ocorr&ecirc;ncia de diarréia pósdesmame causada por <i>Escherichia coli</i> (Freitas <i>et al</i>., 2006).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A dissocia&ccedil;&atilde;o das moléculas dos ácidos org&acirc;nicos no citoplasma dos microrganismos, reduzindo o pH e desnaturando o DNA de forma irreversível, é apresentado como o provável mecanismo de a&ccedil;&atilde;o dos acidificantes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os valores médios de pH das ra&ccedil;&otilde;es utilizadas de 1 a 14 dias e de 14 a 34 dias, dos valores do pH do est&ocirc;mago e do pH do ceco s&atilde;o apresentados na <b><a href="#t6">tabela VI</a></b>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t6"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art62_6_t6.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o ao Am, na dieta pré- inicial o uso dos diferentes acidificantes determinou redu&ccedil;&otilde;es médias de 0,26; 0,17; 0,25 e 0,20 unidade de pH da ra&ccedil;&atilde;o para os tratamentos A1, A2, A3 e A4, respectivamente. E redu&ccedil;&otilde;es médias de 0,17; 0,15; 0,22 e 0,27 unidade de pH da ra&ccedil;&atilde;o para A1, A2, A3 e A4, respectivamente, na dieta inicial.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">N&atilde;o foi observada diferen&ccedil;a significativa (p&gt;0,05) para o pH do conteúdo estomacal dos animais com a acidifica&ccedil;&atilde;o da dieta, de 1 a 34 dias. Esses dados est&atilde;o de acordo com diversas pesquisas que demonstram que a acidifica&ccedil;&atilde;o da dieta n&atilde;o promove redu&ccedil;&atilde;o significativa dos valores de pH estomacal dos animais (Risley <i>et al</i>., 1991; Freitas <i>et al</i>., 2006).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os dados do presente trabalho contrastam, porém, com autores que verificaram redu&ccedil;&otilde;es significativas dos valores de pH do conteúdo do est&ocirc;mago de leit&otilde;es com uso de 3,0% de ácido cítrico (Radcliffe<i>et al</i>., 1998), 1,5% de ácido cítrico (Risley <i>et al</i>., 1992), para avalia&ccedil;&atilde;o após o abate dos animais, e 1,0% de ácido láctico (Thomlinson e Lawrence, 1981) para avalia&ccedil;&atilde;o dos animais in vivo, através de c&acirc;nulas. É importante ressaltar, porém, que os níveis de inclus&atilde;o dos ácidos descritos na literatura (de 1,0 a 3,0%) est&atilde;o bem acima dos utilizados no presente trabalho (de 0,1 a 0,8%) Apesar de n&atilde;o ter ocorrido diferen&ccedil;a significativa (p&gt;0,05) para os valores de pH estomacal, o Am, com maior valor de pH da ra&ccedil;&atilde;o, resultou em menor valor de pH estomacal. Esses resultados discordam da hipótese de que a acidifica&ccedil;&atilde;o das dietas promove redu&ccedil;&otilde;es no pH do trato digestivo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Uma das possíveis explica&ccedil;&otilde;es, além do baixo nível de inclus&atilde;o dos ácidos, está relacionada com o momento de coleta da digesta para análise de pH (Partanen e Mroz, 1999), uma vez que os animais receberam ra&ccedil;&atilde;o à vontade, porém n&atilde;o é possível assegurar o estágio de digest&atilde;o em que os animais estavam no momento do abate.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Outra hipótese é de que, no momento do abate, possa ter ocorrido contamina&ccedil;&atilde;o do conteúdo do est&ocirc;mago com a saliva ou conteúdo duodenal, que tendem a aumentar o pH gástrico ao introduzir subst&acirc;ncia alcalina no est&ocirc;mago. Maner <i>et al</i>. (1962), realizando pesquisas com leit&otilde;es, verificaram valores de pH estomacal de 1,6 para animais<i>in vivo</i> (através de c&acirc;nula), e de 3,6 após o abate dos mesmos animais.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Houve diferen&ccedil;a (p= 0,015) para os valores de pH do ceco. O A4 , determinou maior valor do pH cecal, quando comparado ao Am. Dados da literatura mostram que a inclus&atilde;o de 1,10% de uma mistura de ácidos com ácido fórmico, acético, láctico, fosfórico e cítrico promove redu&ccedil;&atilde;o significativa dos valores de pH do cólon, comparado ao tratamento com lincomicina (Nankung <i>et al</i>., 2004). Por outro lado, diversos autores n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as significativas para o pH do conteúdo do ceco com a acidifica&ccedil;&atilde;o da dieta (Risley <i>et al</i>., 1992; Silva, 2002). A inclus&atilde;o de 1,5% de ácido cítrico (Risley <i>et al</i>., 1992), de 2,5% de ácido láctico ou propionato de cálcio, isolados ou na forma de combina&ccedil;&otilde;es (Silva, 2002), e de 0,3% de butirato de sódio (Manzanilla <i>et al</i>., 2006), n&atilde;o promoveram redu&ccedil;&atilde;o nos valores de pH cecal dos animais.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na <b><a href="#t7">tabela VII</a></b> encontram-se os valores de altura de vilosidade (AV, &mu;m), de profundidade de cripta (PC, &mu;m) e a rela&ccedil;&atilde;o altura de vilosidade e profundidade de cripta (AV:PC) do duodeno e do jejuno ao 34<sup>o</sup>dia de experimenta&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t7"><img src="/img/revistas/azoo/v60n231/art62_7_t7.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">N&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as significativas (p&gt;0,05) de AV, PC e AV:PC do duodeno. Para morfologia do jejuno, foi observado efeito significativo sobre PC (p= 0,03) e AV:PC (p= 0,04). O A2 propor-cionou menores valores de PC com rela&ccedil;&atilde;o ao Am e ao A3, e maiores valores de AV:PC do jejuno que o A1 e o A3.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os melhores resultados de histologia intestinal apresentados pelo A2 concordam com os dados das pesquisas realizadas por Gálfi e Bokori (1990), em que a adi&ccedil;&atilde;o de butirato de sódio à dieta promoveu um aumento substancial no número de células constituintes dos vilos e, conseq&uuml;entemente, na AV. Silva (2002) também já havia mostrado que a adi&ccedil;&atilde;o de acidificantes à base de ácido láctico em dietas para leit&otilde;es promove maiores valores de AV e rela&ccedil;&atilde;o AV:PC, e menores valores de PC.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Por outro lado, a utiliza&ccedil;&atilde;o de antibiótico, de mistura de acidificantes com probióticos (Corassa <i>et al</i>., 2004), de mistura de acidificantes à base de ácido láctico (Namkung <i>et al</i>., 2004) e de butirato de sódio (Manzanilla <i>et al</i>., 2006) em dietas de leit&otilde;es resultaram em AV do jejuno (Namkung <i>et al</i>., 2004; Manzanilla <i>et al</i>., 2006) e do duodeno (Corassa <i>et al</i>., 2004) semelhantes, sendo que a dieta com acidificantes determinou, numericamente, maiores valores para essa variável. A a&ccedil;&atilde;o dos acidificantes sobre o desenvolvimento microbiológico intestinal é, aparentemente, similar a dos antimicrobianos melhoradores de desempenho. Sendo assim, é possível que a inibi&ccedil;&atilde;o da coloniza&ccedil;&atilde;o por microrganismos tenha beneficiado a mucosa intestinal, favorecendo a estrutura das vilosidades. (Chaveerach <i>et al</i>., 2004).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados obtidos permitem concluir que os acidificantes s&atilde;o uma alternativa promissora aos antimicrobianos promotores do crescimento de leit&otilde;es na fase de creche.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Agradecimentos</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pela concess&atilde;o de bolsa de estudos para o curso de mestrado, possibilitando a realiza&ccedil;&atilde;o desse estudo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Bibliografia</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Alvarenga, R.R., Zangeronimo, M.G., Silveira, H.S., Rodrigues, V.V., Oliveira Jr., G.M. e Fialho, E.T. 2006. Padroniza&ccedil;&atilde;o de uma metodologia eficaz de determina&ccedil;&atilde;o do pH do conteúdo estomacal de leit&otilde;es na fase inicial. Reuni&atilde;o Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia, 43. Anais... SBZ. Jo&atilde;o Pessoa, PA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001422&pid=S0004-0592201100030006200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Barbin, D. 2003. Planejamento e análise estatística de experimentos agropecuários. Midas. Arapongas. pp. 194.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001424&pid=S0004-0592201100030006200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Chaveerach, P., Keuzenkamp, D.A., Lipman, L.J.A. and Knapent, F. 2004. Effect of organic acids in drinking water for young broilers on Campylobacter infection, volatile fatty acid production, gut microflora and histological cell changes. Poultry Sci., 83: 330-334.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001426&pid=S0004-0592201100030006200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Corassa, A., Pena, S.M., Lopes, C.D., Bellaver, D. e Fernandes, P.C.C. 2004. Efeitos de MOS, ácidos org&acirc;nicos e probióticos em leit&otilde;es de 21 a 49 dias de idade. Congresso Latino Americano de Suinocultura, 2. Anais... Animalworld. Foz do Igua&ccedil;u, PR.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001428&pid=S0004-0592201100030006200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Freitas, L.S., Lopes, D.C., Freitas, A.F., Carneiro, J.C., Corassa, A., Pena, S.M. e Costa, L.F. 2006. Avalia&ccedil;&atilde;o de ácidos org&acirc;nicos em dietas para leit&otilde;es de 21 a 49 dias de idade. Rev. Bras. Zootecn., 35: 1711-1719.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001430&pid=S0004-0592201100030006200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Galfi, P. and Bokori, J. 1990. Feeding trial in pigs with a diet containing sodium n-butyrate. Acta Vet. Hung., 38: 3-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001432&pid=S0004-0592201100030006200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Giesting, D.W. and Easter, R.A. 1985. Response of starter pigs to supplementation of cornsoybean meal diets with organic acids. J. Anim. Sci., 60: 1288-1294.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001434&pid=S0004-0592201100030006200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Giesting, D.W., Roos, M.A. and Easter, R.A. 1991. Evaluation of the effect of fumaric acid and sodium bicarbonate addition on performance of starter pigs fed diets of different types. J. Anim. Sci., 69: 2489-2496.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001436&pid=S0004-0592201100030006200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kirchgessner, M. and Roth, F.X. 1982. Fumaric acid as a feed additive in pig nutrition. Pig News Information, 3: 259-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001438&pid=S0004-0592201100030006200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Krause, D.O., Harrison, P.C. and Easter, R.A. 1994. Characterization of the nutritional interactions between organic-acids and inorganic bases in the pig and chick. J. Anim. Sci., 72: 1257-1262.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001440&pid=S0004-0592201100030006200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Maner, J.H., Pond, W.G. and Loosli, J.K. 1962. Effect of isolated soybean protein and casein on the gastric pH and rate of passage of food residues in baby pig. J. Anim. Sci., 21: 49-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001442&pid=S0004-0592201100030006200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Manzanilla, E.G., Nofrarías, M., Anguita, M., Catillo, M., Perez, J.F., Martín-Orúe, S.M., Kamel, C. and Gasa, J. 2006. Effects of butyrate, avilamycin, and plant extract combination on the intestinal equilibrium of early-weaned pigs. J. Anim. Sci., 84: 2743-2751.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001444&pid=S0004-0592201100030006200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Namkung, H., Li, M., Gong, J., Yu, H., Cottrill, M. and Lange, C.F.M. 2004. Impact of feeding blends of organic acids and herbal extracts on growth performance, gut microbiota and digestive function in newly weaned pigs. Can. J. Anim. Sci., 84: 697-704.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001446&pid=S0004-0592201100030006200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Partanen, K.H. 2002. Using organic acids in pig feeding as an alternative to antibiotic feed additives. Simpósio sobre Manejo e Nutri&ccedil;&atilde;o de Aves e Suínos e Tecnologia da Produ&ccedil;&atilde;o de Ra&ccedil;&otilde;es. Anais... CBNA. Campinas, SP. pp. 45-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001448&pid=S0004-0592201100030006200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Partanen, K.H. and Mroz. 1999. Organic acids for performance enhancement in pig diets. Nutr. Res. Rev., 12: 117-145.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001450&pid=S0004-0592201100030006200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Radcliffe, J.S., Zhang, Z. and Kornegay, E.T. 1998. The effects of microbial phytase, citric acid, and their interaction in a corn-soybean meal-based diet for weanling pigs. J. Anim. Sci., 76: 1880-1886.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001452&pid=S0004-0592201100030006200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Risley, C.R., Kornegay, E.T., Lindermann, M.D. and Weakland, S.M. 1991. Effects of organic acids with and without a microbial culture on performance and gastrointestinal tract measurements of weanling pigs. Anim. Feed Sci. Tech., 35: 259-270.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001454&pid=S0004-0592201100030006200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Risley, C.R., Kornegay, E.T., Lindermann, M.D., Wood, D.M. and Eigel, W.N. 1992. Effects of feeding organic acids on selected intestinal content measurement at varying times postweaning in pigs. J. Anim. Sci., 70: 196-206.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001456&pid=S0004-0592201100030006200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rostagno, H.S., Albino, L.F.T., Donzele, J.L., Gomes, P.C., Oliveira, R.F., Lopes, D.C., Ferreira, A.S. e Barreto, S.L.T. 2005. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composi&ccedil;&atilde;o de alimentos e exig&ecirc;ncias nutricionais. 2<sup>a</sup>ed. Departamento de Zootecnia. Universidade Federal de Vi&ccedil;osa. Vi&ccedil;osa. 186 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001458&pid=S0004-0592201100030006200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rostagno, H.S. e Pupa, J.M. 1998. Fisiologia da digest&atilde;o e alimenta&ccedil;&atilde;o de leit&otilde;es. Simpósio sobre Nutri&ccedil;&atilde;o e Manejo de Leit&otilde;es. Anais... CBNA. Campinas, SP. pp. 60-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001460&pid=S0004-0592201100030006200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Silva, M.C. 2002. Efeito da adi&ccedil;&atilde;o de acidificantes e suas combina&ccedil;&otilde;es na alimenta&ccedil;&atilde;o de leit&otilde;es desmamados sobre o desempenho. 39 Reuni&atilde;o Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia. Anais ... Sociedade Brasileira de Zootecnia. Recife, PE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001462&pid=S0004-0592201100030006200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">SAS. 2001. Statistical Analysis System Institute. SAS user's guide: statistics. 155 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001464&pid=S0004-0592201100030006200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Thomlinson, J.R. and Lawrence, T.L.J. 1981. Dietary manipulation of gastric pH in the profilaxis of enteric disease in weaned pigs. Some field observations. Vet. Rec., 109: 120-122.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001466&pid=S0004-0592201100030006200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Tsiloyiannis, V.K., Kyriakis, S.C., Vlemmas, J. and Sarris, K. 2001. The effect of organic acids on the control of post-weaning oedema disease of piglets. Res. Vet. Sci., 70: 281-285.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1001468&pid=S0004-0592201100030006200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Recibido: 31-7-09    <br>Aceptado: 29-3-10</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alvarenga]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zangeronimo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira Jr.]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fialho]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Padronização de uma metodologia eficaz de determinação do pH do conteúdo estomacal de leitões na fase inicial]]></article-title>
<source><![CDATA[43. Anais... SBZ]]></source>
<year>2006</year>
<conf-name><![CDATA[ Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia]]></conf-name>
<conf-loc> </conf-loc>
<publisher-loc><![CDATA[João Pessoa^ePA PA]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barbin]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Planejamento e análise estatística de experimentos agropecuários]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>194</page-range><publisher-loc><![CDATA[Midas^eArapongas Arapongas]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chaveerach]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Keuzenkamp]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lipman]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.J.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Knapent]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of organic acids in drinking water for young broilers on Campylobacter infection, volatile fatty acid production, gut microflora and histological cell changes]]></article-title>
<source><![CDATA[Poultry Sci.]]></source>
<year>2004</year>
<volume>83</volume>
<page-range>330-334</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Corassa]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pena]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bellaver]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.C.C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de MOS, ácidos orgânicos e probióticos em leitões de 21 a 49 dias de idade]]></article-title>
<source><![CDATA[2. Anais... Animalworld]]></source>
<year>2004</year>
<conf-name><![CDATA[ Congresso Latino Americano de Suinocultura]]></conf-name>
<conf-loc> </conf-loc>
<publisher-loc><![CDATA[Foz do Iguaçu^ePR PR]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carneiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Corassa]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pena]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação de ácidos orgânicos em dietas para leitões de 21 a 49 dias de idade]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev. Bras. Zootecn.]]></source>
<year>2006</year>
<volume>35</volume>
<page-range>1711-1719</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Galfi]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bokori]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Feeding trial in pigs with a diet containing sodium n-butyrate]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Vet. Hung.]]></source>
<year>1990</year>
<volume>38</volume>
<page-range>3-17</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Giesting]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Easter]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Response of starter pigs to supplementation of cornsoybean meal diets with organic acids]]></article-title>
<source><![CDATA[J. Anim. Sci.]]></source>
<year>1985</year>
<volume>60</volume>
<page-range>1288-1294</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Giesting]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Roos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Easter]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Evaluation of the effect of fumaric acid and sodium bicarbonate addition on performance of starter pigs fed diets of different types]]></article-title>
<source><![CDATA[J. Anim. Sci.]]></source>
<year>1991</year>
<volume>69</volume>
<page-range>2489-2496</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kirchgessner]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Roth]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.X.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fumaric acid as a feed additive in pig nutrition]]></article-title>
<source><![CDATA[Pig News Information]]></source>
<year>1982</year>
<volume>3</volume>
<page-range>259-263</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Krause]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Harrison]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Easter]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Characterization of the nutritional interactions between organic-acids and inorganic bases in the pig and chick]]></article-title>
<source><![CDATA[J. Anim. Sci.]]></source>
<year>1994</year>
<volume>72</volume>
<page-range>1257-1262</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Maner]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pond]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Loosli]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of isolated soybean protein and casein on the gastric pH and rate of passage of food residues in baby pig]]></article-title>
<source><![CDATA[J. Anim. Sci.]]></source>
<year>1962</year>
<volume>21</volume>
<page-range>49-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Manzanilla]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nofrarías]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Anguita]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Catillo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Perez]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martín-Orúe]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kamel]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gasa]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of butyrate, avilamycin, and plant extract combination on the intestinal equilibrium of early-weaned pigs]]></article-title>
<source><![CDATA[J. Anim. Sci.]]></source>
<year>2006</year>
<volume>84</volume>
<page-range>2743-2751</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Namkung]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Li]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gong]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yu]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cottrill]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lange]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.F.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Impact of feeding blends of organic acids and herbal extracts on growth performance, gut microbiota and digestive function in newly weaned pigs]]></article-title>
<source><![CDATA[Can. J. Anim. Sci.]]></source>
<year>2004</year>
<volume>84</volume>
<page-range>697-704</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Partanen]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Using organic acids in pig feeding as an alternative to antibiotic feed additives]]></article-title>
<source><![CDATA[Anais... CBNA]]></source>
<year>2002</year>
<conf-name><![CDATA[ Simpósio sobre Manejo e Nutrição de Aves e Suínos e Tecnologia da Produção de Rações]]></conf-name>
<conf-loc> </conf-loc>
<page-range>45-62</page-range><publisher-loc><![CDATA[Campinas^eSP SP]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Partanen]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mroz]]></surname>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Organic acids for performance enhancement in pig diets]]></article-title>
<source><![CDATA[Nutr. Res. Rev.]]></source>
<year>1999</year>
<volume>12</volume>
<page-range>117-145</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Radcliffe]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zhang]]></surname>
<given-names><![CDATA[Z.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kornegay]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of microbial phytase, citric acid, and their interaction in a corn-soybean meal-based diet for weanling pigs]]></article-title>
<source><![CDATA[J. Anim. Sci.]]></source>
<year>1998</year>
<volume>76</volume>
<page-range>1880-1886</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Risley]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kornegay]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lindermann]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Weakland]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of organic acids with and without a microbial culture on performance and gastrointestinal tract measurements of weanling pigs]]></article-title>
<source><![CDATA[Anim. Feed Sci. Tech.]]></source>
<year>1991</year>
<volume>35</volume>
<page-range>259-270</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Risley]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kornegay]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lindermann]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wood]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eigel]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of feeding organic acids on selected intestinal content measurement at varying times postweaning in pigs]]></article-title>
<source><![CDATA[J. Anim. Sci.]]></source>
<year>1992</year>
<volume>70</volume>
<page-range>196-206</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rostagno]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albino]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.F.T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Donzele]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barreto]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.L.T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais]]></source>
<year>2005</year>
<edition>2</edition>
<page-range>186</page-range><publisher-loc><![CDATA[Viçosa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Departamento de Zootecnia. Universidade Federal de Viçosa]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rostagno]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pupa]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fisiologia da digestão e alimentação de leitões]]></article-title>
<source><![CDATA[Anais... CBNA]]></source>
<year>1998</year>
<conf-name><![CDATA[ Simpósio sobre Nutrição e Manejo de Leitões]]></conf-name>
<conf-loc> </conf-loc>
<page-range>60-87</page-range><publisher-loc><![CDATA[Campinas^eSP SP]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito da adição de acidificantes e suas combinações na alimentação de leitões desmamados sobre o desempenho]]></article-title>
<source><![CDATA[Anais ... Sociedade Brasileira de Zootecnia]]></source>
<year>2002</year>
<conf-name><![CDATA[39 Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia]]></conf-name>
<conf-loc> </conf-loc>
<publisher-loc><![CDATA[Recife^ePE PE]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>SAS</collab>
<source><![CDATA[Statistical Analysis System Institute: SAS user's guide: statistics]]></source>
<year>2001</year>
<page-range>155</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Thomlinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lawrence]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.L.J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Dietary manipulation of gastric pH in the profilaxis of enteric disease in weaned pigs: Some field observations]]></article-title>
<source><![CDATA[Vet. Rec.]]></source>
<year>1981</year>
<volume>109</volume>
<page-range>120-122</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tsiloyiannis]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kyriakis]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vlemmas]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sarris]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effect of organic acids on the control of post-weaning oedema disease of piglets]]></article-title>
<source><![CDATA[Res. Vet. Sci.]]></source>
<year>2001</year>
<volume>70</volume>
<page-range>281-285</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
