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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Nutrientes em cultivares de Brachiaria brizantha e estilosantes em cultivo solteiro e consorciado]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study evaluated the nutrient concentration of cultivars Brachiaria brizantha and estilosantes 'Campo Grande' in cropping and intercropping systems under different planting methods, for a period of two years. The experimental design was a complete randomized block, with measurements repeated over time, with four replications which treatments consisted of the following systems: estilosantes 'Campo Grande'; 'Xaraés' grass; 'Marandu' grass in monocropping or intercropped with estilosantes 'Campo Grande' in rows or at broadcast. The evaluations were conducted for two years in fall, winter, spring and summer on the same plots. The results showed that intercropping grass and legume influences the nutritional status of forage improving nutrient concentration. In general, the rows planting provided better nutrient concentrations.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Nutrientes em cultivares de <i>Brachiaria brizantha</i> e estilosantes em cultivo solteiro e consorciado</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Nutrients of <i>Brachiaria brizantha</i> and campo grande stylo in monocropping and intercropping systems</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Moreira, J.F.M.<sup>1</sup>; Costa, K.A.P.<sup>2*</sup>; Severiano, E.C.<sup>2</sup>; Simon, G.A.<sup>1</sup>; Cruvinel, W.S.<sup>2</sup> e Bento, J.C.<sup>1</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>Programa de Pós-Gradua&#231;&#227;o em Produ&#231;&#227;o Vegetal. Universidade de Rio Verde. Rio Verde-GO. Brasil    <br><sup>2</sup>Programa de Pós-Gradua&#231;&#227;o em Zootecnia e Ci&#234;ncias Agrárias. Instituto Federal Goiano. Campus Rio Verde. Rio Verde-GO. Brasil.<sup>*</sup><a href="mailto:katiazoo@hotmail.com">katiazoo@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Objetivou-se avaliar a concentra&#231;&#227;o de nutrientes de cultivares de <i>Brachiaria brizantha</i> e estilosantes 'Campo Grande' em cultivo solteiro e consorciado sob diferentes métodos de plantio, por um período de dois anos. O delineamento experimental utilizado foi de blocos completos ao acaso, com medidas repetidas no tempo, com quatro repeti&#231;&#245;es, cujos tratamentos foram constituídos dos seguintes sistemas: estilosantes 'Campo Grande', capim 'Xaraés' e capim 'Marandu' solteiros ou consorciados com estilosantes, em linha ou à lan&#231;o. As avalia&#231;&#245;es foram realizadas durante dois anos por esta&#231;&#245;es (outono, inverno, primavera e ver&#227;o) nas mesmas parcelas. Os resultados demonstraram que a consorcia&#231;&#227;o entre gramínea e leguminosa influencia no estado nutricional das forrageiras, por trazer melhoria na concentra&#231;&#227;o dos nutrientes. No geral, o método de plantio em linha proporcionou melhores concentra&#231;&#245;es de nutrientes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras chave:</b> <i>Brachiaria brizantha</i>. Esta&#231;&#227;o do ano.</font></p> <hr size="1">     <p><font face="Verdana" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">This study evaluated the nutrient concentration of cultivars <i>Brachiaria brizantha</i> and estilosantes 'Campo Grande' in cropping and intercropping systems under different planting methods, for a period of two years. The experimental design was a complete randomized block, with measurements repeated over time, with four replications which treatments consisted of the following systems: estilosantes 'Campo Grande'; 'Xaraés' grass; 'Marandu' grass in monocropping or intercropped with estilosantes 'Campo Grande' in rows or at broadcast. The evaluations were conducted for two years in fall, winter, spring and summer on the same plots. The results showed that intercropping grass and legume influences the nutritional status of forage improving nutrient concentration. In general, the rows planting provided better nutrient concentrations.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords:</b> <i>Brachiaria brizantha</i>. Season.</font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Introdu&#231;&#227;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O consórcio de gramíneas e leguminosas traz benefícios diretos para sistemas de produ&#231;&#227;o animal, pelo elevado valor nutritivo que as leguminosas normalmente apresentam e ou indiretos, como a reposi&#231;&#227;o de nitrog&#234;nio, por meio da fixa&#231;&#227;o biológica, tornando esse nutriente disponível para as gramíneas (Souza <i>et al</i>., 2002). Segundo Miranda <i>et al</i>. (1999), pastagens de gramíneas, leguminosas puras ou consorciadas, bem estabelecidas e com manuten&#231;&#227;o das exig&#234;ncias nutricionais, podem-se beneficiar de microrganismos do solo, bem como da associa&#231;&#227;o simbiótica com fungos micorrízicos, que aumentam a capacidade de absor&#231;&#227;o de nutrientes e da fixa&#231;&#227;o biológica do nitrog&#234;nio (FBN), principalmente pelas leguminosas, o que pode resultar em aumentos na qualidade e na quantidade de forragem.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Entre as leguminosas forrageiras tropicais destaca-se o estilosantes 'Campo Grande', que foi originado a partir de uma mistura varietal do <i>Stylosanthes capitata</i> e <i>S. macrocephala</i>, na propor&#231;&#227;o de 80 e 20 % respectivamente. Esta variedade vem se destacando por apresentar boa adapta&#231;&#227;o a solos arenosos e com baixa fertilidade, resist&#234;ncia à antracnose, grande produ&#231;&#227;o de sementes com boa capacidadede ressemeadura natural em campo, além de boa palatabilidade e digestibilidade, tendo teor de proteína de 15 a 24 % da matéria seca. Apresenta fixa&#231;&#227;o de nitrog&#234;nio atmosférico no solo, podendo fixar até 180 kg de nitrog&#234;nio ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup> (Moura <i>et al</i>., 2011).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Conhecer as exig&#234;ncias nutricionais das plantas forrageiras é fator primordial para o manejo, porque interferem na produ&#231;&#227;o e na qualidade da pastagem. Nesse sentido, objetivou-se avaliar a concentra&#231;&#227;o de nutrientes de cultivares de <i>Brachiaria brizantha</i> 'Marandu' e 'Xaraés' e estilosantes 'Campo Grande' (<i>Stylosanthes</i> ssp) em cultivo solteiro e consorciado sob diferentes métodos de plantio, por um período de dois anos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Material e métodos</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O experimento foi conduzido na Universidade de Rio Verde-GO, localizada na fazenda Fontes do Saber. A área total do experimento foi de aproximadamente 500 m<sup>2</sup>,sendo cada parcela de 16 m<sup>2</sup>. O solo foi classificado como Latossolo Vermelho distroférrico, cujas características, na camada de 0-20 cm de profundidade, est&#227;o apresentados na <b><a href="#t1">tabela I</a></b> e os dados de temperatura e precipita&#231;&#227;o pluvial na <b><a href="#f1">figura 1</a></b>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t1"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art4_t1.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="f1"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art4_f1.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O delineamento experimental utilizado foi de blocos completos ao acaso, com medidas repetidas no tempo e quatro repeti&#231;&#245;es. Os tratamentos foram constituídos dos seguintes sistemas forrageiros: estilosantes 'Campo Grande', capim 'Xaraés' e capim 'Marandu' solteiros ou consorciados com estilosantes, em linha ou à lan&#231;o, totalizando 28 parcelas experimentais. As avalia&#231;&#245;es foram realizadas durante dois anos (outono, inverno, primavera e ver&#227;o) nas mesmas parcelas. A área de cada parcela foi de 4x4 m e área útil de 6 m<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O preparo da área foi realizado eliminando as plantas invasoras com aplica&#231;&#227;o de glifosato na dosagem de 1500 g ha<sup>-1</sup>. Vinte dias após a desseca&#231;&#227;o foi aplicado 900 kg ha<sup>-1</sup> de calcário dolomítico 100 % PRNT (poder relativo de neutralizante total) e, posteriormente, realizada uma gradagem, seguida da niveladora.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No plantio foram aplicados 100 kg ha<sup>-1</sup> de p&lt;sub>2</sub>O<sub>5</sub>,60 kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O e 20 kg ha<sup>-1</sup> de FTE (elementos tra&#231;os fritados BR-12), utilizando como fontes: super fosfato simples, cloreto de potássio e fritas, respectivamente. No segundo ano foi realizada aduba&#231;&#227;o de manuten&#231;&#227;o com 80 kg ha<sup>-1</sup> de p&lt;sub>2</sub>O<sub>5</sub> e 60 kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O, provenientes das fontes de superfosfato simples e cloreto de potássio, respectivamente. Para os tratamentos com gramíneas solteiras foram aplicados 90 kg ha<sup>-1</sup> de nitrog&#234;nio por ano, parcelado em tr&#234;s aplica&#231;&#245;es, utilizando como fonte o sulfato de am&ocirc;nio.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para o plantio das forrageiras foram aplicados 5 e 9 kg ha<sup>-1</sup> de sementes puras viáveis do estilosantes 'Campo Grande' e capins 'Marandu' e 'Xaraés', respectivamente. O plantio do consórcio em linha foi constituído de 8 linhas (4 da gramínea e 4 da leguminosa) de 4,0 m cada, sendo, com espa&#231;amento entre linhas de 50 cm. Após germina&#231;&#227;o das sementes, foi realizado o desbate das plantas, nos dois sistemas consorciados (linha e lan&#231;o) permanecendo, com isso, o mesmo número de plantas de gramínea e leguminosa.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As avalia&#231;&#245;es dos sistemas forrageiros foram realizadas no período das águas e da seca, coletando duas amostras de 1 m<sup>2</sup> por parcela, de forma que foram amostradas gramíneas e leguminosas. Para o método de plantio a lan&#231;o aleatoriamente, dentro da área útil da parcela. A altura de corte foi de 20 cm do solo. Ao longo de dois anos, para todos os sistemas de produ&#231;&#227;o foram realizados 14 cortes de avalia&#231;&#227;o, nos seguintes períodos: Outono (mar&#231;o de 2008/2009 e maio de 2008/2009); Inverno (julho de 2008/ 2009 e setembro de 2008/2009); Primavera (outubro de 2008/2009 e dezembro de 2008/ 2009); Ver&#227;o (janeiro de 2009/2010).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O material coletado no campo foi acondicionado em sacos plásticos e enviado ao laboratório, onde foi retirada uma amostra representativa de cada parcela de, aproximadamente, 500 g e colocado em estufa de ventila&#231;&#227;o for&#231;ada a 55<sup>o</sup>C, por 72 horas, para pré-secagem. Posteriormente as amostras foram moídas e armazenadas em sacos plásticos, para serem analisadas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A análise química foi realizada na planta inteira para determina&#231;&#227;o das concentra&#231;&#245;es de N, P, Ca, Mg e K, com base na matéria seca (MS) das forrageiras. Para determina&#231;&#227;o do N, as amostras foram submetidas à digest&#227;o sulfúrica. O P à digest&#227;o úmida, utilizando a mistura nitroperclórica e a leitura foi realizada por colorimetria. O K por fotometria de chama e o Ca e Mg foram determinados por espectrofotometria de absor&#231;&#227;o at&ocirc;mica, de acordo com a metodologia descrita por Malavolta <i>et al</i>. (1997).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os dados foram submetidos à análise de vari&acirc;ncia e as médias comparadas pelo teste de Tukey, com nível de signific&acirc;ncia de 5 % de probabilidade. Para os anos de avalia&#231;&#227;o, as análises foram realizadas pelo modelo de parcela subdividida no tempo, conforme adequa&#231;&#227;o de modelos lineares de Gauss Markov, utilizando o software SISVAR (Ferreira, 2000).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados e discuss&#227;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">As concentra&#231;&#245;es de nitrog&#234;nio, fósforo, cálcio, magnésio e potássio foram influenciadas (p&lt;0,05) pelos sistemas forrageiros, esta&#231;&#245;es do ano, bem como a intera&#231;&#227;o desses fatores.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Quando analisa-se os sistemas forrageiros dentro de cada esta&#231;&#227;o do ano <b>(<a href="#t2">tabela II</a>)</b>, observa-se que, no outono, o estilosantes 'Campo Grande' solteiro obteve as maiores concentra&#231;&#245;es de nitrog&#234;nio, seguido dos consórcios com as gramíneas em linha e a lan&#231;o. No inverno, apenas as gramíneas solteiras diferenciaram dos outros sistemas, com menores concentra&#231;&#245;es. Já na primavera, todos os sistemas forrageiros foram influenciados, com maiores concentra&#231;&#245;es de nitrog&#234;nio para o estilosantes 'Campo Grande' solteiro, seguido dos capins 'Xaraés' e 'Marandu' consorciado com o estilosantes 'Campo Grande' em linha. Esse resultado pode ser decorrente da menor competi&#231;&#227;o das forrageiras, quando plantadas em linha. No entanto, no ver&#227;o, os sistemas consorciados apresentaram concentra&#231;&#245;es semelhantes entre as formas de plantio. Em todas as esta&#231;&#245;es estudadas, houve aumento expressivo na concentra&#231;&#227;o de nitrog&#234;nio nos sistemas consorciados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t2"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art4_t2.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Cantarutti e Boddey (1997) relataram que, parte do nitrog&#234;nio fixado pela leguminosa, pode ser transferida, direta ou indiretamente, para a gramínea associada por meio de produtos nitrogenados excretados pelas raízes, por fluxo de nitrog&#234;nio através de hifas de micorrizas que interconectam as raízes das duas espécies e por reabsor&#231;&#227;o do nitrog&#234;nio volatilizado ou lixiviado da folhagem da leguminosa. De acordo com Miranda <i>et al</i>. (1999), o estilosantes 'Campo Grande' pode fixar de 88 a 180 kg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1 </sup>de nitrog&#234;nio.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Costa <i>et al</i>. (2008 e 2009a) verificaram aumento de 65, 78 e 77 % nas concentra&#231;&#245;es de nitrog&#234;nio em cultivares de <i>Brachiaria brizantha</i> ('MG-4', 'Marandu' e 'Xaraés') em resposta às doses de nitrogênio.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Observa-se <b>(<a href="#t2">tabela II</a>)</b>, que as concentra&#231;&#245;es de nitrog&#234;nio variaram em rela&#231;&#227;o às esta&#231;&#245;es do ano. O estilosantes 'Campo Grande', no inverno apresentou menores concentra&#231;&#245;es, devido à baixa resist&#234;ncia dessa leguminosa no período seco do ano, onde, ocorre produ&#231;&#227;o natural de sementes e por isso, apresenta limita&#231;&#227;o para ser fornecido no período da seca.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para os capins 'Xaraés' e 'Marandu' solteiros e consorciados com estilosantes 'Campo Grande' a lan&#231;o, as maiores concentra&#231;&#245;es&nbsp; de nitrog&#234;nio foram obtidas no outono,&nbsp; seguido da primavera e ver&#227;o, que apresentaram concentra&#231;&#245;es semelhantes. Já para&nbsp; os capins 'Xaraés' e 'Marandu' consorciado&nbsp; com o estilosantes 'Campo Grande' em linha,&nbsp; as concentra&#231;&#245;es de nitrog&#234;nio do outono&nbsp; e primavera foram semelhantes, diferindo-se apenas do ver&#227;o e inverno.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As concentra&#231;&#245;es de nitrog&#234;nio obtidas no estilosantes 'Campo Grande' solteiro e consorciado com as gramíneas, independente do período de avalia&#231;&#227;o, est&#227;o bem&nbsp; acima das necessidades dos bovinos (de 13&nbsp; a 20 g kg<sup>-1</sup> para Werner <i>et al</i>., 1996).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">As concentrações de nitrogênio não foram influenciadas pelos tratamentos, quando se compara os anos de avalia&#231;&#227;o nos sistemas solteiros e consorciados em linha <b>(<a href="#f2">figura 2</a>)</b>. No entanto, para o sistema de plantio a lan&#231;o, houve decréscimo nas concentra&#231;&#245;es de nitrog&#234;nio de 31,7 e 30,4 %, no segundo ano, respectivamente para o consórcio com o capim 'Xaraés' e 'Marandu',quando os mesmo foram plantados a lan&#231;o. Esse resultado é importante para o manejo de implanta&#231;&#227;o de consórcio entre o estilosantes 'Campo Grande' e cultivares de <i>Brachiaria brizantha</i>, visto que no plantio a lan&#231;o, observou-se menor persist&#234;ncia da leguminosa em sobreviver junto com os capins 'Xaraés' e 'Marandu', apresentando um percentual de propor&#231;&#227;o de apenas 10 % no segundo ano de implanta&#231;&#227;o do sistema (Moreira <i>et al</i>., 2013). Outros fatores que explicam a menor persist&#234;ncia da leguminosa junto com as gramíneas, podem ser atribuídos, em parte, ao seu efeito alelopático (Almeida <i>et al</i>.,1997), a maior capacidade de extra&#231;&#227;o de nutrientes e o hábito de crescimento cespitoso da gramínea (Barcellos <i>et al</i>., 2000).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="f2"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art4_f2.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Analisando as concentrações de fósforo dos sistemas forrageiros dentro de cada estação do ano <b>(<a href="#t2">tabela II</a>)</b>, observa-se que, no outono, o estilosantes 'Campo Grande' solteiro e o capim 'Marandu' consorciado em linha apresentaram as maiores concentra&#231;&#245;es de P. Já no inverno, apenas o capim 'Marandu' diferenciou-se dos outros sistemas com menores concentra&#231;&#245;es de fósforo. E na primavera e ver&#227;o as maiores concentra&#231;&#245;es foram obtidas no estilosantes 'Campo Grande' solteiro e consorciado com o capim 'Xaraés' em linha, seguido dos sistemas de consórcio a lan&#231;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para todas as estações do ano, as menores concentrações de fósforo foram verificadas nas gramíneas solteiras <b>(<a href="#t2">tabela II</a>)</b>. Entretanto, quando há presen&#231;a da leguminosa no sistema, aumenta a concentra&#231;&#227;o de fósforo das gramíneas. Carvalho <i>et al</i>. (2006) avaliando a <i>Brachiaria decumbens</i> consorciada com <i>Calopogonium mucunoides</i>, verificaram que a concentra&#231;&#227;o de fósforo na matéria seca da parte aérea foi significativamente superior no sistema de consórcio (4,03 g kg<sup>-1</sup>), quando comparado com o sistema solteiro de <i>B. decumbens</i> fertilizada (1,0 g kg<sup>-1</sup>).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Quando se compara as concentrações de fósforo nas estações do ano, dentro de cada sistema forrageiro <b>(<a href="#t2">tabela II</a>)</b>, verificase que para o estilosantes 'Campo Grande', gramíneas solteiras e capim 'Marandu' consorciado em linha e a lan&#231;o, apenas o inverno diferiu das outras esta&#231;&#245;es, que n&#227;o diferiram entre si. No entanto, para o sistema consorciado do capim 'Xaraés' em linha e a lan&#231;o, as maiores concentra&#231;&#245;es foram obtidas na primavera, seguido do outono e ver&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para todos os sistemas forrageiros, as menores concentra&#231;&#245;es de fósforo foram verificadas no inverno. Este fato ocorreu, provavelmente, devido às condi&#231;&#245;es climáticas adversas, como redu&#231;&#227;o da precipita&#231;&#227;o, da temperatura e da radia&#231;&#227;o solar neste período do ano <b>(<a href="#f1">figura 1</a>)</b>, prejudicando o crescimento das forrageiras.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Comparando as concentra&#231;&#245;es de fósforo entre os anos de avalia&#231;&#227;o <b>(<a href="#f3">figura 3</a>)</b>, foi constatado efeito significativo em todos os sistemas forrageiros, com as maiores concentra&#231;&#245;es ocorrendo no primeiro ano de implanta&#231;&#227;o dos sistemas. Isso pode estar correlacionado com a menor produ&#231;&#227;o de forragem obtida nesse ano, acumulando, assim, maiores quantidades de fósforo nos tecidos da planta e causando efeito de concentra&#231;&#227;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align=center><a name="f3"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art4_f3.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Analisando a concentra&#231;&#227;o de cálcio dos sistemas forrageiros dentro de cada esta&#231;&#227;o <b>(<a href="#t3">tabela III</a>)</b>, observa-se que no outono, foram obtidas as maiores concentra&#231;&#245;es, seguido dos consórcios em linha e a lan&#231;o. No entanto, para o inverno, primavera e ver&#227;o, os sistemas consorciados com as gramíneas em linha apresentaram maiores concentra&#231;&#245;es de cálcio, quando comparados com os sistemas de consórcio a lan&#231;o. Moreira <i>et al</i>. (2005) relataram que as leguminosas s&#227;o, normalmente, mais ricas em cálcio que as gramíneas. Isto é devido às gramíneas apresentarem baixa capacidade de troca de cátions na raiz (CTC de raiz) e, os solos, principalmente os mais argilosos, adsorvem mais fortemente no seu colóide cátions com val&#234;ncia maior (Al<sup>+3</sup> > Ca<sup>+2</sup> > K<sup>+</sup>). Portanto, as gramíneas seriam mais eficientes na remo&#231;&#227;o de cátions monovalentes (K<sup>+3</sup>) do solo, por competi&#231;&#227;o por sítios de liga&#231;&#227;o, que poderiam interferir negativamente na absor&#231;&#227;o de cálcio, caracterizando o antagonismo entre os nutrientes (Marschner, 1995).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t3"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art4_t3.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Nesse sentido, quando os consórcios com as gramíneas s&#227;o realizados em linha, obt&#234;m maiores concentra&#231;&#245;es de cálcio, devido à maior presen&#231;a do estilosantes 'Campo Grande' no sistema. Barcelos <i>et al</i>. (2008) relataram que as leguminosas tropicais apresentam maior concentra&#231;&#227;o de cálcio na forragem, quando comparada com as gramíneas, podendo ser tr&#234;s vezes maior (1,2  <i>vs</i>. 0,4 %).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Resultados semelhantes foram obtidos por Oliveira <i>et al</i>. (2009), que verificaram que as concentra&#231;&#245;es de cálcio nos sistemas consorciados de <i>B. decumbens</i> e  <i>B. brizantha</i> com calopog&ocirc;nio, foram superiores aos observados nas gramíneas solteiras. No entanto, Carvalho <i>et al</i>. (2006), avaliando a concentra&#231;&#227;o de macronutrientes sob diferentes sistemas de cultivo (<i>B. decumbens</i> consorciada com calopog&ocirc;nio e <i>B. decumbens</i> solteira), verificaram que as concentra&#231;&#245;es de cálcio n&#227;o foram influenciadas nos sistemas estudados.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Quando se compara a concentra&#231;&#227;o de cálcio nas esta&#231;&#245;es do ano e dentro de cada sistema de plantio, verifica-se que, para todos os sistemas forrageiros, as maiores concentra&#231;&#245;es foram obtidas na primavera e ver&#227;o, diferenciando-se do outono e inverno. As menores concentra&#231;&#245;es foram verificadas no inverno para o estilosantes 'Campo Grande' solteiro e consorciado com as gramíneas a lan&#231;o, o que, provavelmente, também está relacionado aos fatores climáticos desfavoráveis nessa esta&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Quando analisa a concentra&#231;&#227;o de cálcio entre os anos de avalia&#231;&#227;o <b>(<a href="#f4">figura 4</a>)</b>, verificase que, no estilosantes 'Campo Grande', gramíneas solteiras e consorciadas em linha, as concentra&#231;&#245;es de cálcio n&#227;o foram influenciadas, mostrando semelhantes entre os anos avaliados. No entanto, quando o consórcio com as gramíneas foi realizado a lan&#231;o, ocorreu queda na concentra&#231;&#227;o de cálcio de 33,9 e 14,5 %, para os consórcios com os capins 'Xaraés' e 'Marandu', respectivamente.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="f4"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art4_f4.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Nos dois anos avaliados, as concentra&#231;&#245;es de cálcio est&#227;o mais elevadas do que as indicadas por Malavolta <i>et al</i>. (1986), que relataram que a faixa adequada para as forrageiras na alimenta&#231;&#227;o de ruminantes está entre 1,5 e 6,0 g kg<sup>-1</sup>. Oliveira <i>et al</i>. (2009), avaliando fontes de cálcio no desenvolvimento de gramíneas solteiras e consorciadas, verificaram concentra&#231;&#245;es de cálcio de 2,6 e 2,7 g kg<sup>-1</sup> no consórcio do capim 'Marandu' com calopog&ocirc;nio, quando utilizou como fonte a calagem e gessagem, respectivamente.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As concentra&#231;&#245;es de magnésio nos sistemas forrageiros dentro de cada esta&#231;&#227;o n&#227;o foram influenciadas no outono e inverno, n&#227;o apresentando diferen&#231;as significativas entre os diferentes sistemas. Já na primavera e ver&#227;o, as maiores concentra&#231;&#245;es foi verificado no estilosantes 'Campo Grande' solteiro e consorciado com as gramíneas em linha <b>(<a href="#t3">tabela III</a>)</b>. Ribeiro e Pereira (2011) relatam que o magnésio, como o nitrogênio, é parte estrutural da molécula de clorofila, assim, espera-se que o aumento do nitrogênio na planta, contribuindo para a formação da clorofila, proporcione mais altas exigências de magnésio.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Comparando as concentrações de magnésio nas estações do ano e dentro de cada sistema forrageiro <b>(<a href="#t3">tabela III</a>)</b>, observa-se que, para todos os sistemas, apenas as concentra&#231;&#245;es no inverno diferiu das demais esta&#231;&#245;es, com menores concentra&#231;&#245;es. Entretanto, mesmo nesse período, as concentra&#231;&#245;es de magnésio encontram-se acima das exig&#234;ncias requeridas pelos ruminantes que, segundo McDowell (1999), situam-se entre 1,6 e 1,9 g kg<sup>-1</sup>. Ribeiro e Pereira (2011) verificaram que as concentra&#231;&#245;es de magnésio do capim-tifton 85 aumentaram com o incremento do nitrog&#234;nio, com valores entre 4,0 e 5,0 g kg<sup>-1</sup>. Esses valores foram semelhantes aos obtidos nesse estudo para os sistemas consorciados de gramínea e leguminosa.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As concentra&#231;&#245;es de magnésio n&#227;o foram influenciadas (p&gt;0,05) quando se compara os anos de avalia&#231;&#227;o para os sistemas solteiros e consorciados em linha (<b><a href="#f3">figura 3</a></b>). No entanto, para o sistema de plantio a lan&#231;o, houve decréscimo na concentra&#231;&#227;o de 30,5 e 15,7 %, no segundo ano, para o consórcio com o capim 'Xaraés' e 'Marandu', respectivamente. No entanto, observa-se que, no plantio do consórcio com as gramíneas em linha, a concentra&#231;&#227;o de magnésio pouco variou entre os anos avaliados. Esse resultado é importante paramanter o valor nutricional da forragem por vários anos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Carvalho <i>et al</i>. (2006) avaliando a concentra&#231;&#227;o de macronutrientes da <i>B. decumbens</i> consorciada com calopog&ocirc;nio e solteira, verificaram que n&#227;o houve diferen&#231;a significativa na concentra&#231;&#227;o de magnésio, entre os sistemas, tanta na esta&#231;&#227;o chuvosa, como na seca.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com rela&#231;&#227;o ao estado nutricional da planta, as concentra&#231;&#245;es de magnésio dos anos avaliados s&#227;o consideradas adequadas em todos os sistemas forrageiros, ficando dentro dos níveis relatados (entre 0,5 e 2,0 g kg<sup>-1</sup>) para pastagens de gramíneas (Malavolta, 1992).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Analisando as concentra&#231;&#245;es de potássio dos sistemas forrageiros dentro de cada esta&#231;&#227;o <b>(<a href="#t4">tabela IV</a>)</b>, verifica-se que, no outono, as gramíneas solteiras apresentaram maiores concentra&#231;&#245;es de potássio, quando comparado com o estilosantes 'Campo Grande' solteiro e consorciado com as gramíneas em linha e a lan&#231;o. Já no inverno, apenas o estilosantes 'Campo Grande' solteiro diferiu dos demais sistemas forrageiros, com menores concentra&#231;&#245;es. Na primavera e ver&#227;o, as gramíneas solteiras e consorciados com o estilosantes 'Campo Grande' a lan&#231;o apresentaram as maiores concentra&#231;&#245;es. Esse resultado é atribuído as maiores concentra&#231;&#245;es de potássio que as gramíneas apresentaram, sendo considerado o nutriente de maior acúmulo e extra&#231;&#227;o nas gramíneas tropicais (Costa <i>et al</i>., 2009b). Trabalhando com extra&#231;&#227;o de nutrientes pela fitomassa dos cultivares de <i>Brachiaria brizantha</i> sob doses de nitrog&#234;nio, Costa <i>et al</i>. (2010), verificaram que a máxima extra&#231;&#227;o de macronutrientes pelos cultivares seguiu a ordem decrescente para potássio &gt; nitrog&#234;nio &gt; fósforo &gt; magnésio &gt; enxofre.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t4"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art4_t4.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Quando comparados os dois anos de avalia&#231;&#227;o dos diferentes sistemas forrageiros <b>(<a href="#f4">figura 4</a>)</b>, observa-se que, nos sistemas solteiros e consorciados com as gramíneas a lan&#231;o, as concentra&#231;&#245;es de potássio foram semelhantes entre os anos avaliados. No entanto, quando o consórcio do estilosantes 'Campo Grande' com as gramíneas foi realizado em linha, ocorreu queda na concentra&#231;&#227;o de 9,8 e 7,5 % para os consórcios com os capins 'Xaraés' e 'Marandu', respectivamente. Esse resultado é devido à maior porcentagem de leguminosa nesse sistema e, como o estilosantes 'Campo Grande' apresenta menor concentração de potássio <b>(<a href="#t4">tabela IV</a>)</b>, menores concentra&#231;&#245;es foram obtidas nessa forma de plantio.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Mesquita <i>et al</i>. (2004) trabalhando com doses de calcário, fósforo e gesso na <i>B. decumbens</i> consorciada com o estilosantes Mineir&#227;o, verificaram aumentos nas concentra&#231;&#245;es de cálcio, potássio e enxofre, resultando em melhoria no seu estado nutricional, o que pode ter contribuído para aumentar a porcentagem da leguminosa na pastagem.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Conclus&#245;es</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A consorcia&#231;&#227;o entre gramínea e leguminosa influencia no estado nutricional das forrageiras, por trazer melhoria na concentra&#231;&#227;o dos nutrientes. No geral, o método de plantio em linha proporcionou melhores concentra&#231;&#245;es de nutrientes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Bibliografia</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Almeida, A.R.P.; Lucchesi, A.A. e Abbado, M.R. 1997. Efeito alelopático de espécies de <i>Brachiaria Griseb</i> sobre algumas leguminosas forrageiras tropicais. II. Avalia&#231;&#245;es em casa de vegeta&#231;&#227;o. Bol Ind Anim, 54: 45-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031938&pid=S0004-0592201300040000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. Barcellos, A.O.; Andrade, R.P.; Karia, C.T. e Vilela, L. 2000. Potencial e uso de leguminosas forrageiras dos g&#234;neros <i>Stylosanthes</i>, <i>Arachis</i> e <i>Leucaena</i>. Em: Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 17. A planta forrageira no sistema de produ&#231;&#227;o. Anais... FEALQ. Piracicaba. pp. 297-357.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031940&pid=S0004-0592201300040000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. Barcellos, A.O.; Ramos, A.K.B.; Vilela, L. e Martha Junior, G.B. 2008. Sustentabilidade da produ&#231;&#227;o animal baseada em pastagens consorciadas e no emprego de leguminosas exclusivas, na forma de banco de proteína, nos trópicos brasileiros. Rev Bras Zootecn, 37: 51-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031942&pid=S0004-0592201300040000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. Cantarutti, R.B. e Boddey, R.M. 1997. Transfer&#234;ncia de nitrog&#234;nio das leguminosas para as gramíneas. Em: Simpósio Internacional sobre Produ&#231;&#227;o Animal em Pastejo, 1. Anais... DZO. Vi&#231;osa. pp. 431-445.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031944&pid=S0004-0592201300040000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5. Carvalho, F.G.; Burity, H.A.; Silva, V.N.; Silva, L.E.S.F.e Silva, A.J.N. 2006. Produ&#231;&#227;o de matéria seca e concentra&#231;&#227;o de macronutrientes em <i>Brachiaria decumbens</i> sob diferentes sistemas de manejo na zona da mata de Pernambuco. Pesqui Agropecu Trop, 36: 101-106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031946&pid=S0004-0592201300040000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. Costa, K.A.P.; Faquin, V.; Oliveira, I.P.; Araújo, J.L. e Rodrigues, R.B. 2008. Doses e fontes de nitrog&#234;nio em pastagem de capim 'Marandu': II Nutri&#231;&#227;o nitrogenada da planta. Rev Bras Ci&#234;nc Solo, 32: 1601-1607.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031948&pid=S0004-0592201300040000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. Costa, K.A.P.; Oliveira, I.P.; Faquin, V.; Silva, G.P. e Severiano, E.C. 2009a. Produ&#231;&#227;o de massa seca e nutri&#231;&#227;o nitrogenada de cultivares de <i>Brachiaria brizantha</i> (A. Rich) Stapf sob doses de nitrog&#234;nio. Ci&#234;nc Agrotec, 33: 1578-1585.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031950&pid=S0004-0592201300040000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8. Costa, K.A.P.; Faquin, V.; Oliveira, I.P.; Severiano, E.C.; Simon, G. A. e Carrijo, M.S. 2009b. Extra&#231;&#227;o de nutrientes do capim 'Marandu' sob doses e fontes de nitrog&#234;nio. Rev Bras Saúde Prod Anim, 10: 801-812.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031952&pid=S0004-0592201300040000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9. Costa, K.A.P.; Oliveira I.P.; Severiano, E.C.; Sampaio, F.M.T.; Carrijo, M.S. e Rodrigues, C.R. 2010. Extra&#231;&#227;o de nutrientes pela fitomassa de cultivares de <i>Brachiaria brizantha</i> sob doses de nitrog&#234;nio. Ci&#234;nc Anim Bras, 11: 307-314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031954&pid=S0004-0592201300040000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10. Ferreira, D.F. 2000. Análises estatísticas por meio do Sisvar para Windows vers&#227;o 4.0. In: Reuni&#227;o Anual da Regi&#227;o Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria. S&#227;o Carlos-SP. UFSCar. pp. 255-258.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031956&pid=S0004-0592201300040000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11. Malavolta, E. 1992. ABC da análise de solos e folhas. Agron&ocirc;mica Ceres. S&#227;o Paulo. 124 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031958&pid=S0004-0592201300040000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12. Malavolta, E.; Liem, T.H. e Primavesi, A.C. 1986. Exig&#234;ncias nutricionais das plantas forrageiras. In: Calagem e aduba&#231;&#227;o de pastagens. Anais... Associa&#231;&#227;o Brasileira da Potassa e do Fosfato. Piracicaba. pp. 31-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031960&pid=S0004-0592201300040000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13. Malavolta, E.; Vitti, G.C. e Oliveira, S.A. 1997. Avalia&#231;&#227;o do estado nutricional das plantas: princípios e aplica&#231;&#245;es. Associa&#231;&#227;o Brasileira da Potassa e do Fosfato. 2.<sup>a</sup> ed. Piracicaba. 319 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031962&pid=S0004-0592201300040000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14. Marschner, H. 1995. Mineral nutrition of higher plants. 2.<sup>a</sup> ed. Academic. New York. 874 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031964&pid=S0004-0592201300040000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">15. Mcdowell, L.R. 1999. Minerais para ruminantes sob pastejo em regi&#245;es tropicais, enfatizando o Brasil. 3.<sup>a</sup> ed. University of Florida. 89 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031966&pid=S0004-0592201300040000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. Mesquita, E.E.; Fonseca, D.M.; Pinto, J.C.; Nascimento Junior, D.; Pereira, O.G.; Venegas, V.H.A. e Moreira, L.M. 2004. Estabelecimento de pastagem consorciada com aplica&#231;&#227;o de calcário, fósforo e gesso. Ci&#234;nc Agrotec, 28: 428-436.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031968&pid=S0004-0592201300040000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">17. Miranda, C.H.B.; Fernandes, C.D. and Cadish, G. 1999. Quantifying the nitrogen fixed by Stylo santhes. Pasturas Tropicales, 21: 64-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031970&pid=S0004-0592201300040000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">18. Moreira, J.F.M.; Costa, K.A.P.; Severiano, E.C.; Epif&acirc;nio, P.S.; Crunivel, W.S. and Guimar&#227;es, K.C. 2013. Protein fraction and digestibility of Marandu, Xaraes and Campo Grande grasses in monocropping and intercropping systems under different sowing methods. Acta Sci Anim Sci, 35: 63-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031972&pid=S0004-0592201300040000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">19. Moreira, L.M.; Fonseca, D.M.; Vítor, C.M.T.; Assis, A.J.; Nascimento Júnior, D.; Ribeiro Júnior, J.I. e Obeid, J.A. 2005. Renova&#231;&#227;o de pastagem degradada de capim-gordura com a introdu&#231;&#227;o de forrageiras tropicais adubadas com nitrog&#234;nio ou em consórcios. Rev Bras Zootecn, 34: 442-453.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031974&pid=S0004-0592201300040000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">20. Moura, R.L.; Nascimento, M.P.S.C.B.; Rodrigues, M.M.; Oliveira, M.E. e Lopes, J.B. 2011. Raz&#227;o folha/haste e composi&#231;&#227;o bromatológica da rebrota de estilosantes 'Campo Grande' em cinco idades de corte. Acta Sci Anim Sci, 33: 249-254.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031976&pid=S0004-0592201300040000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">21. Oliveira, I.P.; Costa, K.A.P.; Faquin, V.; Maciel, G.A.; Neves, B.P. e Machado, E.L. 2009. Efeitos de fontes de cálcio no desenvolvimento de gramíneas solteiras e consorciadas. Ci&#234;nc Agrotec, 33: 592-598.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031978&pid=S0004-0592201300040000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">22. Ribeiro, K.G. e Pereira, O.G. 2011. Produtividade de matéria seca e composi&#231;&#227;o mineral do capimtifton 85 sob diferentes doses de nitrog&#234;nio e idades de rebrota&#231;&#227;o. Ci&#234;nc Agrotec, 35: 811-816.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031980&pid=S0004-0592201300040000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">23. Souza, S.O.; Santana, J. e Shimoya, A. 2002. Comportamento de gramíneas forrageiras tropicais isoladas e em associa&#231;&#227;o com leguminosas na regi&#227;o norte-fluminense. Ci&#234;nc Agrotec, edi&#231;&#227;o especial: 1554-1561.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031982&pid=S0004-0592201300040000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">24. Werner, J.C.; Paulino, V.T. e Cantarella, H. 1996. Forrageiras. Em: Raij, B. Van; Cantarella, H.; Quaggio, J.A. e Furlani, A.M.C. (Eds.). Recomenda&#231;&#245;es de aduba&#231;&#227;o e calagem para o Estado de S&#227;o Paulo. Instituto Agron&ocirc;mico. Boletim técnico, 100. Campinas. pp. 263-273.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1031984&pid=S0004-0592201300040000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Recibido: 12-4-12    <br>Aceptado: 9-4-13.</font></p>      ]]></body><back>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito alelopático de espécies de Brachiaria Griseb sobre algumas leguminosas forrageiras tropicais. II: Avaliaç&#245;es em casa de vegetação]]></article-title>
<source><![CDATA[Bol Ind Anim]]></source>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Potencial e uso de leguminosas forrageiras dos gêneros Stylosanthes, Arachis e Leucaena]]></article-title>
<source><![CDATA[A planta forrageira no sistema de produção. Anais]]></source>
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