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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Planos nutricionais de lisina para suínos da fase inicial a terminação]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study was conducted to evaluate the lysine nutritional plans for pigs reared in mixed batches, 63 to 164 days of age. Two hundred and forty animals, with initial body weight of 24.6±1.5 kg, were distributed in a randomized block design with four nutritional plans (A: 1.05-0.88-0.82-0.78-0.78; B: 1.05-0.87-0.80-0.76-0.76; C: 1.05-0.85-0.770.71-0.71 and D: 1.05-0.82-0.75-0.70-0.69 % of digestible lysine, respectively from 63 to 74 days, 75 to 89 days, 90 to 111 days, 112 to 135 days and 136 to 164 days) with six replicates of ten animals each. The nutritional plans with the sequences A and B improved feed conversion of pigs when compared to other nutritional plans. Pigs fed on the nutritional plan D had lower hot carcass weight. The nutritional plan corresponding to sequence C, respectively, for pigs from 63 to 74 days, 63 to 89 days, 63 to 111 days, 63 to 135 days and 63 to 164 days meet the nutritional needs and maximizes the performance and carcass traits of the initial at finishing phase.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Planos nutricionais de lisina para suínos da fase inicial a termina&#231;&#227;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Lysine nutritional plans for swine from initial to finishing phase</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Corassa, A.<sup>1*</sup>; Kiefer, C.<sup>2A</sup> e Gon&#231;alves, L.M.P.<sup>2</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Sinop, MT. Brasil.<sup>*</sup><a href="mailto:anderson_corassa@ufmt.br">anderson_corassa@ufmt.br</a>    <br><sup>2</sup>Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Campo Grande, MS. Brasil.<sup>A</sup><a href="mailto:charles.kiefer@ufms.br">charles.kiefer@ufms.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Este estudo foi conduzido com o objetivo de avaliar planos nutricionais de lisina para suínos criados em lotes mistos, dos 63 aos 164 dias de idade. Foram utilizados 240 animais, com peso inicial de 24,6±1,5 kg, distribuídos em delineamento de blocos ao acaso com quatro planos nutricionais (A: 1,05-0,88-0,82-0,78-0,78; B: 1,05-0,87-0,800,76-0,76; C: 1,05-0,85-0,77-0,71-0,71 e D: 1,050,82-0,75-0,70-0,69 % de lisina digestível, respectivamente dos 63 aos 74 dias, dos 75 aos 89 dias, dos 90 aos 111 dias, dos 112 aos 135 dias e dos 136 aos 164 dias), com seis repeti&#231;&#245;es e dez animais cada. Os planos contendo as sequ&#234;ncias nutricionais de A e B melhoraram a convers&#227;o alimentar dos suínos quando comparados aos demais planos nutricionais. Os suínos alimentados com o plano nutricional contendo a sequ&#234;ncia D apresentaram menor peso de carca&#231;a quente. O plano nutricional correspondente a sequ&#234;ncia C, respectivamente para suínos dos 63 aos 74 dias, dos 63 aos 89 dias, dos 63 aos 111 dias, dos 63 aos 135 dias e dos 63 aos 164 dias atende as necessidades nutricionais e maximiza o desempenho e as características de carca&#231;a da fase inicial a termina&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras chave:</b> Aminoácidos. Carca&#231;a. Desempenho. Exig&#234;ncia. Nutri&#231;&#227;o.</font></p> <hr size="1">     <p><font face="Verdana" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">This study was conducted to evaluate the lysine nutritional plans for pigs reared in mixed batches, 63 to 164 days of age. Two hundred and forty animals, with initial body weight of 24.6±1.5 kg, were distributed in a randomized block design with four nutritional plans (A: 1.05-0.88-0.82-0.78-0.78; B: 1.05-0.87-0.80-0.76-0.76; C: 1.05-0.85-0.770.71-0.71 and D: 1.05-0.82-0.75-0.70-0.69 % of digestible lysine, respectively from 63 to 74 days, 75 to 89 days, 90 to 111 days, 112 to 135 days and 136 to 164 days) with six replicates of ten animals each. The nutritional plans with the sequences A and B improved feed conversion of pigs when compared to other nutritional plans. Pigs fed on the nutritional plan D had lower hot carcass weight. The nutritional plan corresponding to sequence C, respectively, for pigs from 63 to 74 days, 63 to 89 days, 63 to 111 days, 63 to 135 days and 63 to 164 days meet the nutritional needs and maximizes the performance and carcass traits of the initial at finishing phase.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords:</b> Amino acids. Carcass. Nutrition. Performance. Requirement.</font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Introdu&#231;&#227;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para maximizar a deposi&#231;&#227;o de carne na carca&#231;a s&#227;o necessárias dietas devidamente balanceadas em aminoácidos (Fortes <i>et al</i>., 2011). Dentre os aminoácidos, o teor de lisina digestível é considerado refer&#234;ncia em dietas a base de milho e farelo de soja para avalia&#231;&#227;o do desempenho de suínos destinados ao abate. O aumento no nível de proteína na dieta pode acarretar aumento da deposi&#231;&#227;o protéica e redu&#231;&#227;o da deposi&#231;&#227;o de gordura nas carca&#231;as dos suínos (Kill <i>et al</i>., 2003) e as diferen&#231;as de deposi&#231;&#227;o relacionadas ao sexo est&#227;o associadas a aspectos metabólicos, principalmente proteína e energia (Fialho <i>et al</i>., 1998). A varia&#231;&#227;o nas respostas dos suínos aos diferentes planos nutricionais aos quais s&#227;o submetidos tem contribuído para que novas pesquisas sejam realizadas com o objetivo de se determinar padr&#245;es de alimenta&#231;&#227;o que sejam técnica e economicamente viáveis (Gomes <i>et al</i>., 2000).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os planos nutricionais podem influenciar diretamente o desempenho e a deposi&#231;&#227;o de tecido magro na carca&#231;a. A maioria das pesquisas desenvolvidas para avaliar o efeito de planos de nutri&#231;&#227;o utilizam animais do mesmo sexo como machos castrados (Souza Filho <i>et al</i>., 2000; Fortes <i>et al</i>., 2011), f&#234;meas (Kill <i>et al</i>., 2003) ou machos imunocastrados (Kiefer <i>et al</i>., 2011). Porém na prática, observa-se que várias granjas comerciais adotam a cria&#231;&#227;o dos suínos em lotes mistos de machos castrados e f&#234;meas. Contudo, existem poucas pesquisas científicas que avaliem planos nutricionais para lotes mistos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Considerando a car&#234;ncia de informa&#231;&#245;es sobre estratégias relacionadas à nutri&#231;&#227;o protéica destinada aos suínos híbridos comerciais de alto potencial genético para deposi&#231;&#227;o de carne magra criados em lotes mistos, foi realizado este estudo com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes planos nutricionais em fun&#231;&#227;o dos níveis de lisina digestível para suínos da fase inicial a termina&#231;&#227;o (dos 63 aos 164 dias de idade).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Material e métodos</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O experimento foi realizado em uma unidade de termina&#231;&#227;o de suínos, de uma granja comercial em Bom Jesus, SC. Foram utilizados 240 suínos híbridos comerciais de alto potencial genético para deposi&#231;&#227;o de carne magra, sendo 120 machos castrados e 120 f&#234;meas, criados em lotes mistos, com peso inicial de 24,6±1,5 kg e 63 dias de idade. O experimento foi subdividido em cinco fases experimentais, inicial (63 aos 74 dias), crescimento I (75 aos 89 dias) e II (90 aos 111 dias), termina&#231;&#227;o I (112 aos 135 dias) e termina&#231;&#227;o II (136 aos 164 dias).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os animais foram alojados em galp&#227;o de alvenaria, com piso de concreto e coberto com telhas de amianto. As baias (3,0x4,3 m) foram equipadas com bebedouro tipo chupeta e comedouro de madeira (3,0x0,30x1,0 m). A limpeza das baias foi realizada diariamente com raspagem dos dejetos e escoamento da l&acirc;mina d'água. Os animais foram distribuídos em delineamento experimental de blocos ao acaso, considerandose o peso corporal, com quatro planos nutricionais (A: 1,05-0,88-0,82-0,78-0,78; B: 1,05-0,87-0,80-0,76-0,76; C: 1,05-0,85-0,770,71-0,71 e D: 1,05-0,82-0,75-0,70-0,69 % de lisina digestível, respectivamente dos 63 aos 74 dias, dos 75 aos 89 dias, dos 90 aos 111 dias, dos 112 aos 135 dias e dos 136 aos 164 dias), com seis repeti&#231;&#245;es para cada plano nutricional e dez animais por baia (cinco machos e cinco f&#234;meas), sendo cada baia uma unidade experimental.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As dietas experimentais para as fases dos 63 aos 111 dias <b>(<a href="#t1">tabela I</a>)</b> e dos 112 aos 164 dias <b>(<a href="#t2">tabela II</a>)</b>, foram formuladas para atender às exig&#234;ncias mínimas nutricionais de f&#234;meas suínas de alto potencial genético com desempenho regular, preconizadas por Rostagno <i>et al</i>. (2005), por serem mais exigentes que os machos e n&#227;o havendo assim déficit nutricional nas dietas oferecidas às unidades com g&#234;nero misto. As ra&#231;&#245;es e a água foram fornecidas à vontade aos animais durante o período experimental. Os resíduos de ra&#231;&#227;o do ch&#227;o foram coletados diariamente, pesados e somados às sobras do comedouro no final do experimento. As temperaturas foram registradas diariamente por meio de term&ocirc;metros de máxima e mínima. O controle da temperatura, ventila&#231;&#227;o e concentra&#231;&#227;o de gases no interior do galp&#227;o foi realizado por meio do manejo de cortinas e microaspers&#227;o nas linhas dispostas sobre as baias.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t1"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art6_t1.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align=center><a name="t2"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art6_t2.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os animais foram pesados por ocasi&#227;o do início do experimento (63 dias de idade) e ao término de cada período experimental (74, 89, 111, 135 e 164 dias de idade) para a determina&#231;&#227;o do consumo de ra&#231;&#227;o diário, ganho de peso diário e da convers&#227;o alimentar. Ao término do experimento todos os animais foram submetidos ao jejum de sólidos de 24 horas, embarcados em caminh&#227;o e transportados ao abatedouro. No abatedouro, os suínos foram alojados em baias coletivas de espera com acesso a vontade a água. Por ocasi&#227;o do abate, os suínos foram pesados, insensibilizados pelo método elétrico (eletronarcose) e, posteriormente, sangrados, escaldados e eviscerados de forma similar à apresentada por Dalla Costa <i>et al</i>. (2010).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ao final da linha de abate foi realizado um corte na meia carca&#231;a esquerda, na regi&#227;o de inser&#231;&#227;o da última vértebra torácica com a primeira lombar a seis centímetros da linha média de corte da carca&#231;a (ponto P<sub>2</sub>), onde foram determinadas a espessura de toucinho, profundidade de músculo e a área de olho de lombo. A porcentagem de carne magra na carca&#231;a foi determinada por meio de equa&#231;&#227;o utilizando os valores de espessura de toucinho e profundidade de músculo. O rendimento de carca&#231;a foi calculado com base no peso de abatedouro e no peso de carca&#231;a quente. O rendimento de carca&#231;a (RC) foi calculado como RC (%)= peso de carca&#231;a (kg)/peso vivo pré-abate (kg) *100, enquanto a bonifica&#231;&#227;o foi gerada levando em considera&#231;&#227;o o peso de carca&#231;a quente e a porcentagem de carne (Guidoni, 2000).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As variáveis avaliadas foram as de desempenho (consumos de ra&#231;&#227;o, ganho de peso e convers&#227;o alimentar) e as características quantitativas de carca&#231;a (peso corporal ao frigorífico, rendimento de carca&#231;a, percentual de carne magra e quantidade de carne magra na carca&#231;a), além da perda de peso devido ao transporte da granja ao frigorífico. Os dados obtidos foram submetidos à análise de vari&acirc;ncia pelo procedimento GLM do programa estatístico SAS (1999), utilizando-se como covariável o peso ao início de cada fase e peso ao inicio do experimento para avalia&#231;&#227;o de desempenho na forma individualizada e acumulada de cada fase, respectivamente, ao nível de 5 % de signific&acirc;ncia. As eventuais diferen&#231;as das variáveis obtidas entre os planos nutricionais foram avaliadas pelo teste de Student Newman Keuls.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Resultados e discuss&#227;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Durante o período experimental, os valores médios de temperatura do ar verificadas nos term&ocirc;metros de máxima e mínima foram 19,63±1,67 e 30,24±2,28<sup>o</sup>C, respectivamente, conferindo temperatura média de 24,94±1,63<sup>o</sup>C durante o período experimental.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">N&#227;o houve efeito (p&gt;0,05) dos planos nutricionais sobre nenhuma variável de desempenho de suínos dos 63 a 74 e 63 a 89 dias <b>(tabela <a href="#t3">III</a> e <a href="#t4">IV</a>)</b>. Isto se deve ao fato de que todos os animais receberam dietas contendo o mesmo nível de lisina digestível na etapa inicial, e que a diferen&#231;a entre os níveis nutricionais dos planos n&#227;o foi suficiente para causar respostas distintas no período (crescimento I), cuja dura&#231;&#227;o foi de apenas quatorze dias.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align=center><a name="t3"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art6_t3.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t4"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art6_t4.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Foram observadas diferen&#231;as no desempenho dos animais a partir do encerramento da fase de crescimento II, refor&#231;ando a tese de que a diferen&#231;a entre os planos nutricionais testados só apresentou efeito acumulativo após os primeiros 25 dias de avalia&#231;&#227;o. Outra infer&#234;ncia que pode ser feita a este respeito é a de que ao observarse aumento no consumo de alimento, fase após fase, as restri&#231;&#245;es no consumo diário de lisina tendem a aumentar em dietas com níveis limitantes do aminoácido, potencializando a queda do desempenho dos animais. Neste sentido, Main <i>et al</i>. (2008) sugerem que as redu&#231;&#245;es no desempenho e viabilidade econ&ocirc;mica s&#227;o modestas na fase dos 35 aos 70 kg em compara&#231;&#227;o com as san&#231;&#245;es mais graves ocorridas dos 70 kg ao abate em suínos alimentados com dietas marginalmente deficientes em lisina.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O peso final dos suínos foi influenciado (p&lt;0,05) pelos planos nutricionais <b>(tabela <a href="#t3">III</a> e <a href="#t4">IV</a>)</b> para as fases de 63 a 111, 63 a 135 e 63 a 164 dias, em que os animais alimentados com as dietas correspondentes as seq&uuml;&#234;ncias A e B apresentaram maior peso final quando comparados ao plano com menores níveis de lisina digestível, no entanto, o peso final aos 164 dias analisado separadamente n&#227;o foi influenciado pelas dietas <b>(<a href="#t4">tabela IV</a>)</b>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os planos nutricionais n&#227;o influenciaram (p&gt;0,05) o consumo de ra&#231;&#227;o diário dos suínos. Da mesma forma, Gomes <i>et al</i>. (2000) n&#227;o observaram efeito dos planos nutricionais baseados em níveis de lisina digestível sobre o consumo de ra&#231;&#227;o em suínos machos castrados dos 30 aos 100 kg. Posteriormente, Kill <i>et al</i>. (2003) e Fortes <i>et al</i>. (2011) também n&#227;o constataram efeito dos planos nutricionais (níveis de lisina digestível) sobre o consumo de ra&#231;&#227;o, respectivamente, em leitoas dos 65 aos 105 kg e machos castrados dos 24 aos 126 kg. Similarmente, os planos nutricionais n&#227;o influenciaram o consumo diário para suínos imunocastrados (Kiefer <i>et al</i>., 2011) e machos n&#227;o castrados (Kiefer <i>et al</i>., 2012).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Esse resultado corrobora com a informa&#231;&#227;o de que os suínos n&#227;o regulam o consumo de ra&#231;&#227;o em fun&#231;&#227;o da concentra&#231;&#227;o de aminoácidos da dieta. Owen <i>et al</i>. (1994) avaliando dietas contendo ampla varia&#231;&#227;o da concentra&#231;&#227;o de lisina (0,50; 1,10 e 1,60 %), fornecidas em sistema de livre escolha, verificaram que os suínos n&#227;o foram capazes de regular o consumo de ra&#231;&#227;o de acordo com a concentra&#231;&#227;o de lisina na dieta. Edmons e Baker (1987) concluíram que o excesso de lisina na dieta n&#227;o influencia a ingest&#227;o voluntária pelos suínos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os planos nutricionais influenciaram (p&lt;0,05) o ganho de peso diário dos suínos no período de 63 a 135 dias e apresentaram a mesma tend&#234;ncia (p&lt;0,10) nos períodos de 63 a 111 dias, e 63 a 164 dias <b>(<a href="#t3">tabela III</a>)</b> e 90 a 111 dias <b>(<a href="#t4">tabela IV</a>)</b>, em que os animais alimentados com as dietas correspondentes as sequ&#234;ncias A e B apresentaram ganho superior quando comparados às dietas contendo menores níveis nutricionais. Para os períodos de 63 aos 74 dias e de 63 aos 89 dias e naqueles avaliados de forma n&#227;o acumulada, o ganho de peso dos suínos n&#227;o foi influenciado (p&gt;0,05) pelas dietas experimentais.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Estes achados v&#227;o de encontro aos trabalhos de Fontes <i>et al</i>. (2005), ao avaliarem níveis de 0,80 a 1,20 % de lisina para f&#234;meas dos 30 aos 60 kg em que encontraram aumento linear do ganho de peso em fun&#231;&#227;o do aumento do nível do aminoácido na dieta. Por sua vez, Arouca <i>et al</i>. (2007) observaram efeito quadrático sobre o ganho de peso de suínos machos castrados de 95 a 122 kg ao testarem níveis de lisina total entre 0,50 e 0,90 % e concluíram que o melhor ganho foi obtido para o nível de 0,72 % de lisina. De forma distinta ao observado no presente estudo, Fortes <i>et al</i>. (2011) testando níveis de 0,80; 0,90; 1,00 e 1,10 % de lisina digestível para suínos machos castrados dos 63 aos 103 dias e Kiefer <i>et al</i>. (2011) avaliando planos nutricionais contendo as sequ&#234;ncias de 0,9-0,8-0,7; 1,00,9-0,8; 1,1-1,0-0,9 e 1,2-1,1-1,0 % para suínos machos imunocastrados dos 67 aos 135 dias, n&#227;o observaram influ&#234;ncia dos níveis de lisina sobre o ganho de peso dos animais. Resultado semelhante também foi obtido por Kill <i>et al</i>. (2003), utilizando planos nutricionais baseados em níveis de lisina para f&#234;meas dos 65 aos 105 kg e Kiefer <i>et al</i>. (2012) para machos n&#227;o castrados dos 67 aos 135 dias.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O plano nutricional contendo 1,05-0,870,80 % de lisina digestível apresentou melhor convers&#227;o alimentar em rela&#231;&#227;o aos planos nutricionais contendo 1,05-0,85-0,77 e 1,050,82-0,75 % de lisina digestível dos 63 aos 111 dias. Ao computar-se o efeito até a fase dos 135 dias, observou-se que os dois planos com maiores níveis nutricionais apresentaram melhores índices de convers&#227;o alimentar em rela&#231;&#227;o aos demais. A mesma tend&#234;ncia (p&gt;0,10) foi observada ao avaliar o período total de estudo, no entanto, sem diferen&#231;a entre o plano C e os dois primeiros planos (A e B). Analisando-se a convers&#227;o alimentar do período de 90 a 111 e 112 a 135 dias, o plano com menor nível de lisina apresentou os piores valores (p&lt;0,05) <b>(<a href="#t4">tabela IV</a>)</b>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Considerando o período total do estudo, observou-se que os animais alimentados com um dos tr&#234;s planos nutricionais contendo maiores níveis de lisina resultaram em maior ganho de peso (p&lt;0,05) em compara&#231;&#227;o àqueles com menor nível de nutriente, sugerindo que as dietas D n&#227;o apresentam desempenho satisfatório para suínos dos 63 aos 164 dias de idade. Da mesma forma, a similaridade no peso final, consumo de ra&#231;&#227;o diário, ganho de peso diário e convers&#227;o alimentar de suínos alimentados com dietas apresentando as tr&#234;s combina&#231;&#245;es com maiores níveis nutricionais infere que planos nutricionais contendo mais que 1,05-0,85-0,77-0,71-0,71 % de lisina digestível n&#227;o melhoram o desempenho dos animais dos 63 aos 164 dias. Corroborando com os resultados encontrados, os experimentos conduzidos por Main <i>et al</i>. (2008) envolvendo machos castrados e f&#234;meas nas fases de crescimento e termina&#231;&#227;o sugerem que, ao administrar níveis crescentes de lisina, que caracterizam aumentos na rela&#231;&#227;o lisina:energia, observaram mínimas consequ&#234;ncias em animais alimentados com dietas com níveis acima da exig&#234;ncia, com a resposta de desempenho tendendo ao plat&ocirc;.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Estas constata&#231;&#245;es n&#227;o corroboram com o trabalho de Gomes <i>et al</i>. (2000), que n&#227;o observaram efeito dos planos nutricionais baseados em níveis de lisina digestível sobre a convers&#227;o alimentar de suínos machos castrados dos 30 aos 100 kg. Resultados semelhantes foram obtidos por Fortes <i>et al</i>. (2011) que avaliaram machos castrados dos 63 aos 103 dias. Por outro lado, pesquisas constataram efeito dos planos nutricionais sobre a convers&#227;o alimentar de f&#234;meas dos 65 aos 105 kg (Kill <i>et al</i>., 2003) e machos n&#227;o castrados (Kiefer <i>et al</i>., 2012). Main <i>et al</i>. (2008) também registraram melhora no desempenho de machos castrados e f&#234;meas de 35 a 120 kg em fun&#231;&#227;o do aumento da concentra&#231;&#227;o de lisina.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os planos nutricionais n&#227;o influenciaram (p&gt;0,05) o peso corporal ao frigorífico, perda de peso devido ao transporte, rendimento de carca&#231;a, percentual e quantidade de carne magra e índice de bonifica&#231;&#227;o dos suínos <b>(<a href="#t5">tabela V</a>)</b>. Resultados semelhantes foram obtidos por Fialho <i>et al</i>. (1998) que n&#227;o obtiveram efeito dos planos nutricionais sobre o peso de abate, rendimento de carca&#231;a e teor de carne magra para suínos machos castrados e f&#234;meas dos 80 aos 120 kg. Kill <i>et al</i>. (2003) também n&#227;o observaram efeito de planos de nutri&#231;&#227;o sobre o rendimento de carca&#231;a de f&#234;meas suínas dos 65 aos 105 kg.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align=center><a name="t5"><img src="/img/revistas/azoo/v62n240/art6_t5.jpg"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Apesar de n&#227;o ter sido evidenciado diferen&#231;a na perda de peso devido ao transporte e no peso corporal ao frigorífico, constatou-se efeito (p&lt;0,05) dos planos nutricionais sobre o peso da carca&#231;a quente, em que o plano D proporcionou menor peso de carca&#231;a em rela&#231;&#227;o aos demais planos nutricionais, refor&#231;ando o resultado observado quanto ao peso final dos animais por ocasi&#227;o dos 164 dias de idade. Por sua vez, Kiefer <i>et al</i>. (2011) trabalhando com machos imunocastrados e Fialho <i>et al</i>. (1998) com machos castrados e f&#234;meas n&#227;o observaram efeito dos planos nutricionais sobre o peso de carca&#231;a dos animais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Conclus&#245;es</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O plano nutricional correspondente a seq&uuml;&#234;ncia de 1,05-0,85-0,77-0,71-0,71 % de lisina digestível, respectivamente dos 63 aos 74 dias, dos 63 aos 89 dias, dos 63 aos 111 dias, dos 63 aos 135 dias e dos 63 aos 164 dias atende as necessidades nutricionais dos suínos da fase inicial a termina&#231;&#227;o (dos 63 aos 164 dias de idade).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Bibliografia</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Arouca, C.L.C.; Fontes, D.O.; Bai&#227;o, N.C.; Silva, M.A. e Silva, F.C.O. 2007. Níveis de lisina para suínos machos castrados selecionados geneticamente para deposi&#231;&#227;o de carne magra na carca&#231;a, dos 95 aos 122 kg. Ci&#234;nc Agrotec, 31: 531-539.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036869&pid=S0004-0592201300040000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. Dalla Costa, O.A.; Ludke, J.V.; Costa, M.J.R.P.; Faucitano, L.; Peloso, J.V. e Dalla Roza, D. 2010. Efeito das condi&#231;&#245;es pré-abate sobre a qualidade da carne de suínos pesados. Arch Zootec, 59: 391-402.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036871&pid=S0004-0592201300040000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. Edmons, M.S. and Baker, D.H. 1987. Aminoacids excesses for young pigs: effects of excess methionine, tryptophan, threonine or leucine. J Anim Sci, 64: 1664-1671.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036873&pid=S0004-0592201300040000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. Fialho, E.T.; Oliveira, A.I.G.; Lima, J.A.F.; Bertechini, A.G.; Nascimento, J.D. e Pimenta, M.E.S.G. 1998. Influ&#234;ncia de planos de nutri&#231;&#227;o sobre as características de carca&#231;a de suínos de diferentes genótipos abatidos entre 80 e 120 kg. Rev Bras Zootecn, 27: 1140-1146.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036875&pid=S0004-0592201300040000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5. Fontes, D.O.; Donzele, J.L.; Oliveira, R.F.M.; Lopes, D.C.; Ferreira, A.S. e Silva, F.C.O. 2005. Níveis de lisina para leitoas selecionadas geneticamente para deposi&#231;&#227;o de carne magra na carca&#231;a, dos 30 aos 60 kg. Rev Bras Zootecn, 34: 81-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036877&pid=S0004-0592201300040000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. Fortes, E.I.; Donzele, J.L.; Oliveira, R.F.M.; Saraiva, A.; Silva, F.C.O.; Souza, M.F.; Rocha, G.C. and Alebrante, L. 2011. Digestible lysine for 63 to 103 day-old barrows of genetic lines selected for lean deposition. Rev Bras Zootecn, 40: 2167-2171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036879&pid=S0004-0592201300040000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. Gomes, F.E.; Fialho, E.T.; Lima, J.A.F.; Oliveira, A.I.G.; Bertechini, A.G. e Gon&#231;alves, T.M. 2000. Planos de nutri&#231;&#227;o baseados em níveis de lisina para suínos de diferentes genótipos abatidos aos 80 e 100 kg de peso vivo. Ci&#234;nc Agrotec, 24: 479-489.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036881&pid=S0004-0592201300040000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8. Guidoni, A.L. 2000. Melhoria dos processos para tipifica&#231;&#227;o de carca&#231;as suínas no Brasil. In: Confer&#234;ncia Internacional Virtual sobre Qualidade de Carne Suína, I, Concórdia. Anais eletr&ocirc;nicos... Embrapa/CNPSA. Concórdia. <a target="_blank" href="http://www.cnpsa.embrapa.br/pork/">http://www.cnpsa.embrapa.br/pork/</a>(07/05/ 2012).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036883&pid=S0004-0592201300040000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9. Kiefer, C.; Donzele, J.L. e Oliveira, R.F.M. 2011. Planos nutricionais de lisina digestível para suínos machos imunocastrados em crescimento e termina&#231;&#227;o. Rev Bras Zootecn, 40: 1955-1960.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036885&pid=S0004-0592201300040000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10. Kiefer, C.; Donzele, J.L.; Oliveira, R.F.M.; Suguisawa, L.; Suguisawa, J.M. and Marques, A.C.W. 2012. Nutritional plans for boars. Rev Bras Zootecn, 41: 1448-1453.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036887&pid=S0004-0592201300040000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11. Kill, J.L.; Donzele, J.L.; Oliveira, R.F.M.; Ferreira, A.S.; Lopes, D.C.; Silva, F.C.O. e Silva, M.V.G.B. 2003. Planos de nutri&#231;&#227;o para leitoas com alto potencial genético para deposi&#231;&#227;o de carne magra dos 65 aos 105 kg. Rev Bras Zootecn, 32: 1330-1338.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036889&pid=S0004-0592201300040000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12. Main, R.G.; Dritz, S.S.; Tokach, M.D.; Goodband, R.D. and Nelssen, J.L. 2008. Determining an optimum lysine:calorie ratio for barrows and gilts in a commercial finishing facility. J Anim Sci, 86: 2190-2207.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036891&pid=S0004-0592201300040000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13. Owen, K.Q.; Knabe, D.A.; Burgoon, K.G. and Gregg, E.J. 1994. Self-selection of diets and lysine requirements of growing-finishing swine. J Anim Sci, 72: 554-564.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036893&pid=S0004-0592201300040000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14. Rostagno, H.S.; Albino, L.F.T.; Donzele, J.L.; Gomes, P.C.; Oliveira, R.F.; Lopes, D.C.; Ferreira, A.S. e Barreto, S.L.T. 2005. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composi&#231;&#227;o de alimentos e exig&#234;ncias nutricionais. 2.<sup>a</sup> ed. UFV. Vi&#231;osa. 186 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036895&pid=S0004-0592201300040000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">15. SAS. 1999. Statistical Analysis System. Institute User's Guide: Statistics. Cary.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036897&pid=S0004-0592201300040000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. Souza Filho, G.A.; Lima, J.A.F.; Fialho, E.T.; Oliveira, A.I.G.; Logato, P.V.R. e Freitas, R.T.F. 2000. Efeito de planos de nutri&#231;&#227;o e de genótipos sobre características físicas de carca&#231;a de suínos. Ci&#234;nc Agrotec, 24: 1060-1067.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1036899&pid=S0004-0592201300040000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Recibido: 1-10-12    <br>Aceptado: 9-4-13.</font></p>      ]]></body><back>
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